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Joseph Pulitzer

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

BANCADA DI TRIBUNA DI POVO

QUARENTA ANOS !!!


40 anos passaram e nem dei conta. Foram para muitos compatriotas, anos de miséria e de sofrimento. Foram anos de indecisão, de fuga sem precedente. A debandada total para a Europa ,em busca de tranquilidade resultou no desfalques que se verifica hoje na administração pública: a falta de quadros técnicos e administrativos. Nesse exílio forçado todas as classes sociais foram afectadas.
Os irredutíveis que ficaram, no país, enfrentam o quotidiano impiedoso, sem salários e nessa luta para a sobrevivência transformaram-se em " Artistas" na arte de viver com pouco. Alguns comem uma só vez por dia, comendo o mais tarde possível. Os mais ousados correm o risco de meterem as mãos nos cofres do Estado. As gorjetas são reclamadas em pleno dia, sem vergonha.
Os 40 anos não fizeram só os desgraçados. Também criou uma classe burguesa, ao abrigo das necessidades. Embora muito reduzida. Os seus filhos estudam no estrangeiro e eles mesmos vivem em vivendas luxuosas e circulam nos carros que certos patrões europeus evitam perguntar o preço. Entre esses, há aqueles que usurparam os bens deixados pela administração colonial portuguesa e ninguém pergunta. Todos esses imóveis que deviam pertencer ao património do Estado guineense, hoje, são propriedades de fulanos e beltranos e ninguém pergunta.
Os seus filhos beneficiarão amanhã desses bens adquiridos ilicitamente pelos pais corruptos e ladrões, que falsificaram os registos de propriedades.
40 anos passaram e as " Serpentes" engoliram o dinheiro do povo e nunca houve justiça, porque ninguém pergunta.
Se não bastasse, começaram a matar irmãos nossos. " Quem matou? _ É um bando de indivíduos armados! Ninguém sabe quem são. " Trata-se de indivíduos desconhecidos.
Mas quem governa? É um bando de " Inguliduris di dinheiro" . Desta vez quem falou sabe.
Só o povo não sabe!

(p.g)
 

Solidariedade sevilhana com destino a Bissau

 Jornalistas espanhóis solidários com a Guiné-Bissau, envia duas toneladas de maquinaria agrícola e material escolar e de Fontes de Andalucía e Cañada Rosal

 
(foto el correo)

Laovo Caende, un joven africano de 22 años, fue uno de los miles inmigrantes que perdieron la vida intentando alcanzar las costas canarias con un cayuco. Su historia la contó en 2006 el periodista José Bejarano en La Vanguardia, del que fue delegado en Andalucía durante 28 años, para lo que se desplazó junto a un fotógrafo a la aldea de Candemba Uri, en Guinea-Bissau, su lugar de origen. El padecimiento y las penurias de los habitantes de este lugar y la convivencia con ellos durante 11 días hizo surgir el proyecto solidario Laovo Cande. Justo ayer partieron desde Fuentes de Andalucía y Cañada Rosal los materiales que, durante varios meses, los habitantes de ambos municipios sevillanos han recopilado para enviar a la aldea de Candemba Uri.
Se trata, principalmente, del equipamiento necesario para amueblar una escuela infantil recién construida con fondo de la Diputación de Sevilla y de los citados ayuntamientos, que también forman parte de dicho proyecto, y de herramientas con las que dotar a una cooperativa agrícola de mujeres que se está desarrollando en Candemba Uri. Estos materiales van en un contenedor que, por vía marítima, llegará a Guinea-Bissau en un plazo aproximado de un mes.
“Es un homenaje al joven que murió en el cayuco y a su familia, y también a todas las víctimas de la inmigración”, señaló el periodista José Bejarano, promotor de este proyecto que gestiona desde 2012 Periodistas Solidarios, una sección de la Asociación de la Prensa de Sevilla (APS). Además, también se han enviado mobiliario para la guardería, material escolar, placas solares, dos moto-azadas y herramientas agrícolas. “En el próximo envío, que será dentro de un mes y medio, aproximadamente, mandaremos un tractor con todos los aperos de labranza”, añadió. En este primero se han mandado unos 2.000 kilos de material escolar y también sillas de ruedas para discapacitados.
Las receptoras son las mujeres de la aldea. “Son ellas las que se ocupan de la crianza de los hijos, de sustentar a la familia y de poner sentido común a la vida allí. Sin las mujeres el continente africano habría desaparecido”, aseveró el periodista.
Dentro del proyecto se recoge la puesta en marcha de una antena de radio, proyecto con el que colaboran Canal Sur y Radio Nacional, que se situará en la capital de la provincia de la aldea. Un total de 30 mujeres se harán cargo de su desarrollo. Además, los hospitales Virgen del Rocío y Macarena aportarán material sanitario para el centro de salud que prevé construir en 2014.

