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segunda-feira, 12 de setembro de 2016
domingo, 7 de fevereiro de 2016
Está bem assim, ou necessita de uma foto para melhor compreensão ??
Tendo a Presidência da República, em comunicado divulgado ontem, estranhado o facto de a Faculdade de Direito de Bissau não ter emitido o parecer que lhe foi por ela solicitado, divulga-se por este meio o teor literal do comunicado aprovado na reunião do Conselho Científico da Faculdade de Direito de Bissau do passado dia 27 de Janeiro com apenas uma abstenção e nenhum voto contra. Mais se informa que o comunicado anexo, além de ter sido distribuído à imprensa, foi transmitido à Presidência da República no próprio dia em que foi aprovado e pelo mesmo meio em que o referido parecer foi solicitado.
Comunicado
1. A Faculdade de Direito de Bissau recebeu nas últimas semanas múltiplas solicitações provenientes de órgãos de soberania e de outras instituições para emitir o seu parecer sobre as questões jurídico-constitucionais suscitadas pela crise política que o país atravessa;
2. A Faculdade de Direito de Bissau encarou sempre com normalidade essas solicitações, tendo em conta que a prestação de serviços jurídicos à comunidade constitui um dos seus fins estatutários, e nesse quadro é seu dever contribuir para uma correta interpretação e aplicação da Constituição e demais legislação vigente na Guiné-Bissau;
3. Aliás, ao longo dos seus vinte e cinco anos de existência a Faculdade de Direito de Bissau foi por diversas vezes chamada a prestar auxílio jurídico ao Estado e às organizações internacionais que com ele cooperam, o que sempre fez no seu firme propósito de promover a construção e a consolidação de um Estado de Direito democrático na Guiné-Bissau;
4. Sucede, no entanto, que a presente crise política atingiu um ponto de conflito institucional entre os próprios órgãos do Estado, e entre os partidos políticos nele representados, que desaconselham doravante intervenções avulsas da Faculdade de Direito de Bissau;
5. Com efeito, o clima político que se vive actualmente inviabiliza que qualquer parecer que venha a ser emitido pela Faculdade de Direito de Bissau seja percepcionado pelas partes em conflito, e pela sociedade guineense em geral, como uma opinião jurídica isenta, mesmo que assente numa análise estritamente objectiva do direito, como não poderia deixar de ser;
6. Enquanto instituição pública que é - e sem prejuízo da liberdade individual dos seus membros para assumirem pessoalmente as posições que entenderem - a Faculdade de Direito de Bissau tem o dever de preservar a sua neutralidade política e a sua imparcialidade perante o referido conflito, pelo que deve evitar que a sua intervenção a pedido de qualquer uma das partes contribua para agravar ainda mais a crise e não para resolvê-la;
7. A Faculdade de Direito de Bissau manifesta, no entanto, a sua total disponibilidade para contribuir para a superação da crise política que o país atravessa, nomeadamente através da busca das soluções jurídicas que se revelarem adequadas a esse efeito, desde que essa intervenção – mediadora ou arbitral - seja desejada pelo conjunto dos órgãos de soberania e aceite pelos principais partidos políticos neles representados;
8. A Faculdade de Direito de Bissau recorda, no entanto, que o Direito é meramente instrumental em relação à superação da crise e não substitui o prévio acordo político a que necessariamente os referidos órgãos e os partidos nele representados tem de chegar para que se alcance a paz e a estabilidade política indispensáveis ao desenvolvimento da Guiné-Bissau e ao bem estar do seu povo.
Bissau, 27 de janeiro de 2016
O Conselho Científico da Faculdade de Direito de Bissau
segunda-feira, 28 de setembro de 2015
Domingos Simões Pereira escreve no "O Militante"
REVISTA O MILITANTE
Edição Especial da Revista Oficial do PAIGC
A presente edição d”O Militante” está quase integralmente dedicada à celebração do 19 de Setembro, data em que Amílcar Cabral e seus companheiros fundaram em Bissau, o PAIGC. Hoje, há escritos que pontificam reservas sobre a existência de uma data e de um evento específicos que ditaram a fundação do partido. Mas ninguém questiona o ano de 1956 como o início formal da existência de um certo PAI que mais tarde assumiria a roupagem geográfica de Guiné e Cabo Verde para se distinguir de outra formação com a mesma sigla no Senegal.
São portanto 59 anos de existência para o PAIGC, que na sua evolução histórica de movimento de libertação a partido político já soletrou toda a cartilha de identidade e afirmação. Começou na clandestinidade e enfrentou os riscos da mobilização num espaço urbano tão restrito como era Bissau; seguiu para Dakar aonde se fermentou enquanto entidade política e principal movimento para a libertação e, chegou a Conakry já pronto para o início da luta armada. Para trás e no percurso ficaram lugares e encontros muito diversos, como Lisboa, Argel, Túnis, Roma, etc.
Foram anos muito difíceis, mas a clareza do pensamento e a linha ideológica (unidade e luta e a arma da teoria) definidas por Amílcar Cabral asseguraram uma estratégia capaz de conduzir à conquista da liberdade e proclamação do Estado independente. O PAIGC logrou um feito histórico sem precedentes ao conquistar a autodeterminação e a independência de dois países, separados por tantas milhas náuticas e uma grande diferença de cultura e identidade. Este desempenho extraordinário teve no entanto custos exorbitantes. Desde logo porque ceifou a vida de mulheres e homens de elevada dimensão e estatura política e nem poupou a do seu próprio líder e visionário. De tal forma que, as etapas seguintes da construção do Estado da Guiné-Bissau, um dos seus objectivos primordiais, acontecem num ambiente de muita indefinição e uma convulsão interna quase permanente. Tal como Amílcar já havia diagnosticado, a capacidade e propensão para a autodestruição, normalmente expressa através da traição e intrigas internas, começam a minar todos os pilares e fundamentos da unidade, tornam o partido cada vez mais frágil e este fica a mercê de interesses de grupos e de particulares.
Em 59 anos de vida e de luta, o PAIGC enfrentou desafios vários e conquistou importantes vitórias, tanto no campo da mobilização e na sua estruturação interna assim como na diplomacia activa e na sua afirmação pelo mundo. Mas, o PAIGC tem a cada momento de ser capaz não simplesmente de render homenagem e celebrar os seus feitos históricos, mas estar à altura dos desafios actuais e projectar o futuro com visão, confiança e optimismo, por forma sobretudo atrair e incorporar a nova geração de jovens, capazes, dedicados e nacionalistas.
Hoje, os problemas são diferentes no nível e na sua sofisticação mas mantêm a mesma natureza: os maus, os “amontões”, os que não são do partido e simplesmente precisam do partido para a materialização dos seus intentos pessoais, farão tudo para o assaltar, para o fragilizar e para o derrotar. Usarão da mesma arma da intriga, da traição, do oportunismo e do golpe baixo pelas costas. A sua linguagem estará sempre virada a explorar as diferenças e fazer delas factores de divisão e de enfraquecimento do partido. Continuarão a reunir-se por todos os sítios (e nunca na sede do partido) na calada das noites e falarão das diferenças religiosas, étnicas, regionais, culturais, económicas, etc. Evocarão legitimidades de todas as origens e todos os argumentos servirão. Estarão dispostos a mentir, a caluniar e a matar se necessário para sustentar a sua tese macabra e divisionista para atrair simpatias e armar seguidores.
É pois esta a principal razão porque faz sentido a presente edição d”O Militante”. Para lembrar todo o percurso do partido e avivar nossas memórias sobre o sacrifício consentido, por mulheres e homens desta terra, para se chegar aos dias de hoje. Chamar atenção para o privilégio e a responsabilidade que são, pertencer ao PAIGC e pretender ser um herdeiro ideológico de Amílcar Cabral. Mobilizar a presente geração para uma nova luta e para desta feita erradicar a mentira e o “mom-mole”, abraçar os que se arrependerem de verdade e estiverem disponíveis a corrigir o seu erro, mas afastar os traidores e oportunistas. Porque, “fracassará toda a revolução que não tiver capacidade de se defender”.
Temos a obrigação de preparar a nação para a consolidação do optimismo realista que promete “com muito trabalho, com a projeção dos melhores e dos que têm mais mérito, com o combate à corrupção, irmos ter nos próximos anos um país de que se orgulhar e no qual todos queiramos viver”. O ano de governação do nosso partido, os avanços e realizações descritas num suplemento ao presente caderno, interrompido abruptamente por razões ainda verdadeiramente por confessar, serão retomados com mais pujança e maior determinação. Nada nos irá desviar nem nos distrair da nossa promessa de mobilização de todas as competências nacionais, a favor do bem-estar e o desenvolvimento da nossa terra. Esse é o legado e o compromisso que nos propuseram, Amílcar e os seus companheiros, quando a 19 de Setembro de 1956 decidiram pela criação do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo-Verde.
Parabéns ao PAIGC, feliz aniversário e força camaradas.
Domingos Simões Pereira
Presidente do PAIGC.
quarta-feira, 9 de setembro de 2015
segunda-feira, 7 de setembro de 2015
quinta-feira, 20 de agosto de 2015
Reler uma "carta aos irmãos guineenses" de 04/05/2014
Estou nesta terra que Deus vos deu – a Guiné-Bissau – como vosso hóspede, há uns 14 meses. Viajei pelas regiões. Visitei ilhas, bairros, tabancas, mercados. Conversei com régulos, imãs, bispos, padres, pastores. Também com bideras (vendedeiras) e pescadores. Falei com estudantes, académicos. Dialoguei com militares, polícias, oficiais, soldados… Fui recebido por todos, homis ku mindjeres, garandis ku mininus, com sorrisos, apertos de mão, calor humano.
Em mais de um ano nesta Terra de Deus não vi, nem ouvi falar de um único caso de vandalismo. Claro, há roubos, assaltos, às vezes à mão armada. A extrema pobreza, a fome, pode levar-nos a actos que normalmente não cometeríamos.
Mas, quando Homis Garandis roubam muitos milhões de francos CFA e se apoderam de terras e casas do Estado com total impunidade, é difícil condenar aqueles que roubam alguns tostões para dar de comer lá em casa.
Não é muito diferente do que se passa nos países ricos – os dos senhores dos grandes bancos que auferem escandalosos salários de milhões de dólares ou euros por ano, arruínam países e milhões de seres humanos pela sua incompetência e ganância, e não vão parar à prisão. Aliás, até recebem um bónus muito generoso de "despedida"!
Em contrapartida, as prisões estão cheias dos pequenos delinquentes que, como Jean Valjean – o herói de Os Miseráveis, do clássico francês Victor Hugo –, roubaram apenas um saco de arroz para dar de comer aos seus muitos filhos.
Na Guiné-Bissau, o delito comum continua a ser muito baixo, apesar da pobreza extrema. É um dos países mais seguros do mundo. Eu conheço dezenas de países e poderia dizer de cor o índice de criminalidade de cada um, na Ásia, África, Europa, América do Norte e do Sul.
Em mais de um ano nesta Terra de Deus não vi, nem ouvi falar de um único caso de vandalismo. Claro, há roubos, assaltos, às vezes à mão armada. A extrema pobreza, a fome, pode levar-nos a actos que normalmente não cometeríamos.
Mas, quando Homis Garandis roubam muitos milhões de francos CFA e se apoderam de terras e casas do Estado com total impunidade, é difícil condenar aqueles que roubam alguns tostões para dar de comer lá em casa.
Não é muito diferente do que se passa nos países ricos – os dos senhores dos grandes bancos que auferem escandalosos salários de milhões de dólares ou euros por ano, arruínam países e milhões de seres humanos pela sua incompetência e ganância, e não vão parar à prisão. Aliás, até recebem um bónus muito generoso de "despedida"!
Em contrapartida, as prisões estão cheias dos pequenos delinquentes que, como Jean Valjean – o herói de Os Miseráveis, do clássico francês Victor Hugo –, roubaram apenas um saco de arroz para dar de comer aos seus muitos filhos.
