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Joseph Pulitzer

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

“Cerca de 22 milhões de pessoas passam fome nos países da CPLP” alerta a FAO

Os números são avançados pelo Chefe do Escritório da FAO em Portugal e junto da Comunidade de Países de Língua Portuguesa na sua primeira entrevista à Rádio Vaticano a propósito da realidade alimentar nos países da lusofonia e no contexto dos grandes desafios daquela organização das Nações Unidas que assinala no próximo dia 16 deste mês o Dia Mundial da Alimentação.


Neste contexto, este responsável da Organização para Agricultura e Alimentação destaca os progressos alcançados em quase todos os países lusófonos, com excepção da Guiné-Bissau, “o único país na CPLP em que o número de pessoas que passa fome aumentou”.

Uma realidade que atinge a Humanidade, basta dizer que 800 milhões de pessoas ainda não têm o suficiente para comer e uma em cada três crianças está mal nutrida. Para Hélder Muteia, é preciso “alcançar a meta da fome zero em todo o globo” e “fazer com que os cerca de um terço da produção mundial que hoje são desperdiçados, não vá para o caixote do lixo”.

Em conversa com o jornalista Domingos Pinto, o Chefe do Escritório da FAO em Portugal e junto da CPLP destaca o exemplo da Igreja para erradicar a pobreza e a fome no mundo, e deixa uma recomendação: “É importante que tenhamos todos este compromisso e possamos ouvir a voz do Papa” uma “voz qualificada”.
 
 
 

Arranca hoje uma campanha nacional de vacinação contra a Poliomielite

A campanha "será realizada em todos os países da sub-região da África Ocidental no mesmo período", até terça-feira, "é gratuita e é administrada a todas as crianças até aos cinco anos de idade", refere o UNICEF, em comunicado.


A erradicação da Poliomielite está inserida numa das estratégias das autoridades guineenses "visando a redução, em dois terços, da mortalidade nas crianças menores de cinco anos até final de 2015, no âmbito das metas estabelecidas para alcançar os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio", acrescenta.

A taxa de mortalidade naquela faixa etária é de 35,4 por cada mil nados-vivos, de acordo com o inquérito nacional MICS 2014.

As entidades envolvidas na campanha realçam que "a vacinação contra a Poliomielite é segura. Não há riscos de vacinar uma criança doente, com deficiência, ou que esteja mal nutrida".
 
 
 
 

EUA são único país que não ratificou Convenção Sobre Direitos da Criança

A representante especial do secretário-geral da ONU sobre Violência contra as Crianças, Marta Santos Pais, disse esperar que a ratificação da Convenção dos Direitos da Criança pelos Estados Unidos esteja próxima.


Trata-se do único país do mundo que ainda não confirmou o compromisso, que obriga aos Estados a respeitar vários direitos de crianças em seu território mesmo que não sejam cidadãos.


Expectativa
Falando à Rádio ONU, em Nova Iorque, Santos Pais explicou as razões que alimentam a expectativa da organização em relação aos Estados Unidos.
“É um país muito importante no processo de redação da Convenção dos Direitos da Criança e que ratificou já os dois protocolos à Convenção Sobre Crianças em conflitos Armados e a Exploração Sexual da Criança.”

Preferência
A representante disse ainda que os legisladores norte-americanos devem dar preferência ao tema, após a ratificação do documento pela Somália na quarta-feira.
“Por isso, nós temos muita esperança de que os Estados Unidos e sobretudo o Congresso dos Estados Unidos possa dar a esta questão uma prioridade clara e possa, dentro de muito breve tempo, aderir e juntar-se aos membros da comunidade internacional. Nós temos muita esperança que esse dia esteja muito próximo e que possamos festejar, decididamente, a Carta dos Direitos da Criança para todas as crianças em todas as partes do mundo.”

Direitos Civis

A Convenção dos Direitos da Criança passou a vigorar em 1989, 10 anos após a sua elaboração por um grupo de trabalho criado pela então Comissão das Nações Unidas para os Direitos Humanos.
A ONU considera o documento que envolve direitos civis, políticos, económicos, sociais e culturais “o tratado de direitos humanos mais ratificado”.

(Nota:  Somália tornou-se o 196º país a ratificar o documento na quarta-feira.)