(o editor dispensou-se da tradução, por facilidade de leitura) 


Emigrantes com baixa escolaridade

Emigrantes de São Tomé e Príncipe, Cabo Verde e Guiné-Bissau têm baixa escolaridade 

São Tomé e Príncipe, Cabo Verde e Guiné-Bissau são os três países com as maiores taxas de emigração de baixa escolaridade, e mais de dois terços dos seus emigrantes só completaram o ensino fundamental, revelam a ONU e OCDE.

Divulgados nas vésperas do Diálogo de Alto Nível sobre Migração Internacional e Desenvolvimento, que a Assembleia Geral das Nações Unidas realiza entre quinta e sexta-feira em Nova York, estes são os números mais recentes sobre as tendências migratórias mundiais.
Segundo o documento agora tornado público pela Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Económico (OCDE) e o departamento de assuntos económicos e sociais das Nações Unidas, um terço de todos os imigrantes estabelecidos nos países da OCDE têm baixa escolaridade.
O número de migrantes internacionais na OCDE que não têm mais do que o ensino básico aumentou 12% nos últimos dez anos, sobretudo como resultado da procura de trabalhadores pouco qualificados e dos fluxos migratórios não relacionados com o trabalho, pode ler-se no mesmo texto.
A percentagem mais elevada de migrantes de baixas qualificações em 2010/11 foi de emigrantes nascidos em São Tomé e Príncipe (73%), Cabo Verde (68%), Mali (67%) e Guiné-Bissau (66%)

(in:vr)

 

Falta de financiamento adia eleições na Guiné-Bissau para data a definir

As eleições na Guiné-Bissau estão marcadas para 24 de novembro, mas todo o processo eleitoral está congelado por falta de financiamento. O movimento Ação Cidadã alerta que o adiamento só vai aumentar a pobreza no país.

 

MISSÕES DE PAZ na Guiné-Bissau

Itens: Missão; Local; Data; Nº homens uniformizados

 



Ramos Horta pede bloco de fala portuguesa


Ex-presidente do Timor palestrou na noite de segunda-feira no Fronteiras do Pensamento

 


(Prêmio Nobel da Paz integra missão da ONU na Guiné-Bissau e falou em Porto Alegre no Salão de Atos da Ufrgs  -  Foto: Lauro Alves / Agencia RBS)

 

Blocos como a União Europeia e a União Africana são formados por Estados, "mas desligados da realidade". A defesa de José Ramos-Horta, herói da independência do Timor Leste e atual representante especial da ONU na Guiné-Bissau, é de que os países da Comunidade de Países de Língua Portuguesa formem uma efectiva comunidade, conhecida por todos os seus habitantes e conectada às suas realidades.
O timorense falou na noite desta segunda-feira no Fronteiras do Pensamento, no Salão de Atos da UFRGS.
 _ Proponho que a CPLP seja na verdade uma comunidade entendida por todos os 300 milhões que oficialmente a constituem. Uma comunidade para colocar em pé de igualdade os países falantes de língua portuguesa, e para passar por cima de certo descaso da ONU com a situação difícil de alguns dos países _ como a Guiné-Bissau, de cuja empreitada de paz Ramos-Horta participa desde janeiro.
_ A missão em Guiné-Bissau é a indiada das Nações Unidas _ brincou.
E deixou claro seu método de trabalho ante a ONU: _ Faça mais, melhor e com menos recursos. Ramos-Horta cita os exemplos das missões de paz do Haiti e do Congo como dispendiosas e desatentas à questão da paz - sua real razão de ser.
A falta de recursos e de atenção à questão da Guiné-Bissau, no entanto, o assusta. Na conferência, o jurista foi crítico à capacidade de intervenção dos organismos internacionais em países em crise. Para ele, a ONU deixa conflitos se deteriorarem e só acorda quando a luta chega ao ponto do caos. Foi o caso da Somália ou do Mali - assim como o de Guiné-Bissau, país visto como porto do narcotráfico.
O povo depende economicamente da droga, a redemocratização é lenta e dolorosa (eleições gerais estavam previstas para novembro, mas, segundo ele, a realização provavelmente não será possível), E contou de sua luta para financiar as caras eleições de Guiné-Bissau, cujo orçamento é estimado em quase US$ 20 milhões de dólares. Nigéria e Costa do Marfim ofereceram apoio, mas a CPLP nada fez. No entanto, os meios de comunicação electrónicos trarão atenção à questão, confia Ramos-Horta, assim como no caso do Timor Leste em 1990.
O Fronteiras Porto Alegre é apresentado pela Braskem e tem o patrocínio de Unimed, Weinmann Laboratório, Santander, CPFL Energia, Natura e Gerdau. Promoção Grupo RBS. O projeto conta com a UFRGS como universidade parceira e com a parceria cultural de Unisinos, prefeitura de Porto Alegre e governo do Estado.