Na Guiné-Bissau, o delito comum continua a ser muito baixo, apesar da pobreza extrema. É um dos países mais seguros do mundo. Eu conheço dezenas de países e poderia dizer de cor o índice de criminalidade de cada um, na Ásia, África, Europa, América do Norte e do Sul.
I. Finalmente, as eleições
Depois de muitas dificuldades e alguns sobressaltos ao longo de 12 meses, finalmente, no dia 13 de Abril vocês votaram.
Depois de muitas dificuldades e alguns sobressaltos ao longo de 12 meses, finalmente, no dia 13 de Abril vocês votaram.
O
meu país, a vossa Terra Irmã de Timor-Leste, ajudou um pouco e espero
que continuará a ajudar – ajuda de um irmão pobre a outro irmão ainda
mais pobre. Mas vocês nos deram mais, deram-nos lições de humildade e
civilidade no dia-a-dia das vossas vidas e durante a campanha eleitoral.
O
GTAPE e a CNE fizeram um magnífico trabalho. E o Governo de transição,
em particular o ministro da Administração Territorial e Poder Local,
Baptista Te, invariavelmente com o seu chapéu, merecem o nosso aplauso.
Os
irmãos das Forças de Defesa e Segurança, incluindo a ECOMIB, também se
portaram muito bem, apesar de que dispunham de meios motorizados
escassos.
Os partidos políticos (até desisti de contar quantos
eram!) e candidatos (também sem conta) portaram-se todos bem, revelando
muita maturidade e elevação, respeito mútuo e ausência de agressões
verbais.
Estamos na reta final do processo de transição. Já temos
uma nova Assembleia Nacional eleita e já sabemos, portanto, quem vai ser
o novo primeiro-ministro. Agora, vai-se eleger o primeiro magistrado da
Nação – o Presidente da República.
Todos devem, portanto,
contribuir para que a segurança conjunta seja garantida, para que o
clima de "carnaval da democracia" – que caracterizou a primeira fase
destas eleições gerais – continue nesta derradeira segunda volta.
II. Governo abrangente?
Defendo o ponto de vista de que a Guiné-Bissau beneficiaria muito de um governo de base alargada. Sempre defendi o princípio de que nestas eleições não deveria haver "perdedores". O partido mais votado deveria convidar os seus adversários políticos para o diálogo e ser explorada a possibilidade de um governo inclusivo.
Defendo o ponto de vista de que a Guiné-Bissau beneficiaria muito de um governo de base alargada. Sempre defendi o princípio de que nestas eleições não deveria haver "perdedores". O partido mais votado deveria convidar os seus adversários políticos para o diálogo e ser explorada a possibilidade de um governo inclusivo.
Quero, acima de tudo,
encorajar a ideia de que, no período pós-eleições, os vencedores e
vencidos da contenda se transformem em parceiros comprometidos numa
única causa: a da reconstrução do Estado rumo à normalização política e
ao relançamento do desenvolvimento socioeconómico da Guiné-Bissau.
E
todos esperamos que o próximo Presidente da República venha a ser um
homem conciliador, alguém que saberá dialogar e agir como Pai da Nação,
ajudar a sarar as feridas antigas e as novas, criar condições propícias
para que o Governo possa governar sem sobressaltos.
Mas cabe aos
irmãos guineenses absorver esta ideia, ou não. O primeiro-ministro
eleito, o eng.º Domingos Simões Pereira, não tem sobre os seus ombros o
peso da história – a parte negra da história –, pois pertence a uma nova
geração de líderes.
Mas ele vai precisar de muito apoio para
cumprir com a agenda prometida, apoio leal no plano interno, e apoio
urgente e generoso dos parceiros internacionais.
III. Os Homis Garandis de Amura e as Forças Armadas: modernização
Tenho conversado muito com os Homis Garandis que trabalham e vivem no Forte de Amura. Ouvi as suas queixas, as razões do seu descontentamento, desconfianças e expectativas. E quero tranquilizar a todos – os irmãos militares vão respeitar o resultado eleitoral.
Tenho conversado muito com os Homis Garandis que trabalham e vivem no Forte de Amura. Ouvi as suas queixas, as razões do seu descontentamento, desconfianças e expectativas. E quero tranquilizar a todos – os irmãos militares vão respeitar o resultado eleitoral.
As circunstâncias
de 2011-2012 que criaram condições para o acontecimento de 12 de Abril
de 2012 não existem hoje. E a Guiné-Bissau sofreu muito com esse ato. O
povo inocente e pobre, os mininos, as bideras sofreram. Os jovens
perderam anos de estudos. Não pode haver mais "golpes” e não pode haver
mais razões para "golpes".
Garanti aos irmãos de Amura que os
irmãos políticos, sem exceção, incluindo os do partido histórico fundado
por Amílcar Cabral, querem dialogar com eles para, juntos, trabalharem
na modernização das Forças Armadas da República, uma força nova que será
prestigiada e respeitada.
O que se pretende, afinal: Forcas
Armadas modernas, reduzidas no número de efetivos mas altamente
treinadas, muito bem equipadas e bem pagas, disciplinadas, com uma
administração e gestão modernas, com uma base de logística e manutenção
de primeira classe.
Uma remodelação da chefia das Forcas Armadas
será um ato tão normal, quanto necessário. Uma remodelação não poderá
ser percepcionada como a expulsão de alguém, ou uma reforma compulsiva.
Uma remodelação deverá ser fruto de diálogo e parte de um pacote de
incentivos como o respeito pelos direitos adquiridos, pensão digna e
segurança.
Na Guiné-Bissau terá que haver reformas, em todos os sectores. Falamos na necessidade de reformas das Forças de Defesa, mas as
reformas terão de ser também implementadas em todas as instituições do
Estado, incluindo o sistema político bastante fragmentado e o poder
judicial.
A reforma, profissionalização e modernização da
Administração Pública será necessária e indispensável para a boa
governação – para a eliminação da má gestão e da corrupção, condições
necessárias para que os índices económicos, de desenvolvimento e
sustentabilidade do país sejam mais positivos.
IV. Verdade, reconciliação, apoio às vítimas
O melhor caminho para a Guiné-Bissau será o caminho da verdade, reconciliação, reconhecimento e compensação. Deve-se retomar o projecto de um processo de verdade e reconciliação. Vítimas e autores da violência deveriam encontrar-se na verdade; olharem-se, olhos nos olhos, o autor da violência aceitando a sua responsabilidade.
O melhor caminho para a Guiné-Bissau será o caminho da verdade, reconciliação, reconhecimento e compensação. Deve-se retomar o projecto de um processo de verdade e reconciliação. Vítimas e autores da violência deveriam encontrar-se na verdade; olharem-se, olhos nos olhos, o autor da violência aceitando a sua responsabilidade.
Há
exemplos deste processo. Timor-Leste optou pela Verdade e Justiça
Restaurativa; e, no plano externo, timorenses e indonésios,
representados ao mais alto nível pelos respectivos chefes de Estado,
inauguraram a primeira experiência no mundo: uma comissão binacional
Indonésia-Timor-Leste que investigou os crimes do passado e, com base na
verdade, avançou para uma verdadeira reconciliação entre os dois
países.
Nos dois processos, o doméstico e o externo, rejeitou-se a
justiça dos vencedores. Mas honraram-se as vítimas e os vivos foram
cuidados.
Depois de mais de 10 anos de guerra civil e mais de um
milhão de mortos, os irmãos de Moçambique nunca enveredaram por
perseguições e tribunais dos vencedores
Depois de décadas de apartheid,
e milhares de mortos e torturados, a África do Sul, de Mandela, optou
pela Verdade e Reconciliação. Não houve tribunais especiais para julgar
os vencidos.
Hoje, depois de 40 anos de ditadura militar no
Myanmar (Birmânia), a prémio Nobel de Paz, a irmã Daw Aung San Suu Kjye,
ícone dos Direitos Humanos e Democracia, também rejeitou a "Justiça
Retributiva", preferindo a "Justiça Restaurativa", seguindo os modelos
de África de Sul e de Timor-Leste.
Uma amnistia geral condicionada
para a Guiné-Bissau seria inteiramente justificável desde que todos
assumam o compromisso solene de pôr ponto final a golpes armados para
fazer alterar a ordem constitucional; ponto final à impunidade, às
prisões arbitrárias, tortura e fuzilamentos. Basta!
V. A Comunidade internacional
O balanço deste nosso esforço colectivo é francamente positivo, visto da perspectiva das resoluções do Conselho de Segurança e das orientações do secretário-geral da ONU.
O balanço deste nosso esforço colectivo é francamente positivo, visto da perspectiva das resoluções do Conselho de Segurança e das orientações do secretário-geral da ONU.
O meu papel, afinal, era simples:
desenvolver esforços no sentido de ajudar a criar condições para o
retorno à ordem constitucional. E esta fase está prestes a ser
concluída, com sucesso.
VI. A terminar... quase em despedida
Caminhámos juntos durante muitos meses. Já estou a arrumar as malas. O resto da vossa caminhada, ainda longa, será acompanhada por outros amigos da Guiné-Bissau e sei que os que vierem depois de mim farão melhor.
Caminhámos juntos durante muitos meses. Já estou a arrumar as malas. O resto da vossa caminhada, ainda longa, será acompanhada por outros amigos da Guiné-Bissau e sei que os que vierem depois de mim farão melhor.
Pelas expectativas não satisfeitas, pelas esperanças defraudadas, penitencio-me.
A
minha única desculpa seria que o Todo-poderoso e Todo-bondoso não me
abençoou com inteligência suficiente para melhor servir este Seu bom
povo da Guiné-Bissau.
Vocês estarão nas minhas preces diárias e
rogarei ao Deus Único, o Todo-poderoso e o Todo-bondoso, para olhar por
vós e para vos proteger de guerras, ódios e doenças; de secas e
dilúvios; proteger as vossas florestas, rios, lagos e mares, para que as
gerações futuras possam continuar a viver e a usufruir das riquezas
deste pequeno paraíso natural.
Ramos Horta, Maio, 2014
Representante especial do secretário-geral da ONU para a Guiné-Bissau, Prémo Nobel da Paz
segunda-feira, 1 de dezembro de 2014
Implicações da insurgência na Nigéria
Insurgência na Nigéria tem sido uma ameaça para os cidadãos, bem como, para a democracia há cinco anos, apesar dos esforços do governo em sufocar a ameaça. Porém, ele tem muito restrito os insurgentes a três estados do Nordeste com o uso do estado de emergência, o terrorismo ainda está longe de ser conquistada.
Como se isso não for suficiente, os especialistas estão actualmente elevar a consciência do país para a ameaça emergente representada pelo Golfo da Guiné (GoG) como um território que não é controlada por qualquer governo. O Golfo da Guiné é uma vasta extensão de água, que se estende quase 6.000 quilómetros do Senegal para Angola. Os países do Golfo são Benin, Camarões, Guiné Equatorial, Gabão, Gana, Guiné, Nigéria e Togo. É uma área com vigilância fraco e patrulhas de segurança descoordenados.
A concentração excessiva em segurança da terra pelos países membros GOG na região, durante um longo período de tempo, é responsabilizado por deixar os Estados ribeirinhos sem capacidade para patrulhar o domínio marítimo, deixando-os sem governo e vulnerável.
Apesar de garantir a segurança desta área não pode ser manuseado por um só país, para um país como a Nigéria, que já está sendo devastado pela insurgência do norte, ter um outro brotando do sul seria um problema devastador.
Director-Geral do Instituto da Paz e Resolução de Conflitos (IPCR), Professor Oshita Oshita, que falou recentemente aos jornalistas sobre o potencial perigoso do Golfo da Guiné para a Nigéria, havia observado que o Golfo da Guiné havia sido identificado como um dos desgovernada lugares no mundo onde os desafios de segurança iria continuar crescendo até que algo seja feito. "E, se nada for feito, é provável que seja um daqueles lugares de topo que pode ser um tipo de domicílio, uma área onde os criminosos de todos os tipos, incluindo os terroristas encontram refúgio, porque ele tem uma série de ilhas isoladas que não são adequadamente supervisionada por qualquer autoridade organizado. e nos últimos tempos, a pirataria tem sido muito alta na área e, é claro, traçamos parte da pirataria lá para atividades dentro das águas territoriais da Nigéria ".