(Marta Santos Pais quer que congressistas norte-americanos priorizem a ratificação da Convenção dos Direitos da Criança. Foto: ONU/Amanda Voisard.)
 

Senegal em táticas mar-terra treinam com EUA

"A maioria das nossas missões são muito parecidas com o treino que fizemos", disse o 1º tenente Ghumalo Sall, um comandante da companhia da unidade de comando. "Na maioria das vezes eles estão patrulhando na região sul Casamance ou em todo o rio ."


Os líderes da unidade receberam formação sobre o processo de planeamento Marine Corps para expandir o sistema militar frances para o planeamento a que eles estão familiarizados. 
Embora muitos dos comandos sejam experientes, os Marines ainda trouxeram um monte de ensinamentos para o terreno que ajudou a refinar as habilidades tais como: actividades de campo e exploração local tácito em terra e formações e comunicação em pequenos barcos.

Eles acabam conduzir o seu exercício, uma incursão de praia, abrangendo todas as habilidades abordadas ao longo das quatro semanas a fuzileiros navais e homens da Guarda Costeira que estavam no país. Depois de bater a praia de barco, os comandos conduziram o reconhecimento e emboscaram uma posição inimiga antes de retirar via barcos em outro local.

"Eles foram rápidos, discretos e agressivos", disse Sall. "No final, eles executaram sua missão apenas como nós esperávamos."

O desempenho e melhoria ao longo do treinamento é o que torna a parceria com os fuzileiros navais tão importante, acrescentou Sall, que já trabalhou com US Marine Corps equipes de segurança de cooperação desde 2012.
"O trabalho que todos os dias eles fizeram foi além das nossas expectativas", disse Sall. "É por isso que precisamos do treinamento com os fuzileiros navais."
 
 
 
 

Timor-Leste pede reforma da ONU para dar resposta a novos desafios

O primeiro-ministro de Timor-Leste, Rui Maria de Araújo, defendeu hoje, na 70ª assembleia-geral da ONU, uma reforma da organização para responder aos novos desafios do século e garantir a paz, segurança e direitos humanos para todos.


"As Nações Unidas precisam de uma reforma que lhe permita responder aos desafios emergentes das novas circunstâncias do século. Reformar o Conselho de Segurança tem sido apontado como um dos requisitos para o tornar mais representativo e equilibrado", afirmou o primeiro-ministro timorense.

Rui Maria Araújo, que tomou posse como primeiro-ministro de Timor-Leste em fevereiro, falava pela primeira vez numa assembleia-geral da ONU.


(Por ocasião da 70ª assembleia-geral da ONU - foto de José Ramos-Horta)


quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Concessão SEFA aprovado para central hidroeléctrica na G-Bissau

O Fundo de Energia Sustentável para a África (SEFA) aprovou uma doação de US $ 965.000 para apoiar a preparação de uma planta de 20 MW run-of-river hidroeléctrica em Saltinho, Guiné-Bissau.


A usina hidroeléctrica serão interligadas por uma linha de transmissão para Bissau e os países vizinhos no âmbito do programa regional de energia pela "Organização para o Desenvolvimento do rio Gâmbia", co-financiado pelo BAD. Este apoio SEFA cai sob uma parceria mais ampla com Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (UNIDO), Global Environment Facility (GEF) e do Centro da CEDEAO para Energias Renováveis ​​e Eficiência Energética (ECREEE), para renovável promoção investimentos em energia na Guiné-Bissau, incluindo o desenvolvimento do projecto hidroeléctrico em Saltinho.

Após a aprovação, João Duarte Cunha, coordenador SEFA, disse: "a sustentação da concessão SEFA visa atrair fortes parceiros / investidores privados e permitir ao projecto atingir bankability e tem um elevado efeito de demonstração na Guiné-Bissau e para além dela como o primeiro Produtor Independente de Energia ou Público-Privada Partnership Project, o primeiro grande projecto de energia renovável, e o primeiro negócio de project finance em um país de transição com a participação do Banco. "

Quando concluído, este projecto regional vai aumentar a capacidade total instalada no país, actualmente limitada a 26MW, levar a diversificação energética e diminuir significativamente o custo médio de produção. Além disso, contribuirá para reduzir a dependência excessiva de caro, diesel importado e óleo combustível pesado, e melhorar a pegada de carbono do país.