 (Fernanda Grabausk)


terça-feira, 1 de outubro de 2013

Mentiras de consumo virtual


PELO ANDAR DA CARRUAGEM, DENTRO DE DIAS, ESTAREMOS A DISCUTIR A ""LEGALIDADE DEMOCRÁTICA"" DE UM ESTADO GOLPISTA.

O QUE INTERESSA QUEM MENTIU A QUEM, DENTRO DE UMA OLIGARQUIA FOLEIRA CONSTITUÍDA POR MILITARES E POLÍTICOS DOS QUAIS JÁ TODOS CONHECEMOS OS SEUS PERFIS ???

SÓ HÁ UMA VERDADE OU MENTIRA. O APARELHO DE ESTADO ESTÁ NAS MÃO DE GOLPISTAS, À REVELIA DA VONTADE SOBERANA DO POVO GUINEENSE.

 

   
(foto da web)

Esta é a questão, tudo o resto contribui p/ dispersar atenções e paradoxalmente 'lavar' algumas faces.

(c.f. 10/2013)

 

 

Recordando a véspera do golpe de 12 Abril de 2012


À margem de certa maneira





Protesto frente à ONU na cidade de Bissau

Adicionar legenda

 

JOVENS CORAJOSOS MANIFESTANDO-SE EM FRENTE ÀS INSTALAÇÕES DA ONU, EM BISSAU - 1/10/2013

(in:DC)



O melhor Jogador da Guiné-Bissau

Médio «Ditchon» eleito o melhor futebolista do País

O médio Armindo Sanca, mais conhecido por 'Ditchon', foi eleito o melhor futebolista da Guiné-Bissau pela Associação de Jogadores de Futebol numa gala organizada na segunda-feira em Bissau.

(Foto: Daniel Rodrigues)

 Médio ofensivo e 'camisola 10' do Clube Futebol ''Os Balantas'' de Mansoa, campeão nacional da Guiné-Bissau, 'Ditchon' arrebatou o prémio do melhor jogador numa lista de 22 finalistas.
Em declarações hoje à Agência Lusa, 'Ditchon', de 19 anos, disse que se sente feliz pela conquista do primeiro prémio individual na sua carreira, o qual disse que vai dedicar aos dirigentes seu clube, aos seus colegas de equipa e sobretudo ao treinador, Bacari Sanhá.
O jogador afirmou ainda que o prémio ''é uma motivação extra'' para continuar a trabalhar e ''um dia'' chegar a futebol profissional, ''de preferência em Portugal''.
Para a Associação dos Jogadores de Futebol da Guiné-Bissau, o papel de 'Ditchon', também apelidado de ''Iniesta de Mansoa'', foi determinante na conquista do título para o clube sediado a 60 quilómetros de Bissau e filial numero 13 do Belenenses, de Portugal.
O também médio Suleimane Dembelé, do Benfica de Bissau, foi considerado o segundo melhor jogador do campeonato e o seu colega de equipa, Sidney Nogueira (avançado), o terceiro.
Os três receberam estatuetas em bronze e certificados de mérito.


" ASK XANANA " ( Perguntem a Xanana )

XANANA GUSMÃO DENTRO DE DIAS ESTARÁ EM GUINÉ-BISSAU.

ASK XANANA  - PERGUNTEM A XANANA !!!


(Grupo musical "Os Tubarões"

Arrependimento sobre o declarado, ou censura pura e dura ?

Sobre as tais declarações: AQUI

Líder interino da Guiné-Bissau "com saudades do parlamento"

Sarifo Nhamadjo diz que maior lição é gerir incompreensões no cargo assumido por inerência das funções parlamentares; presidente em transição diz aguardar financiamento internacional para realização de eleições em novembro.


O presidente de transição da Guiné-Bissau disse à Rádio ONU que está com saudades das funções que exerceu no parlamento do país.
Numa entrevista concedida em Nova Iorque, Manuel Serifo Nhamadjo falou do seu percurso na presidência, assumida após o golpe de Estado de 12 de abril do ano passado, que o obrigou a deixar a casa legislativa.