"Isso significa que a Nigéria tem que acordar para que nós não temos outro desafio de segurança a partir desse eixo. Já estamos discutindo com a insurgência do leste norte. Parte do que estamos tentando fazer é trazer ao domínio público estas informações para que podemos começar a tomar medidas pro-ativas para lidar com esse desafio emergente ", disse ele.
Já, Chatam House, uma organização com sede no Reino Unido, em uma publicação, em 2013, chamou a atenção da África Ocidental a esta ameaça emergente quando ele chamou as organizações regionais, tais como, a Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO), o Comité Comunidade de Estados Africano Central (CEEAC), a Organização Marítima da África Ocidental e Central (OMAOC) e do Golfo da Guiné Comissão (GGC) para assumir a responsabilidade e ter uma maior integração e coordenação das iniciativas marítimas.
Apesar de a região ainda está para registar qualquer actividade insurgente domiciliado, que no entanto, abriga piratas e suas actividades nefastas. Pirataria, é claro, é uma das actividades que constituem crime transnacional, uma situação que o IPCR procurou recentemente para tratar, segurando um seminário nacional que buscou chamar a atenção do governo nigeriano e, na verdade, toda a África Ocidental para os perigos que pairam, e, claro, a urgência com que eles precisavam de ser resolvidos para uma região pacífica.
De acordo com Oshita, no Golfo da Guiné é atraente para os piratas, devido à sua localização geográfica que a torna uma rota marítima importante para o transporte comercial da Europa e da América para Oeste, Central e África Austral. Sua proximidade com a Europa e América do Norte, para o transporte de petróleo bruto baixo teor de enxofre a partir da região, aumenta ainda mais a sua importância na oferta mundial de energia.
Além disso, o Golfo da Guiné é uma importante fonte de recursos de hidrocarbonetos que produzem cerca de 5,4 milhões de barris de petróleo bruto por dia. Os Estados Unidos (EUA) Fontes de 15 por cento dos seus fornecimentos a partir do Golfo da Guiné, e China e Japão dependem dela para uma quantidade substancial de seu petróleo e gás. Ele também continua a abastecer a França e outros países da Europa.
Outra razão é que é um enorme reservatório de investimentos para empresas de petróleo do Ocidente e do Oriente, que têm feito grandes investimentos tanto para perfuração onshore e offshore. E uma vez que a região tem a maior taxa de descoberta de novas reservas de petróleo no mundo, ele também atrai novos investimentos para uma maior exploração. Isto é, além do fato de que ele é rico em pesca e silvicultura. Arrastões de pesca vêm para a região de todo o mundo. Muitos estão lá ilegalmente como resultado de verificações de segurança inadequadas e impróprias. Recursos florestais, agrícolas e minerais são exportados através do Golfo da Guiné para os mercados da Europa e América.
Oshita observou que quando se considera o papel que os recursos jogar nos conflitos em todo o mundo, seria, então, ser apreciado como estratégica no Golfo da Guiné é para a segurança e estabilidade política da Nigéria, os países do litoral e da comunidade marítima internacional; daí a necessidade de ser rápido sobre como garantir a segurança nesta área, a fim de evitar uma situação em que ele será sequestrado por terroristas.
Chatham House advertiu que a implicação devastador de permitir actividades criminosas para apodrecer na região seria económico, político, ambiental e legal; daí a necessidade de os Estados membros e, na verdade, a CEDEAO a tomar uma acção rápida.
"A partir do exposto, a pirataria no Golfo da Guiné é um problema que a Nigéria não pode dar ao luxo de ignorar por causa de seu enorme potencial de minar a segurança física e humana, enfraquecem a ordem constitucional e precipitar a anarquia. A Nigéria vai fazer bem para assegurar a liderança na mobilização de um mais abordagem holística para combater a pirataria no Golfo da Guiné a partir de uma perspectiva de aplicação da lei. "
Proliferação de armas de pequeno calibre e armas ligeiras, lavagem de dinheiro, o sequestro, tráfico de drogas e ao financiamento do terrorismo são outras formas de crime organizado transnacional que os insurgentes combustível. Dando uma avaliação do papel das armas pequenas e armamento leve proliferação em conflitos violentos em Estudos Nigéria, Director, Defesa e Segurança na IPCR, Dr. Bakut Tswah Bakut, destacou que a política e as eleições, o surgimento de grupos armados, óleo, etnia e religião, e da pobreza têm sido as causas do conflito, o que representa uma linha divisória em comunidades e que levam a um aumento das tensões.
Usando estatísticas, desde 1999, mais de 100.000 nigerianos perderam suas vidas em conflitos étnico-religiosos caracterizadas principalmente pelos usos de Armas Pequenas e Leves (ALPC), recolhidos a partir de fontes locais e internacionais. Assim, armas e outros ALPC estão desempenhando um papel cada vez maior da violência e da insegurança na Nigéria, tendo feito o seu caminho para o país através da rota Trans-Saharan nas costas dos camelos, que constitui uma grande ameaça para a democracia.
"Enquanto o Indústrias de Defesa Corporation of Nigeria (DICON) é o produtor legal de armas e munições para os agentes de segurança, o estudo de base piloto IPCR de fabricação de armas locais, revelou a capacidade de artesãos locais para replicar e produzir categorias de ALPC e outros armamentos tais como espadas, facões, machados, lanças venenosas / flechas e bordunas, que são igualmente mortal e contribuem para a mortalidade em conflitos violentos. Mas, considerando a natureza endémica da corrupção no país, há a forte suspeita de que tais produtos poderiam ser vendidos ilegalmente para a população civil ou gangues mesmo criminosas ", disse Bakut.
Chegando em uma estimativa usando relatório anterior, Bakut disse que o número de armas de pequeno porte em circulação na Nigéria poderia seguramente ser posta em entre dois e cinco milhões. Ele, no entanto, culpou o aumento do número de armas ligeiras no país para o fracasso das agências de segurança para garantir a segurança, uma situação que levou os cidadãos a utilizar grupos de vigilantes, aumentando assim o número de armas de pequeno porte em circulação.
Embora observando que a Nigéria tem leis fracas em termos de controle de armas de pequeno porte, Bakut sugeriu governo aquisição, instalação e operação de infra-estrutura de segurança moderno, tais como, solo e vigilância aérea para conter o problema das fronteiras porosas e desafios de segurança associados. O país também devem cooperar e criar sinergias com os países vizinhos, em particular na execução de protocolos da CEDEAO e da UA sobre o comércio trans-fronteiriço, movimento, protecção crimes e actividades do movimento trans-humanos.
Outro fator que alimenta o crime organizado transnacional é o tráfico de drogas. O ex-director-geral do GIABA em Dakar, Senegal, Dr. Abdullahi Shehu Yikaikwal, deu uma estimativa de comércios ilegais em todo o mundo para valer algum 800000000000 dólar por ano. Desse montante, drogas ilegais foram responsáveis por US $ 250 bilhões, dos quais entre cinco e sete por cento transitado África Ocidental. "Hoje, esse montante global é, provavelmente, mais de US $ 1 trilhão por ano - ea porção Oeste Africano, mesmo em uma taxa ligeiramente superior de 10 a 12 por cento, podem ascender a entre US $ 30 e US $ 40 bilhões por ano no comércio Estes são enormes quantidades. para tais sociedades vulneráveis e inadequada mente preparados para lidar com e para gerenciar ", disse ele.
Seria lembrou que o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC), em seu Relatório Especial de Outubro de 2007, sobre "o tráfico de cocaína na África Ocidental: a ameaça para a estabilidade e desenvolvimento", havia afirmado que 33 toneladas de cocaína com um valor estimado € 2.1 bilhões, ou 2,7 bilhões dólares (com base no preço de varejo UNODC 2006 para a Europa de € 66 por grama) foram apreendidas na África Ocidental nos 30 meses anteriores ao período do relatório.
"O Instituto de Desenvolvimento Económico de África (AEDI) estima que cerca de um quarto a dois terços da cocaína que está a caminho da América do Sul para a Europa passa por países da África Ocidental, nomeadamente Cabo Verde, Mali, Benin, Togo, Nigéria, Guiné-Bissau e Gana. Desenho de fontes das Nações Unidas, concluiu que cerca de 1,25 bilhões dólares americanos no valor de drogas passam pela África Ocidental anualmente, uma quantidade mais do que o orçamento anual da maioria dos países da região. ao mesmo tempo, a produção local de anfetaminas -tipo estimulantes, como o ecstasy está crescendo na região.
Segundo o professor Kaminu Fage do Departamento de Ciência Política da Universidade Bayero, Kano, lidar com o tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e outras fontes de financiamento do terrorismo ajudará a região da África Ocidental para lidar permanentemente com a questão do terrorismo e insurgência.
Chegando em casa para a Nigéria, o Professor aconselhou contra o uso de força militar no abrandamento dos Boko Haram, afirmando que o uso da força só vai escalar o problema como foi visto no mais de um ano de estado de emergência em Borno, Adamawa e Yobe. Ele citou exemplos de como o uso da força tem sido contraproducente na luta contra a crise interna na Nigéria no passado. Segundo ele, o uso da força só será bem sucedida em suprimir a crise por um tempo e, em seguida, torná-lo mais intensa e feroz.
"O fato de que as crises parecem ser um fenómeno recorrente indica claramente o fracasso da abordagem militarista da Nigéria. Quanto mais o Exército é usado para acabar com crises internas, mais as crises ressurgir de uma forma ou outra, muitas vezes com maior intensidade. o caminho certo para acabar com qualquer crise é através do diálogo. Além de trazer imediato cessar-fogo, o diálogo irá facilitar a reintegração dos insurgentes para a sociedade ", disse Fage.
Emprestando sua voz para o problema, o assessor de Segurança Nacional para o governo nigeriano, Mohammed Sambo Dasuki, corrupção generalizada nomeado, incapacidade dos estados da região Oeste Africano para fornecer serviços básicos, como um policiamento eficaz, a justiça, o acesso à água, cuidados de saúde acessíveis e educação , como outros factores que contribuem para a criminalidade na região.
De acordo com ele, os grupos armados como a Al-Qaeda, Boko Haram e do Movimento para a Unidade ea Jihad (MUJAO), estão interligadas com outras organizações criminosas transnacionais, cometer atos de terrorismo e de abuso dos direitos humanos, o aumento do fluxo generalizado de armas ilegais e assim, a prática de tráfico de seres humanos e de drogas. Ele acrescentou que as questões, tais como, a falta de oportunidades económicas, a cooperação regional limitada e sectores de segurança e defesa fracos tinha ajudado a insurgência para prosperar no Sahel e na região Oeste Africano, com o risco de propagação.
De acordo com esses especialistas, é importante para a Nigéria para assumir a liderança na obtenção do Golfo da Guiné; e para outras nações do Oeste Africano para cooperar com os organismos regionais para assegurar a região Oeste Africano, a fim de fechar o terrorismo e insurgência para fora.
terça-feira, 4 de novembro de 2014
Combater Narco-Estado na África: Guiné-Bissau na África Ocidental
Este artigo explora como Guiné-Bissau compromete a estabilidade regional e global, agindo como um ponto de transbordo de drogas ilegais, principalmente da América do Sul para a Europa.
Para inverter este estado de coisas, e para proteger os interesses dos Estados Unidos em toda a África Ocidental, Washington precisa ajudar o governo a combater a corrupção nacional e codificar o Estado de Direito.
Melhorar esses problemas não será fácil, porém, especialmente por causa da geografia do país, a cultura, as estruturas governamentais e contaminado militar.
(Esta publicação está sujeita a Título 17, Código dos Estados Unidos, Seções 101 e 105.)