Seis Grupos
"A maior lição é gerir incompreensões. Eu fui confrontado com seis grupos de interesse. De repente, tinha que arranjar solução. Nestes seis grupos estava o meu partido, o PAIGC, revoltado com a situação. Eu tinha o PRS, um partido da oposição com estruturas muito bem consolidadas em vários pontos do país com interesses próprios. Tinha o terceiro grupo com vários partidos, cerca de 22 partidos, que tinham também um interesse. A sociedade civil como quarto grupo, as forças armadas e a comunidade internacional, que caiu numa incompreensão completa com o que aconteceu. E conciliar estes seis grupos para um objectivo comum que é um governo de inclusão, uma gestão de transição conjunta para preparar as eleições foi sendo uma das maiores experiências".
Após o derrube do governo de então, o comando militar avançou a proposta da sua nomeação aos partidos do Conselho Nacional de Transição, na qualidade de ex-líder da Assembleia Nacional Popular.

Carreira Parlamentar
 "Eu fui sempre parlamentar cerca de 18 anos, desde as primeiras eleições multipartidárias, eu fui eleito e continuei durante as quatro legislaturas até o 12 de abril. Agora, quando fui chamado a esta missão porque a nossa Constituição diz que na ausência do presidente da República quem assume é o presidente do Parlamento. Calhou-me desta vez (estar à frente do Parlamento)."
Relativamente às eleições marcadas para 24 de novembro, o presidente de transição da Guiné-Bissau disse que as garantias da sua realização estão condicionadas ao financiamento internacional.
Para Nhamadjo, o início de um registo eleitoral de raiz para o pleito é que deve determinar que haja tranquilidade no processo.

(Eleutério Guevane, da Rádio ONU)

Estrada que liga Tombali a Quinara

A estrada que liga Catio, região de Tombali, a Bula, região de Quinara, com 58 quilómetros de extensão, encontra-se num elevado estado de degradação, quase intransitável.

As más condições do percurso devem-se às fortes chuvas que ainda se verificam a sul da Guiné-Bissau, uma vez que o caminho consiste numa via de terra batida, como sempre foi desde a Independência.

Este Domingo, 29 de Setembro, a reportagem da PNN esteve no Sector de Empada, uma das localidades também sem infraestruturas rodoviárias, a poucos quilómetros de Catio, onde encontrou muitos veículos de passageiros e viaturas de transporte público superlotados, com destino à cidade na região de Tombali.

Devido às más condições da via, que estão reforçadas com fragmentos de madeira e paus para permitir a circulação, algumas das viaturas não conseguem efectuar o percurso, acabando por sofrer danos durante a viagem e obrigando os passageiros a pernoitarem no local.


Um alto responsável da Polícia de Trânsito (PT), colocado nesta zona país, explicou à PNN as situações que os passageiros enfrentam na referida estrada, onde é necessário quase todo o dia para se chegar ao destino.

«Veja como as pessoas estão amontoadas em cima das viaturas. Isto não devia acontecer mas temos falta de condições e muitas vezes não podemos intervir, por força da realidade», disse o agente da PT, que mostrou à PNN um tractor de uma empresa chinesa, utilizado para puxar os veículos que não conseguem atravessar a estrada cortada pelas correntes de água, sendo os condutores obrigados a pagar 15 mil F.cfa pelo socorro.

Noutra localidade, o agente da PT identificou uma longa curva de estrada, que fica muito escorregadio quando chove, o que pode provocar acidentes de viação.

Outra preocupação do oficial da PT está ligada ao transporte de contentores de madeiras por parte das empresas chinesas que operam nesta zona, que em muitos casos contribuem para danificar mais o piso.

Desde há alguns anos as obras de construção da estada que liga Buba a Catio têm sido objecto de muitas promessas, mas ainda não se verificou nenhuma atitude.

As verdadeiras intenções de Antonio Indjai

António Indjai assume que o golpe piorou a situação   do país
 
 
Numa reunião de segurança de estado que começou hoje em Bissau, António Indjai aceitou pronunciando publicamente que o golpe de estado de 12 de Abril piorou a situação do país.

O chefe militar disse que o levantamento militar que derrubou o poder civil destinava-se a ver a situação melhorada do país mas afinal não deviam remeter o poder aos civis, ou seja deviam eles mesmos (os militares) a assumirem o poder se calhar o povo estaria mais descansado, pela  lei dura que instauravam... 

Antonio Indjai adiantou num tom bem carregado acusar o Primeiro Ministro Rui Barros, de estar a matar o país e reafirmou que os militares estão fartos e cansados de guerra se não já deviam sair de novo na rua para mais um golpe contra atual governo, isso por razões desses não estarem a fazer nada para os militares, disse.
 
RDP África - 30 de Setembro de 2013
(via: rispito.com)