(Esta publicação está sujeita a Título 17, Código dos Estados Unidos, Seções 101 e 105.)
LINK:
quarta-feira, 27 de agosto de 2014
Engajamento do imigrante no desenvolvimento do País
C/ a devida vénia, partilhado de Armando Conde, 26/8/ 2014
sexta-feira, 22 de agosto de 2014
Che Guevara, Amílcar Cabral e a quimera africana
O livro intitula-se “Che Guevara: La clave africana, Memorias de un comandante cubano, mebajador en la Argelia postcolonial”, por Jorge Serguera (Papito), Grupo Editorial Líberman, Colección Memoria Histórica, 2008. São memórias de um comandante cubano que Fidel Castro nomeou embaixador na Argélia em 1963 e que disserta abundantemente sobre a presença de Che Guevara em solo africano e quais os seus sonhos revolucionários, centrados no Congo em chamas.
Vem a propósito os seus encontros com Amílcar
Cabral e o fornecimento de material cubano anterior à visita que
Amílcar Cabral fará a Havana, em janeiro de 1966, e de que
resultará um inequívoco apoio militar e logístico que se estenderá
até ao fim da guerra. Jorge Serguera irá mover-se em Argel em
contactos clandestinos com argentinos adeptos de Perón prontos a
conspirar e venezuelanos ávidos de passarem à luta armada. Teremos
verdadeiras águas-fortes de Ben Bella, Boumédiènne, Ben Barka,
cujo assassinato em 1965, segundo o autor, terá prejudicado os
propósitos da Conferência Tricontinental. Para o amante do
histórico do Movimento dos Não-Alinhados e para os fervorosos do
pensamento guevarista, há aqui muita surpresa, garanto.
Mal pisou solo argelino, no início de 1963, as
autoridades pediram ao embaixador cubano para se encontrar com Sékou
Touré. Nessas conversações, Touré reclamou um embaixador cubano
em Conacri, o embaixador promete transmitir o pedido do presidente
guineense. De viagem a Havana, encontra-se com Fidel e relata-lhe a
conversa com Sékou Touré. Fidel pede-lhe para comunicar a Sékou
Touré se ele estava disposto a que ajudassem o PAIGC, recebera
pedido de Amílcar Cabral, a revolução cubana devia ser solidária
com estes guerrilheiros. Nessa mesma noite encontra-se com Che
Guevara que lhe pergunta o que pensaria Ben Bella se ele acolhesse
Perón na Argélia, em seu entender essa viagem poderia melhorar a
sua imagem na América Latina. Havia agora que consultar Perón. E o
encontro realizou-se, não teve consequências.
Regressado a Argel, Jorge Serguera segue para
Conacri, de imediato é no dia seguinte que recebi uma visita totalmente inesperada mas
muito agradável de Amílcar Cabral. Suponho que esta visita foi
promovida pelo presidente. Pela primeira vez tinha diante de mim um
dirigente revolucionário, em luta
aberta contra Portugal, o líder do PAIGC.
![]() |
| (C/ Fidel na visita a Havana em Janeiro 1966) |
Era jovem, possuía uma
cultura europeia e pelos seus modos e facilidade de exposição
revelava uma formação humanista e incomum. Com uma linguagem
coerente e sem propósitos evidentes de impressionar, abordava o tema
com tal desenvolvimento e competência que me recordava uma aula na
universidade. Falava como um livro. Quando toquei no tema do
diferendo sino-soviético, logo meteu a sua interpretação das
posições chinesas num ângulo favorável mas lamentando que tudo
aquilo, além do dano que resultava para o movimento de libertação
continental, iria conduzir fatalmente a um cisma. Através dele,
confirmei a informação de que os chineses desenvolviam duas
fábricas e outros projectos na Guiné e que a ausência soviética se
fazia notar. Solicitou o nosso apoio e ajuda. Segundo ele, a luta na
Guiné-Bissau estava bem estruturada e ele concluía que os
portugueses não podiam resistir nem suportar aquela guerra durante
muito tempo. Mantinha boas relações com Agostinho Neto e os
dirigentes da FRELIMO. Avancei a minha opinião de que uma
coordenação de acções militares simultâneas nos três países
faria insuportável a situação para os portugueses, e conduziria ao
colapso. Quando nos despedimos, anunciou a sua próxima visita e o
nosso encontro em Argel. Assegurei-lhe que informaria Fidalgo sobre o
seu pedido".
E depois derrama-se em considerações sobre a
Guerra Fria, o problema do socialismo no mundo, descreve
detalhadamente a Argélia, a libertação da nação argelina e a
posição melindrosa do Partido Comunista Argelino, muito
referenciado pelas suas estreitas ligações ao Partido Comunista
Francês. Viaja na comitiva de Fidel Castro à URSS e depois Che
Guevara chega a Argel. Depois da “crise dos mísseis” de outubro
de 1962, Che estava absolutamente convicto que era indispensável
abrir uma nova frente de luta contra o imperialismo, teria que ser
numa região que perturbasse os interesses dos EUA, não se sabia
ainda muito bem para onde pretendia ir Nasser, os dirigentes
argelinos pareciam-lhe bem-intencionados e anti-imperialistas. Os
não-alinhados estavam a entrar na cena, o Terceiro Mundo pretendia a
equidistância face aos blocos, era uma neutralidade que atraia
Nasser, Sukarno, Tito e Indhira Gandhi. O Che queria sondar vários
dirigentes africanos, conhecer-lhes os propósitos. É um
extensíssimo e curioso olhar sobre o guevarismo, nele é patente as
reservas que o comandante nutria à ajuda soviética, que ele
expressará no seu discurso em fevereiro de 1965 no Seminário
Económico de Solidariedade Afro-Asiática, em Argel.
Em janeiro de 1964 surge um foco de unidade
africana que se irá revelar como o único bem-sucedido: a união do
Tanganica com o Zanzibar, a Tanzânia; os cubanos depositaram alguma
esperança no nascimento deste Estado. É neste contexto que Jorge
Serguera é também nomeado embaixador no Congo Brazzaville, tinha
sido um pedido do presidente Massemba Debat. Che está radiante, já
tem uma plataforma para interferir nos conflitos que incendeiam o
Congo Kinshasa. Che viaja até Argel e fará seguidamente o périplo
africano que tinha sonhado, que o autor descreve, a viagem ao Mali e
depois à Guiné Conacri. Aqui Che encontrou-se com Senghor e reuniu
amiudadas vezes com Sékou Touré e teve um encontro com Amílcar
Cabral que o impressionou positivamente. Che argumentava que era
importante e imprescindível que os dirigentes políticos do
movimento revolucionário estivessem no território de luta (mais
tarde di-lo-á a Agostinho Neto, que não terá apreciado a
observação). Che parte para o Congo, infiltra-se na sublevação,
irá regressar profundamente decepcionado. Há imensa literatura sob a
presença do Che em África, terá sido Amílcar Cabral o único
dirigente revolucionário que deveras o convenceu.
O autor volta à Guiné-Conacri, o navio El Uvero
está a chegar com armamento para o PAIGC, traz Kalashnikov,
morteiros 82, granadas obuses, espingardas RPK, metralhadoras BZA,
RPG, uniformes, traz também instrutores para o PAIGC. O El Uvero
partiria depois para outras águas, para descarregar armamento para o
MPLA e para a FRELIMO. Nessa noite o embaixador Serguera janta com
Sékou Touré e Amílcar Cabral, discute-se os apoios dos EUA a
Portugal, o conflito sino-soviético, a OUA, Nasser, a posição
Jugoslava. E o essencial do restante relato é dedicado à crise
argelina, ao golpe em que o coronel Boumédiènne depôs Ben Bella,
segundo o autor morria assim em definitivo o sonho africano do Che.
Em 1966, Fidel apoiará entusiasticamente o PAIGC e só muito mais
tarde se porá ao lado de Agostinho Neto e dos confrontos do MPLA com
os seus opositores angolanos.
(obs. fotos são da presença de Che Guevara no Congo)
(texto de: Dr. Beja Santos)
(publicado em: http://blogueforanadaevaotres.blogspot.pt)
quinta-feira, 21 de agosto de 2014
terça-feira, 19 de agosto de 2014
O Mercado de Noticias - Documentário
Publicado a 03/2014
O MERCADO DE NOTÍCIAS (extracto de 94min, 2014)
Roteiro e Direcção: Jorge Furtado
O MERCADO DE NOTÍCIAS é um documentário sobre mídia e democracia, que intercala depoimentos de treze jornalistas brasileiros com trechos da peça "The Staple of News", escrita pelo inglês Ben Jonson em 1625, quando do surgimento do jornalismo, e traduzida por Jorge Furtado e Liziane Kugland. A comédia de Jonson, montada e encenada especialmente para a produção do filme, revela sua espantosa visão crítica, capaz de perceber na imprensa de notícias, recém-nascida, uma invenção de grande poder e grandes riscos.
De seguida, uma entrevista muito interessante a um jornalista brasileiro - para leitores sem preconceitos e jornalistas sem peneiras.
- O começo
- O que faz um jornalista ?
- Como chegar à verdade ?
- Referências
- O jornalismo depois do papel
- Filtro de informações
- Como a noticia chega ao repórter ?
- A fonte
- Preconceitos
- Manchete x Noticia
- Miudezas efémeras
- Calúnias na internet
- Direito de resposta
- Censura e auto-censura
- Liberdade de imprensa
- Verdades e mentiras
- Ficção e realidade
- Imprensa x Governo
- Seleccionando informações
- Publicidade oficial
- Certezas e suspeitas
- Criminalização da politica
http://youtu.be/_H2VaI8psJc
Publicado a 14/07/2014
Íntegra da entrevista concedida por Geneton Moraes Neto, para o documentário sobre mídia e democracia.
quarta-feira, 23 de julho de 2014
A ordem da lógica politica para bem dos povos não foi invertida Sr. Dr. Ramos Horta ??
Os argumentos provenientes de muitos amigos cuja integridade intelectual e inquestionável, quanto a adesão da Guine Equatorial à CPLP não passa despercebido, não nos deixa indiferentes.
Não represento a CPLP mas assumo como minha a decisão da Comunidade em aceitar o pedido de adesão desse País. Já em 2010, ainda Presidente da Republica, subscrevi o desejo da GE em aderir à nossa Comunidade.
Em primeiro lugar devo dizer que subscrevo as criticas contundentes de denuncia da pena de morte e graves violações de direitos humanos ocorridos naquele Pais.
A credibilidade da Amnistia Internacional é inquestionável. A integridade dos subscritores do abaixo assinado dirigido à CPLP é inquestionável. Devemos a todos eles o maior respeito.
Acredito que uma ação concertada, inteligente, prudente e persistente da CPLP junto do regime Guine Equatoriano, pode levar em pouco tempo às primeiras melhorias
- eliminação da pena de morte e da pratica de tortura, de prisões arbitrarias e desaparecimentos forcados; melhoria das instalações prisionais e do tratamento dos presos; acesso as prisões pela Cruz Vermelha Internacional;
- numa fase posterior, abertura em Malabo de uma missão do Alto Comissariado de Direitos Humanos com vista a monitorar a situação de direitos humanos, formação e capacitação de defesa publica, reforma do poder judicial, etc.
- promoção de dialogo nacional e de abertura politica a médio prazo, no prazo de 3 a 5 anos.
Esta seria agenda que eu recomendaria a CPLP como moeda de troca pela admissão da GE na CPLP.
Quanto aqueles que dizem que a CPLP esta a vender-se ao petróleo da GE eu responderia
- Timor-Leste nunca recebeu um centavo da GE; a GE não contribuiu um centavo para o processo eleitoral na Guine-Bissau e ninguém pediu ajuda a GE para o efeito;
- Angola e Moçambique tem muito maiores riquezas petrolíferas e outras que a pequena GE.
- O Brasil ainda é a sétima economia do mundo; as riquezas da GE não chegam ao PIB do Estado mais pobre do Brasil.
(in: R-H)
Para compreensão do que é a Guiné Equatorial
ACEITE POR CONSENSO SEM VOTAÇÃO FORMAL
QUEM É QUEM DENTRO DA CPLP ?
QUAIS AS LIGAÇÕES COM A BANCA PORTUGUESA ?
GUINÉ EQUATORIAL PRATICA: PENA DE MORTE, EXECUÇÕES EXTRA-JUDICIAIS, TORTURA, INCOMUNICABILIDADE, OBSTRUÇÃO AOS DIREITOS CÍVICOS.
terça-feira, 22 de julho de 2014
A CPLP e o futuro
Não vale a pena recordar as origens da CPLP nem a sua filosofia e propósitos de origem portuguesa, porque de facto foi o Brasil que a tornou viável e efectiva, com a intervenção brilhante e mal recompensada pelo destino, que o levou cedo de mais, e pelos factos da política imprevisível que não ajudaram a mantê-lo em posição de continuar como dinamizador.
Trata-se do embaixador José Aparecido de Oliveira. O mesmo aconteceria com o Instituto Internacional de Língua Portuguesa, que foi proposta portuguesa em colóquio organizado pelo Instituto Joaquim Nabuco, mas quem o tornou realidade, em curto prazo, foi Sarney, então presidente da República do Brasil. A intervenção criativa do Brasil foi sempre bem recebida, porque alinhava entre as grandes acarinhadas promessas de renovação no século em que estamos.
A brasilidade, na versão espalhada no mundo, e devendo muito a Gilberto Freyre, chamou a atenção da antropologia cultural para a criatividade da mistura das culturas europeia, ameríndia, africana, o que amortecia a memória dos sacrifícios da colonização não apenas lá, mas de norte a sul do continente, numa data em que o nazismo alemão envolvera o mundo, e o perseguido Stefan Zweig proclamava Le Brésil Terre d"Avenir (1941) pouco antes de decidir suicidar-se. As críticas que se desenvolveram em relação a Gilberto e à sua escola, em que se destaca o ilustre Fernando Henriques Cardoso, que parece não dispensar as reservas com que o incluiu no seu Pensadores que inventaram o Brasil (2013), mas também não se dispensou, quando presidente, de declarar o ano 2000 como Ano de Gilberto, nem implicaram que tal doutrina não fosse acolhida contra o racismo que caracterizou os crimes contra a humanidade, mesmo chamando a tal doutrina "a fábula das três raças", nem que ela se mantivesse como símbolo da identidade nacional, a favor da qual o pensamento de Gilberto continua a circular como uma bandeira, e ainda que a sua referência não viesse à lembrança dos numerosos casos em que a libertação dos povos pela descolonização a teve como paradigma no sentido de orientar o povo plural libertado para a fusão numa unidade nacional.
Acontece que a CPLP, que teve essa afirmada fábula nos seus alicerces, permitiu criar uma organização que não tem equivalente em qualquer das tentativas das restantes potências coloniais europeias de organizar para futuro uma solidariedade que não necessita de ignorar o passado, e teve não apenas a língua com os seus valores diferenciados pelas latitudes, mas também a maneira portuguesa de estar no mundo, como a diferença que permitia a sonhada unidade.
Este facto muda necessariamente de sentido quando um país como a Guiné Equatorial é admitida na organização sem corresponder aos fundamentos dela nem praticar os valores de futuro que a orientam, admitida portanto com fundamentos imprevisíveis. É um caso sem paralelo com a categoria de observadora que por exemplo assenta à Academia Galega da Língua Portuguesa, nem seguramente com o estatuto que deverão assumir as comunidades de origem portuguesa que são parte de Estados independentes e plurais, como a de Malaca, a da Califórnia ou da Nova Inglaterra, tal como não se descortina inconveniente para que os países da CPLP pertençam a outras organizações diferenciadas, como poderá ser a, se organizada, segurança do Atlântico Sul, uma condição exigente e indispensável para ultrapassar a anarquia em que se vive.
Mas o caso da Guiné Equatorial tem o significado não apenas de ferir a filosofia e a realidade da CPLP como de vir apoiada numa motivação que não pode deixar de ser lida, com alarme, de que é uma nova diferente conceção estratégica que desponta, a qual exige atenção diplomática e política não apenas quando à origem, que foi suficientemente determinante, mas quanto aos objectivos que a orientam, talvez de acordo com uma regra pouco recomendável, que é a de não ser a seta que procura o alvo, é o alvo que orienta a seta. Esse alvo não é seguramente o que foi devotada e trabalhosamente o que animou os esquecidos e devotados servidores do projecto, sem paralelo, da CPLP.
P.s. do editor deste blog. Embora o autor deste trabalho o Dr. Prof. Adriano Moreira, tenha sido um homem do antigo regime, publico este texto porque lhe reconheço c/ respeitabilidade a sua honestidade intelectual e politica, enquanto homem das ciências politicas.
sexta-feira, 18 de julho de 2014
Dia Internacional Nelson Mandela, hoje 18 de Julho
Por consenso dos 192 países membros, a ONU determinou que, a partir de 2010, se passe a celebrar o Dia Internacional Nelson Mandela, na data do aniversário do dirigente negro que, em 1993, partilhou o Prémio Nobel da Paz com o seu compatriota sul-africano Frederik de Klerk.
A Assembleia-geral decidiu assim reconhecer a contribuição fundamental de Mandela, para a resolução dos conflitos, a liberdade no mundo e a promoção das boas relações entre todos os grupos étnicos.
Reconheceu também a dedicação de Mandela ao serviço da humanidade da resolução de conflitos, relações entre raças, promoção e protecção dos direitos humanos, reconciliação, igualdade entre os sexos e os direitos das crianças e de outros grupos vulneráveis.
Na mensagem do ano transacto, por ocasião da data, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-Moon, considerou Nelson Mandela “um combatente da liberdade, um prisioneiro político, um pacifista e um presidente. Curador de nações e mentor para gerações (…) Nelson Mandela é um símbolo vivo de sabedoria, coragem e integridade”.
"O próprio Nelson Mandela disse certa vez: Nós podemos mudar o mundo e torná-lo um lugar melhor. Está em nossas mãos fazer a diferença”, cita o Secretário-geral, apelando às pessoas a tornar realidade esta mensagem.
No documento Ban Ki-Moon diz que “a melhor forma de agradecer Nelson Mandela pelo seu trabalho é agir e inspirar a mudança”.
Nelson Rolihlahla Mandela nasceu no dia 18 de Julho de 1918 na cidade de Transkei, é filho de Henry Mgadla Mandela e Noseki Fanny. Coordenou, em 1961, uma campanha de sabotagem contra alvos militares e do governo e viajou para a Argélia para treinamento paramilitar.
Em Agosto de 1962, Nelson Mandela foi preso após informações da CIA à polícia sul-africana, sendo sentenciado a cinco anos de prisão por viajar ilegalmente ao exterior e incentivar greves.
Em 1964 foi condenado a prisão perpétua por sabotagem (o que Mandela admitiu) e por conspirar para ajudar outros países a invadir a África do Sul (o que Mandela nega).
No decorrer dos 27 anos que ficou preso, Mandela se tornou de tal modo associado à oposição ao apartheid que o clamor "Libertem Nelson Mandela" se tornou o lema das campanhas anti-apartheid em vários países.
Durante os anos 70, ele recusou uma revisão da pena e, em 1985, não aceitou a liberdade condicional em troca de não incentivar a luta armada.
Mandela continuou na prisão até Fevereiro de 1990, quando a campanha do ANC e a pressão internacional conseguiram que ele fosse libertado em 11 de Fevereiro, aos 72 anos, por ordem do presidente Frederik Willem de Klerk.
Em 1993 Nelson Mandela candidatou-se à presidência da África do Sul e foi eleito, exercendo o cargo de 1994 a 1999.
Como presidente do ANC (de Julho de 1991 a Dezembro de 1997) e primeiro presidente negro da África do Sul (de Maio de 1994 a Junho de 1999), Mandela comandou a transição do regime de minoria, o apartheid, ganhando respeito internacional pela sua luta em prol da reconciliação interna e externa.
Após o fim do mandato de presidente, Mandela recebeu muitas distinções no exterior, incluindo a Ordem de St. John, da Rainha Elizabeth 2ª, a medalha presidencial da Liberdade, de George W. Bush, o Bharat Ratna (a distinção mais alta da Índia) e a Ordem do Canadá.
Nelson Mandela recebeu o Prémio Príncipe das Astúrias à Cooperação Internacional (1992), Ordem de Mérito do Reino Unido (1995), Prémio Lenin da Paz (1962), Prémio Internacional Simón Bolívar (1983) e Prémio Nacional da Paz (1995)
Em 2003, Mandela fez alguns pronunciamentos, atacando a política externa do presidente norte-americano Bush. Ao mesmo tempo, ele anunciou o seu apoio à campanha de arrecadação de fundos contra a AIDS chamada "46664" - seu número na época em que esteve na prisão.
Em Junho de 2004, aos 85 anos, Mandela anunciou a sua retirada da vida pública.
Morte
No dia 5 de Dezembro de 2013 o presidente sul-africano Jacob Zuma anunciou a morte do seu antecessor: "A nação perde o seu maior líder", completando: "Ainda que soubéssemos que esse dia iria chegar, nada pode diminuir o nosso sentimento de perda profunda"; declarando luto nacional.
No anúncio presidencial, feito pela televisão, Zuma disse: "Ele está agora a descansar. Ele está agora em paz. A nossa nação perdeu o seu maior filho. O nosso povo perdeu um pai".
Na página oficial de Mandela, na rede social Facebook, foi colocada uma mensagem sua, de 1996, em várias línguas - inclusive em português, dizendo: "A morte é inevitável. Quando um homem fez o que considera seu dever para com seu povo e seu país, pode descansar em paz. Acredito ter feito esse esforço, e é por isso, então, que dormirei pela eternidade."
Como seu epitáfio, Mandela havia um dia declarado que gostaria de ter escrito somente: "Aqui jaz um homem que cumpriu o seu dever na Terra".
Funeral
Após o anúncio da morte do líder, uma multidão se aglomerou diante da porta de sua casa em Joanesburgo, bem como diante da sua antiga residência em Soweto. Já no dia 6 os bancos do país fecharam as suas portas em sinal de luto, e o arcebispo emérito Desmond Tutu o homenageava em cerimónia religiosa.
De acordo com as tradições Xhosa, um membro masculino deve permanecer ao lado do corpo durante o funeral; este papel coube ao neto mais velho, Mandla Mandela.
A cerimónia religiosa foi efectuada no antigo Soccer City, celebrada no dia 10 de Dezembro de 2013.
18 de julho, a Assembleia Geral CHAMA DO PREÇO DAS NAÇÕES UNIDAS NELSON MANDELA Rolihlahla
NOVA YORK, 18 de julho Organização 2014 - A Assembleia Geral marcará a comemoração, 18 de julho, o Dia Internacional de Nelson Mandela, com o lançamento oficial das Nações Unidas do Prémio Nelson Rolihlahla concedido a qualquer indivíduo que encarna o espírito do ex-presidente da África do Sul e activista contra o apartheid.
O lançamento terá lugar às 10 horas, no contexto de uma reunião informal da Assembleia-Geral, durante o qual os participantes vão prestar homenagem ao ex-líder sul-Africano por suas contribuições para a democracia, a justiça racial e reconciliação. Participar neste evento, incluindo o secretário-geral da Ban Ki-moon, da ONU, o presidente da Assembleia Geral, o Sr. John Ashe, presidente da Assembleia Nacional da África do Sul, a Sra. Baleka Mbete o reverendo Jesse Jackson, e Senhora Gay McDougall, especialista em direitos humanos.
As Nações Unidas Prêmio Nelson Rolihlahla Mandela foi criado na sequência de uma iniciativa do Presidente da sexagésima oitava sessão da Assembleia-Geral, o Sr. John Ashe.
"No ano passado, o mundo perdeu um de seus maiores líderes, Nelson Mandela", disse o Secretário-Geral em sua mensagem marcando a celebração do Dia. "O Dia Internacional Nelson Mandela é uma chamada à ação. Cada um de nós pode comemorar o dia, ajudando a resolver os problemas reais que enfrentam nossas comunidades. Juntos, podemos dar um monte de significado a esta celebração em abrindo o caminho para um futuro melhor. "
Todos os anos, em 18 de julho, o aniversário de Nelson Mandela, os habitantes do planeta são incentivados a dedicar 67 minutos de seu tempo é um minuto para cada ano Mandela dedicou ao serviço público, para ajudar os outros, , por exemplo, o voluntariado em um hospital, oferecendo apoio acadêmico a uma criança ou a distribuição de alimentos para os desabrigados.
Este ano, o Secretário-Geral, os membros do pessoal do Secretariado das Nações Unidas e do Gabinete do Presidente da Assembleia Geral e da Missão Permanente da África do Sul para as Nações Unidas, em parceria com o MillionTreesNYC iniciativa, dar parte do seu tempo para cuidar de árvores que foram recentemente plantadas perto da sede das Nações Unidas e no bairro de East Harlem, em Nova York.
Para mais informações e para obter fotos e vídeos, visite o site http://www.un.org/en/events/mandeladay
(fonte: Nações Unidas)
NOVA YORK, 18 de julho Organização 2014 - A Assembleia Geral marcará a comemoração, 18 de julho, o Dia Internacional de Nelson Mandela, com o lançamento oficial das Nações Unidas do Prémio Nelson Rolihlahla concedido a qualquer indivíduo que encarna o espírito do ex-presidente da África do Sul e activista contra o apartheid.
O lançamento terá lugar às 10 horas, no contexto de uma reunião informal da Assembleia-Geral, durante o qual os participantes vão prestar homenagem ao ex-líder sul-Africano por suas contribuições para a democracia, a justiça racial e reconciliação. Participar neste evento, incluindo o secretário-geral da Ban Ki-moon, da ONU, o presidente da Assembleia Geral, o Sr. John Ashe, presidente da Assembleia Nacional da África do Sul, a Sra. Baleka Mbete o reverendo Jesse Jackson, e Senhora Gay McDougall, especialista em direitos humanos.
As Nações Unidas Prêmio Nelson Rolihlahla Mandela foi criado na sequência de uma iniciativa do Presidente da sexagésima oitava sessão da Assembleia-Geral, o Sr. John Ashe.
"No ano passado, o mundo perdeu um de seus maiores líderes, Nelson Mandela", disse o Secretário-Geral em sua mensagem marcando a celebração do Dia. "O Dia Internacional Nelson Mandela é uma chamada à ação. Cada um de nós pode comemorar o dia, ajudando a resolver os problemas reais que enfrentam nossas comunidades. Juntos, podemos dar um monte de significado a esta celebração em abrindo o caminho para um futuro melhor. "
Todos os anos, em 18 de julho, o aniversário de Nelson Mandela, os habitantes do planeta são incentivados a dedicar 67 minutos de seu tempo é um minuto para cada ano Mandela dedicou ao serviço público, para ajudar os outros, , por exemplo, o voluntariado em um hospital, oferecendo apoio acadêmico a uma criança ou a distribuição de alimentos para os desabrigados.
Este ano, o Secretário-Geral, os membros do pessoal do Secretariado das Nações Unidas e do Gabinete do Presidente da Assembleia Geral e da Missão Permanente da África do Sul para as Nações Unidas, em parceria com o MillionTreesNYC iniciativa, dar parte do seu tempo para cuidar de árvores que foram recentemente plantadas perto da sede das Nações Unidas e no bairro de East Harlem, em Nova York.
Para mais informações e para obter fotos e vídeos, visite o site http://www.un.org/en/events/mandeladay
(fonte: Nações Unidas)
Que fazer ?
Educação, educação e mais educação.
Separar a religião(s) da educação e da dinâmica do desenvolvimento social.
quinta-feira, 17 de julho de 2014
China está tentando conduzir o francês para fora da África
Com o seu crescimento significativo em África, o governo chinês emitiu em 10 de Julho um papel branco, sugerindo o desenvolvimento de "parcerias estratégicas em África". Ilustração de ambições políticas e de negócios que às vezes se chocam com os interesses franceses
Atlântico Pequim emitiu em 10 de Julho um livro branco intitulado "China Aid Abroad", onde ele relatou um aumento acentuado em cooperação com vários países africanos. Como este documento pode ser um indicativo de que a natureza das ambições do Império do Meio no continente?
Antoine Glaser: Nos últimos tempos, a África tem sido palco de várias visitas de autoridades chinesas, incluindo o 1 º Parte, Xi Xingping, e seu No. 2 Li Keqiang. Os países-alvo mostraram interesse particular em Pequim por matérias-primas, em especial do petróleo, com solos de Nigéria e Angola são altamente dotado. Quénia também tem interesse em seus olhos, como a Etiópia, embora este não seja muito motivado por ambições económicas. Que ligações desenvolver Pequim são principalmente devido a presença da sede da União Africano, em Addis Abeba, a capital, sede, cuja construção o restante foi financiado para a melodia de US $ 200 milhões da China.
Pequim mostrou até agora, apesar da manifestação de uma expressão política genuína na região, uma distância diplomática para dar-lhes a imagem de um contrapeso para as antigas potências coloniais como a França, Portugal e Inglaterra.
Esses poderes antigos são entretanto permaneceu em sua "pré-praças" legado dos impérios do passado. Isto é particularmente verdadeiro para o hexágono que se contenta em seus "15 países", em que circulam tanto CFA como moeda comum(s). Em contraste, a estratégia da China é manter uma presença de norte a sul do continente, e não poupa nada na área de influência dos europeus. Pequim é o primeiro exportador para a Argélia e conta há quase 100.000 cidadãos, mas o governo também tem contribuído para a expansão das cidades como Luanda, em Angola, uma ex-colónia Português, onde cerca de 70.000 chineses agora . Para dar uma comparação, falava-se de "aldeia gaulesa", quando a Costa do Marfim e 000 expatriados franceses 50 (actualmente 15 000 hoje) é evocado na década de 1980.
É, portanto, vontade clara para cobrir a África como um todo, inicialmente motivada por comércio de produtos estratégicos (petróleo, urânio). Nós ainda podemos falar agora Incognita África como o potencial do continente foi finalmente mordeu "explorado", especialmente em termos de agricultura arável terra e dos recursos minerais. No entanto, este posicionamento económico está se tornando cada vez mais político, embora seja longe de ver uma parte "militar" assumir formas concretas. É inegável que, se a influência chinesa deseja exercê-lo em todos os níveis, não só sobre as matérias-primas como antes.
Você mencionou a visita de Li Keqiang à Nigéria em maio, seguindo o movimento dos pequenos Hollande dois meses antes. O que poderia ser o conteúdo da rivalidade franco-chinesa em termos de influência económica e comercial?
Da França, obviamente, ainda tem interesses substanciais na região, especialmente no nível militar. É, certamente, parte de seu assento no Conselho de Segurança da ONU em seu poder nuclear, mas também a sua capacidade de intervenção militar em várias partes do mundo, que deve muito a capacidade de manter bases francesas em vários pontos (a partir de Djibouti Reunião através Senegal, Ed). Como a presença geopolítica e militar é forte, como o componente económico permanece relativamente medíocre por sua vez, um fato que está enraizada na própria natureza da colonização francesa que é construído sobre missionários e bancadas que nunca têm realmente conseguiu crescer em proporções significativas.
Apesar da fraqueza económica relativa cada vez mais desafiado pela chegada de emergente Paris sempre pode contar, no entanto, um verdadeiro trunfo seguro ainda no negócio do Continente. Há, no entanto, nós provavelmente arrogância, os concorrentes subestimado como a China, que cresceram enormemente, entretanto, particularmente ao longo dos últimos dois anos. Podemos, portanto, falar de uma rivalidade de natureza económica, que é o resto não tanto a nosso favor recentemente. Somado a isso é feito os outros atores, Brasil e Índia, entre outros, são eles próprios também bem estabelecida no comércio Africano. Mesmo a Alemanha tornou-se o quarto exportador na África, em vez de França agora relegado para trás.
Este declínio comercial não foi, no entanto, como evidenciado pelo relatório Vedrine imprevisível encomendado em 2007, por ocasião da cimeira franco-Africano, em Cannes. É interessante notar que o ex-ministro dos Negócios Estrangeiros tinha sido no momento em que o governo francês acusado de não ter podido ver o surgimento de novos actores de negócios em África. François Hollande está agora a tentar inverter esta tendência, mais tarde, encontrando vários chefes de Estado, e na próxima visita a Costa do Marfim em 17 de Julho vai ser tão tão grande importância. François Hollande dezembro 2013 comunicada sobre a questão dos investimentos africanos que cerca de sua equipe para salvar 360 mil postos de trabalho em França em 2020, e esta declaração para entender melhor a futuros movimentos de cabeças passado e Estado franco-Africano. Vamos ver o que vai sair dessa tentativa diplomática "despertar", mas é em qualquer caso, claro que a China tem, entretanto, se tornar um grande concorrente neste ex-pré-quadrado França.
Para efeito de comparação, o superávit comercial francês para a África em 2012, embora em declínio, manteve-se ligeiramente em favor de Paris, com 1,5 mil milhões contra 2,9 bilhões em 2010 e 3 2 bilhões em 2009. Enquanto isso, o volume total do comércio entre a China eo continente foram trazidos a 166 bilhões de euros, ou 83% em relação a 2009. (Ed)
Durante muito tempo os empregadores franceses acreditavam que a vantagem da língua seria garantir que os nossos interesses comerciais, reforçada a nível diplomático, sempre favorável para a França para o voto das Nações Unidas faz. Os franceses, assim, manter muitos se sentem "em casa" na África, mas na verdade a única área onde estamos realmente dominante é o de serviços ainda abandonadas pelos emergentes. Em outro lugar, nossas quotas de mercado são, no entanto, constantemente aparada.
Essas rivalidades são ilustrados através da retransmissão recente por agências de notícias chinesas (aqui) desentendimentos ocorridos no Níger na sequência da assinatura de um contrato de mineração de urânio favorável Areva. O que é realmente a influência de Pequim na região estratégica?
Isso toca em uma questão que está no cerne do que podemos chamar possivelmente rivalidade franco-chinês, sendo este último particularmente significativo no setor de mineração. O Níger já está interessado na China há algum tempo, especialmente China urânio Corporação que gostaria de ter feito isso com sucesso a chinesa National Petroleum Corporation (CNPC), substituindo a Exxon Americana sobre campo de petróleo Agaden.
É mais especificamente a licença de exploração para o Imouraren urânio Areva de interesse da China na região, o local pode gerar de acordo com estimativas francesas mais de 5.000 toneladas de urânio por ano para mais três décadas. Areva foi um tempo considerado uma parceria com a China, mas, eventualmente, dobrada em última instância sobre a KEPCO sul-coreana.
As empresas chinesas, portanto, não ter sido capaz de retornar Imouraren ainda e deve ser principalmente local Azelik conteúdo cuja produção anual não exceda 1000 toneladas por ano. Um fato que seriamente perturbar os patrões chineses, enquanto o último pode não conduzir qualquer pesquisa geológica semelhante à dos locais Areva todos os cartões de detidos, e não pelo governo nigeriano, mas por uma estrutura de francês, ou seja, o BRGM (Bureau de Pesquisa Geológica e Mineração). Desentendimentos entre empresas chinesas Areva e, portanto, não data de ontem e não são levados à extinção nos próximos anos.
No caso da República Centro Africano, conhecido como o Elysée não impediu a queda do ex-presidente François Bozizé. As ligações que foram estabelecidas com as autoridades chinesas nos últimos anos de sua governação. Eles entendem a situação actual do país?
Em termos de interesses geo-económicas, os sites mais atraentes são os campos de petróleo da África Central no Norte que ultrapassar os fronteira do Chade, em particular no caso do site do Doba operado pela Exxon. Neste caso, o impasse é mais sobre o Presidente Bozizé e empresários Jack Grynberg, CEO da RSM Petroleum, o poder político de Bangui que eventualmente acenou caso de transferência dos depósitos para Pequim.
No entanto, não há nada a com a informação que eu tenho que dizer que o caso Central foi ou continua a ser o cenário de real confronto franco-chinês. Quando total imaginou um tempo para ir no consórcio Doba em parceria com a Exxon, a empresa finalmente decidiu continuar a operar de forma mais vantajosa em vez de investir nas posições região. Os interesses de empresas francesas, portanto, permanecem relativamente menor na África Central e é mal acho que poderia justificar uma briga de verdade com a China no que diz respeito às questões.
(Théophile Sourdille)
quarta-feira, 16 de julho de 2014
Fotografia e respectivo aconselhamento americano
Guiné-Bissau 2014/07/15 Crime e Relatório de Segurança
Viagens Saúde e Segurança; Transportation Security; Itens roubados; roubo; Violência política; Tráfico de Drogas; Marítima; Assalto; Segurança Financeira; Contrafacção; Inundações; assassinatos; Golpe de Estado; Guerra Civil; Tumultos / Agitação Civil; Eleições; Terrorismo religioso; outro; Suborno; Surto de Doenças
Crime
e Segurança Situação geral
Os
cidadãos americanos são geralmente bem recebido na Guiné-Bissau.
No entanto, devido à instabilidade política, económica e de
segurança, todos os cidadãos e organizações americanas deve
exercer a consciencialização da segurança pessoal elevado.
Guiné-Bissau é um dos países mais pobres da África Ocidental e
carece de recursos e infraestrutura para garantir um ambiente de
segurança estável suficientes.
Ameaças
de crimes
Os
criminosos, funcionários corruptos e os cartéis de drogas continuam
a minar o Estado de Direito e utilizar o país para actividades
criminosas, inclusive actuando como um importante ponto de trânsito
para a cocaína e o tráfico de armas de luz. O aumento no uso de
drogas e tráfico de entorpecentes também resultou em índices de
criminalidade aumentou em algumas das aldeias vizinhas. Costa
desprotegida da Guiné-Bissau e arquipélago, com mais de 90 ilhas, é
um paraíso para o tráfico de drogas e outras actividades criminosas.
A infraestrutura precária e falta de iluminação à noite também
apresentam um ambiente mais oportunista para os criminosos de
explorar. Guiné-Bissau mantém um alto índice de criminalidade em
resposta à frequência dos crimes cometidos e a falta de recursos
policiais e capacidades. Oficiais norte-americanos, empresários e
visitantes são vítimas, principalmente com base em crimes de
oportunidade para incluir pequenos roubos, furtos, roubo de objectos
de valor dos veículos e assaltos menores. Em particular, a actividade
criminal de baixo nível ocorre em áreas congestionadas, como o
Mercado de Bandim e porto, no centro de Bissau. Os criminosos
aproveitam de estrangeiros que tentam navegar pelos mercados lotados.
Vendedores agressivos, mendigos e criminosos de rua tirar proveito de
estrangeiros como eles sair do aeroporto de Bissau e nos mercados
lotados, onde eles podem cometer crimes de oportunidade, como furtos
e roubos.
O crime
violento para os estrangeiros não é comum em Bissau
Devido
à instabilidade e desenvolvimento de infraestrutura da cadeia de
suprimentos, é altamente recomendável que as empresas
norte-americanas realizar verificações de due diligence
aprofundados sobre os parceiros de negócios e investimentos.
Empresas internacionais e financiadores têm expressado preocupação
de que suas empresas ou companhias de navegação intermediários
podem tornar-se comprometida por traficantes de narcóticos que
utilizam seus negócios legítimos para acessar os recursos de envio.
A moeda
é o franco da Comunidade Financeira Africano (BCEAO / CFA). O na
economia é essencialmente baseada em dinheiro. Moeda falsa é
amplamente distribuído entre os vendedores ilegais em áreas
turísticas, como o aeroporto eo mercado de Bandim.
Globalmente
situação da segurança rodoviária
Segurança
Rodoviária e Condições da estrada
Devido
às más condições de infraestrutura de transporte, viajando na
maioria das estradas urbanas e rurais podem apresentar perigos
significativos. As condições das estradas e as normas de condução
são extremamente pobres. Enquanto Guiné-Bissau tem desenvolvido a
principal via de trânsito entre Bissau e a fronteira cruzamento Mpack
para o Senegal, a maioria das estradas não são regularmente
mantidas ou desenvolvidas. Por razões de segurança, o pessoal do
governo dos EUA não têm permissão para dirigir ou viajar para fora
de Bissau, durante as horas de escuridão. Devido à falta de
iluminação e condição física das estradas, há vários perigos
invisíveis, para incluir o banditismo ou carjacking.
Condições
de tráfego em Bissau apresenta vários desafios de transporte.
Construção em curso e semáforos instalados recentemente na Avenue
des Combatentes da Liberdade da Pátria, no centro de Bissau criou
congestionamento significativo em todo o centro da cidade a partir do
aeroporto do Porto. Além disso, o stop-and-go errático e contínuo
de pequenos autocarros de transporte (Toca-tocas) e táxis cria um
padrão de tráfego imprevisível e instável. O Gabinete de
Segurança Regional não recomendo os visitantes utilizam o sistema
de ónibus convencional, o "Bus Rapides", ou Toca-Tocas.
Drivers
são incentivados a ter cautela durante a estação chuvosa
(junho-outubro) devido a estradas inundadas e um aumento do número
de buracos.
Oficiais
norte-americanos, viajantes de negócios, e outros visitantes são
encorajados a providenciar o transporte e motoristas, enquanto em
Bissau. Devido à imprevisibilidade das condições das estradas e a
falta de infraestrutura pública, os motoristas contratados
confiáveis são o método mais eficiente de viagem.
Há
também vários serviços de táxi disponíveis em Bissau. Os
passageiros devem ter cuidado ao seleccionar um táxi, porque muitos
estão em condições sub-padrão. Sempre negociar um preço antes de
entrar em um táxi. Embora difícil, dada a situação actual
construção, têm o uso do driver apenas as principais estradas para
a cidade, há atalhos, e nunca entrar em um táxi que já está
ocupado. Táxis servir como um serviço de ónibus, em que cada
passageiro paga por um assento. Se o táxi pára para pegar alguém,
dizer ao motorista que você não vai pagar-lhe.
Políticos, Económicos, Religiosos e Étnicos Violência:
Sistema
político frágil do país e a fraca governação permite a corrupção
generalizada directamente influenciada pela actividade ilícita. Em
2011, a Guiné-Bissau foi classificada como 154 dos 180 países
pesquisados em 2011 Índice de Percepção da Corrupção da
Transparência Internacional (CPI).
Desde
a sua independência de Portugal em 1974, Guiné-Bissau tem sido
assolado pela instabilidade política, tentativas de golpes,
assassinatos políticos, uma guerra civil, e agitação civil
contínua. Guiné-Bissau está se dirigindo para as eleições, e
problemas significativos continuam a existir com o Estado de Direito.
Guiné-Bissau continua a experimentar perturbações políticas
periódicas e instabilidade, e todos os viajantes para o país deve
acompanhar de perto a situação política.
Em
janeiro de 2012, o Presidente da Guiné-Bissau, Malam Bacai Sanhá
faleceu devido a causas naturais, em Paris, França. Sanhá foi
eleito em julho de 2009, após o assassinato do presidente João
Bernardo Vieira em 2 de março de 2009. Suspeita-se que o militar
assassinado Vieira para vingar a morte do ex-Forças Armadas Chefe do
Estado Maior General José Batista Tagme Na Waie, assassinado a mesmo
dia. A competição política e comercial entre os líderes civis e
militares levaram a ambos os assassinatos.
As
eleições presidenciais foram interrompidos por um golpe de Estado
em abril de 2012, que foi imediatamente seguido pela formação de um
governo de transição. As eleições democráticas maio 2014 levou à
vitória do ex-ministro das Finanças, José Mário Vaz.
Local,
regional, e Ameaças Terrorismo Internacional / Preocupações
Há
uma ameaça regional em curso do terrorismo transnacional na África
Ocidental que se refere directamente à Guiné-Bissau. A instabilidade
política, as fronteiras porosas e a falta de recursos de aplicação
da lei cria um vácuo para os terroristas para explorar como um lugar
de refúgio e apoiar ainda mais as operações logísticas regionais.
Nos últimos anos, os terroristas associados à al-Qai'da na Terra do
Maghreb Islâmico (AQMI) têm utilizado Guiné-Bissau para facilitar
as operações terroristas. Em 11 de janeiro de 2008, as autoridades
prenderam Ould Sidi Ould Sinda e Chabarnou, dois terroristas da AQMI
cobradas pelo assassinato de quatro turistas franceses no sul da
Mauritânia durante um ataque de véspera de Natal. Os terroristas
estavam transitando Guiné-Bissau para fugir de forças de segurança
estrangeiras. Eles foram presos em um hotel regularmente utilizado
por visitantes estrangeiros, perto do aeroporto de Bissau. Em
fevereiro de 2011, três terroristas da AQMI, incluindo uma
Guiné-Bissau nacional, foram presos na Mauritânia por conspirar
para realizar ataques contra ambas as instalações do governo
francês e da Mauritânia. As prisões confirmar que Guiné-Bissau é
vulnerável à influência terrorista. Enquanto os terroristas não
têm demonstrado a capacidade operacional para realizar ataques na
Guiné-Bissau, existe a ameaça geral de ataques terroristas
indiscriminados.
Agitação
Civil
O
governo reconhece a liberdade de reunião / associação e autoriza
manifestações públicas. As manifestações tipicamente começar ou
terminar em frente ao antigo Palácio Presidencial na Praça dos Heróis Nacionais. Enquanto a maioria das manifestações são
não-violenta, a instabilidade política pode levar a actividade
violenta entre os manifestantes. Recomenda-se que os americanos
oficiais, empresários, visitantes e outros transeuntes evitar todas
as manifestações públicas.
Desde 1982, o Movimento das Forças Democráticas de Casamance (MFDC) rebeldes têm lutado pela independência para a região sudoeste do Senegal entre Gâmbia e Guiné-Bissau, conhecida como a Casamance. Rebeldes do MFDC dirigido principalmente instalações militares, comboios e pessoal, mas civis na Casamance foram alvos de oportunidade para os rebeldes e bandidos ambos os locais. Depois de uma iniciativa de paz em 2012, a luta cessou com as duas rebeldes e tropas do governo senegalês observando um cessar-fogo de facto. No entanto, devido à presença dos rebeldes na região noroeste da Guiné-Bissau, em particular ao longo das estradas entre Mpack, São Domingos e Varela, os americanos oficiais e empresários devem ter cautela. Aconselha-se a apenas viajar durante o dia e para acompanhar a situação de segurança local antes de viajar.
Preocupações específicas
Desde 1982, o Movimento das Forças Democráticas de Casamance (MFDC) rebeldes têm lutado pela independência para a região sudoeste do Senegal entre Gâmbia e Guiné-Bissau, conhecida como a Casamance. Rebeldes do MFDC dirigido principalmente instalações militares, comboios e pessoal, mas civis na Casamance foram alvos de oportunidade para os rebeldes e bandidos ambos os locais. Depois de uma iniciativa de paz em 2012, a luta cessou com as duas rebeldes e tropas do governo senegalês observando um cessar-fogo de facto. No entanto, devido à presença dos rebeldes na região noroeste da Guiné-Bissau, em particular ao longo das estradas entre Mpack, São Domingos e Varela, os americanos oficiais e empresários devem ter cautela. Aconselha-se a apenas viajar durante o dia e para acompanhar a situação de segurança local antes de viajar.
Preocupações específicas
A infraestrutura de utilidade é solidariamente danificado e
subdesenvolvido. Electricidade e água são irregulares em Bissau e
em grande parte indisponíveis em todo o interior. A falta de infraestrutura, contribui para um ambiente de trabalho dispendioso e
instável. A fonte residencial e comercial primária de energia eléctrica em Bissau é dirigida por geradores a diesel.
Riscos Ambientais
Riscos Ambientais
Durante
a estação chuvosa (junho-outubro), as fortes chuvas causaram
inundações e perda de vidas. A más condições das estradas ea
falta de infraestrutura presentes perigos quando pendulares.
Preocupações de viagens regionais e zonas restritas de Viagens / Zones
Preocupações de viagens regionais e zonas restritas de Viagens / Zones
Em
2006, Bissau foi declarada como um "livre de minas" zona
por funcionários do governo e ONGs que ajudaram no processo de
desminagem. Os viajantes não devem deixar de estradas e caminhos
designado. Os condutores devem ser prudentes e cautelosos em todo o
país. Todos os viajantes devem estar cientes de que há milhares de
minas terrestres que sobraram da guerra civil e da guerra de
independência espalhados por todo Guiné-Bissau, particularmente nas
áreas de Bafatá, Oio, Biombo, Quinara e Tombali.
Embaixada
dos EUA Dakar mantém uma política de viagens restrito para
funcionários do governo EUA e familiares no Casasmance. Por favor,
veja o Senegal 2014 Crime e Relatório de Segurança para mais
detalhes.
Crimes
relacionados com a droga
Guiné-Bissau
tem sido identificada como a porta de entrada para a África
Ocidental e da Europa para o tráfico de entorpecentes. A falta de
capacidades e recursos de fiscalização, fronteiras porosas, susceptibilidade à corrupção, e localização em relação à
Europa, América do Sul e países do Oeste Africano vizinhos
proporciona um ambiente oportuno para os traficantes. Cartéis de
drogas internacionais e outras organizações criminosas utilizam
ilhas não policiadas e pistas de pouso remoto para promover motivos
de tráfico de entorpecentes, tráfico de armas e imigração ilegal.
Traficantes de narcóticos tradicionalmente enviar remessas a granel
de narcóticos para Guiné-Bissau e acabar com os itens em pequenas
unidades para contrabandear para o Norte de África e da Europa. Os
traficantes usam todos os meios de transporte, incluindo o apoio
marítimo, rotas terrestres através do Norte de África e Ocidental,
e apoio aeroporto através comercial, carga e companhias privadas.
Response Polícia
Response Polícia
Enquanto
a comunidade internacional está a ajudar Guiné-Bissau para
reestruturar a infraestrutura de execução judicial e da lei,
corrupção, suborno e assédio existe em todos os níveis de
governo. Polícia e pessoal de emergência são mal treinados e
carecem de recursos para responder a situações de criminalidade e
de emergência. Devido à deficiência de recursos, o tempo de
resposta a situações de emergência podem ser oportunas ou
inexistente. Se a polícia não responder a um incidente, eles podem
não ter as habilidades investigativas necessárias para resolver
crimes ou identificar / prender suspeitos.
Pessoas que violem as leis, mesmo sem saber, pode ser expulso, preso ou detido temporariamente. Os estrangeiros são obrigados por lei a apresentar a documentação para os agentes da lei, se for solicitado. Como regra geral, a polícia não distinguem entre documentos originais e fotocópias.
Como lidar com incidentes de Polícia detenção ou perseguição
Pessoas que violem as leis, mesmo sem saber, pode ser expulso, preso ou detido temporariamente. Os estrangeiros são obrigados por lei a apresentar a documentação para os agentes da lei, se for solicitado. Como regra geral, a polícia não distinguem entre documentos originais e fotocópias.
Como lidar com incidentes de Polícia detenção ou perseguição
Que
os EUA não têm um acordo com a Guiné-Bissau exige notificação da
Embaixada de prisões dos EUA. Se os americanos são presos na
Guiné-Bissau ou uma vítima de suborno ou assédio, eles devem usar
todos os meios de comunicação disponíveis para alertar a embaixada
dos EUA em Dakar ou o Escritório de Ligação da sua situação
Bissau.
Para
onde se virar para a sua colaboração se tornar uma vítima de Crime
Não há equivalente local ao "911" linha de emergência na Guiné-Bissau. No entanto, os seguintes números de emergência estão no local para situações de emergência específicas:
Polícia (Polícia de Ordem Pública) – 117
Não há equivalente local ao "911" linha de emergência na Guiné-Bissau. No entanto, os seguintes números de emergência estão no local para situações de emergência específicas:
Polícia (Polícia de Ordem Pública) – 117
Serviços
de ambulância (emergências médicas) – 113
Fire
– 118
Americanos
que são vítima de um crime ou incidente de emergência deve
contactar a Embaixada dos EUA em Dakar, Senegal, ou EUA Bissau
Liaison Office.
Várias
agências de Polícia / Segurança
O
Ministério do Interior, Polícia de Ordem Pública, tem a
responsabilidade primária para responder a incidentes de emergência
e fazer cumprir as leis de trânsito, em Bissau.
O Departamento de Justiça, Polícia Judiciária, têm a responsabilidade primária de grandes investigações para incluir o terrorismo eo tráfico de drogas.
O Departamento de Justiça, Polícia Judiciária, têm a responsabilidade primária de grandes investigações para incluir o terrorismo eo tráfico de drogas.
Emergências
Médicas
O
sistema de saúde não tem farmacêuticos suficientes, suprimentos
médicos e profissionais da área médica. Hospitais não atendem aos
padrões ocidentais. Problemas médicos graves podem não ser
estabilizado em clínicas médicas privadas ou hospitais gerais,
enquanto aguardam evacuação médica. Seguro de evacuação médica
é altamente recomendado.
Os
viajantes devem levar um suprimento de quaisquer medicamentos
prescritos necessários, juntamente com cópias das receitas médicas,
incluindo o nome genérico para as drogas, e uma oferta de
preferência sobre-the-counter medicamentos.
Informações
de contacto para Hospitais e Clínicas locais recomendados
Geral
Nacional (Hospital Nacional Simão Mendes); Rua Da Eduardo Mondlane,
Bissau; Capacidades: O hospital tem aproximadamente 100 leitos e
oferece atendimento médico / cirúrgico geral para incluir ortopedia
e serviços básicos de emergência.
Serviços
de ambulância recomendada
Serviços
de ambulância aérea privados podem ser organizados através de
países vizinhos.
S.O.S.
Air Ambulance www.internationalsos.com
Londres,
Inglaterra: + 44 (0) 20 8762 8008
Genebra,
Suíça: + 41 22 785 6464
Pretoria,
África do Sul: + 27 (11) 541 1300
S.O.S.
Medicamentos Dakar
Dakar,
Senegal: +221-33 889-1515 ou sosmeddk@sentoo.sn
M.R.I.
Air Ambulance
Gaborone,
Botswana: +267 3901601
Vacinação
CDC específico do país e de Orientação Saúde
Malária,
cólera, hepatite e outras doenças tropicais, são os riscos para os
viajantes em Guiné-Bissau. Para vacina adicional e orientação de
saúde, por favor visite o CDC em:
http://wwwnc.cdc.gov/travel/destinations/traveler/none/guinea-bissau.
Dicas
sobre como evitar ser uma vítima
Crimes
/ Fraudes
Jovens
do sexo masculino realizar a maioria das fraudes em Bissau. A maioria
dos golpistas
trabalham
em pares para fins pickpocketing. Um homem vai distraí-lo,
envolvendo você em uma conversa ou tocando-lhe, enquanto o outro
homem estará escolhendo seu bolso, bolsa ou mochila. A maioria dos
golpes ocorrem no mercado Bandim, Aeroporto Internacional e Porto de
Bissau.
Melhores
Práticas de consciência situacional
Devido
às capacidades de aplicação da lei limitados e presença física,
é importante para todos os cidadãos e organizações americanas a
praticar as medidas de segurança pessoais. Com uma crise económica
continuou, criminosos comuns vai explorar vulnerabilidades para
cometer crimes de oportunidade.
Não use jóias caras de qualquer valor, uma vez que estes são alvo de crimes de arrebatar-e-garra. Não carregue mochilas ou pochetes, pois marca um indivíduo como um turista. Carregar sacos com alças curtas, que podem ser facilmente colocados sob o braço.
Não use jóias caras de qualquer valor, uma vez que estes são alvo de crimes de arrebatar-e-garra. Não carregue mochilas ou pochetes, pois marca um indivíduo como um turista. Carregar sacos com alças curtas, que podem ser facilmente colocados sob o braço.
Evite
carregar grandes quantidades de dinheiro. Se você deve levar
dinheiro, quebrá-lo e colocá-lo em diferentes áreas em sua pessoa.
Não troca de moeda com vendedores ambulantes. Os viajantes só deve
trocar o dinheiro em bancos e hotéis de confiança. Criminosos alvo
regularmente estrangeiros para a troca de moeda falsa, especialmente
no aeroporto e perto de hotéis. Caixas electrónicas e cartões de
crédito deve ser evitado, devido às altas taxas de fraude.
Recomenda-se que os viajantes garantir somas adequadas de CFA antes
de chegar na Guiné-Bissau.
Lei Guiné-Bissau requer que você tenha documentos de identificação válidos sobre sua pessoa em todos os momentos. Faça fotocópias de seu passaporte, carteira de motorista, e outro tipo de identificação; realizar cópias, enquanto em público. Coloque os documentos originais para o armazenamento seguro em seu hotel ou empresa.
Lei Guiné-Bissau requer que você tenha documentos de identificação válidos sobre sua pessoa em todos os momentos. Faça fotocópias de seu passaporte, carteira de motorista, e outro tipo de identificação; realizar cópias, enquanto em público. Coloque os documentos originais para o armazenamento seguro em seu hotel ou empresa.
Recomenda-se
a providenciar o transporte de confiança e limite andando Bissau
durante a noite para reduzir os riscos de ser vítima de um crime.
Nunca ande sozinho à noite ou dirigir em áreas desconhecidas.
Pré-providenciar transporte quando viajar à noite. Estacione o seu
carro em áreas bem iluminadas e viajados, se possível. Sempre
carregue uma pequena lanterna ou luz keychain à noite.
Embaixada
dos EUA Localização e Informação para Contacto
A
Embaixada dos EUA em Bissau suspendeu as operações em 14 de junho
de 1998, com a eclosão da guerra civil. Não há presença
diplomática ou consular permanente dos EUA na Guiné-Bissau. Em
2007, o governo dos EUA abriu um Escritório de Ligação EUA em
Bissau (BLO), que é composta por pessoal local. O BLO pode fornecer
serviços limitados aos cidadãos americanos em caso de uma
emergência.
A
Embaixada dos EUA em Dacar, no Senegal, é credenciado para todas as
preocupações diplomáticas, consulares e de segurança.
Endereço
Embaixada e Horário de Funcionamento
Embaixada
dos EUA Dakar, Senegal
Route
des Almadies
Dakar,
Senegal
Horário
de funcionamento: 0800-1700, M-F
EUA
Bissau Gabinete de Ligação
Edifício
SITIC
Rua
José Carlos Schwarz, 245
Bairro
d'Ajuda
Bissau,
Guiné-Bissau
Horário
de funcionamento: 0800-1700, M-F
Embaixada
Números de contato
Embaixada
dos EUA Dakar, Senegal
Embaixada
Operador (+221) 33-879-4000
Emergência
Aberto até tarde telefone / Post Marine One: (+221) 33-879-4000/4444
Oficial
de Segurança Regional Michael R. Lombardo: (+221) 33-879-4000
EUA
Bissau Gabinete de Ligação
Escritório:
(+245) 325-6382; (+245) 595-4647
Nota
- Aberto até tarde pede Guiné-Bissau deve ir a Embaixada dos EUA
Dakar
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