A concessão SEFA vai financiar a assistência técnica para estruturar o projecto, a fim de atrair investidores privados e também contribuir para a sua bankability. Em particular, a concessão vai abranger um estudo de viabilidade técnica, juntamente com um esquema institucional e financeiro para a produtora independente de energia ou um arranjo de Parceria Público-Privada.

O projecto também vai, através do fornecimento de energia limpa e renovável, contribuir para um dos objectivos SE4All de duplicar a quota das energias renováveis ​​no cabaz energético global, até 2030.

Um sumo partidário....

PAIGC: TENDO EM CONSIDERAÇÃO A EXPERIÊNCIA POLITICA, DIPLOMÁTICA INTERNACIONAL DE DOMINGOS SIMÕES PEREIRA, QUAL O PARTIDO QUE SE PODE AFIRMAR POLITICAMENTE PROGRESSIVO NOS TEMPOS DE HOJE, SE NO SEU SEIO TIVER QUEM DEFENDA A MUTILAÇÃO GENITAL, OS RÉGULOS QUEIRAM TER "VOTO NA MATÉRIA" NA GOVERNAÇÃO E A ONDE SE MISTURA RELIGIÃO COM POLITICA ??

NÃO SERÁ FÁCIL PARA A LIDERANÇA DESSE PARTIDO....

ENTRE OUTROS ASPECTOS O BAIXO ÍNDICE ACADÉMICO, A FORMA PERSISTENTE COMO ALIAM A POLITICA AOS SEUS INTERESSES PESSOAIS, QUE REGULAM A SUA ACTIVIDADE POLITICA PELAS SUAS CONVICÇÕES RELIGIOSAS, etç, et, etç... NENHUM PARTIDO COM ESTAS CARACTERÍSTICAS SE COADUNA COM O QUE O MUNDO MODERNO EXIGE NOS DIAS DE HOJE.

ESTA É A TRISTE REALIDADE... E NÃO ADIANTA ANDAR CONTINUAMENTE A FAZER DEMAGÓGICAMENTE ACTOS DE FÉ SOBRE A LUTA DE LIBERTAÇÃO E A FIGURA DE AMÍLCAR CABRAL.
FORAM OUTROS TEMPOS, OUTROS CONTEXTOS, OUTRAS CONDIÇÕES, QUE NÃO PODEM DE FORMA ALGUMA SERVIR DE FILOSOFIA PARA OS DIAS DE HOJE PARA ALÉM DO DESEJO DO POVO EM MANTER A SUA INDEPENDÊNCIA E LIBERDADE.

ESTAMOS NO SÉCULO XXI E O MUNDO AVANÇA A UMA VELOCIDADE VERTIGINOSA. E QUEM NÃO COMPREENDER ISSO CORRE SÉRIOS RISCOS DE SOBREVIVER POLITICAMENTE DE FORMA PRIMITIVA, QUE CONSEQUENTEMENTE ARRASTARÁ O POVO E O PAÍS DIÁRIAMENTE PARA UM PATAMAR CADA VEZ MAIS PRIMITIVO E SUBDESENVOLVIDO.
OU SEJA ACENTUARÁ PERIGOSAMENTE O SEU ATRASO DE DESENVOLVIMENTO NO MUNDO DAS NAÇÕES.
(editor, 01/10/2015)



ONU: Jorge Sampaio fala de apoio a universitários sírios

Antigo chefe de Estado português quer garantir geração de líderes sírios e seus formadores no pós-conflito; mais de 140 estudantes frequentam universidades de 10 países com o apoio da sua ONG Apoio Académico de Emergência.


O ex-presidente de Portugal, Jorge Sampaio, explicou porque deve ser considerado “uma emergência” o apoio a sírios que interromperam o ensino superior devido ao conflito.

Nas Nações Unidas, o vencedor do Prémio Mandela da Assembleia Geral 2015 disse que o grupo tem ficado para trás, com o foco internacional dado ao auxilio humanitário de alunos sírios dos ensinos primário e secundário.

Propinas

Sampaio está à frente de uma iniciativa portuguesa que oferece bolsas universitárias e apoia o pagamento de propinas de sírios. Estudantes apoiados pela ONG Apoio Académico de Emergência estão em 10 países nomeadamente Líbano, Iraque, Turquia, Egipto, Suíça, EUA, França, Alemanha e França.

“Temos a nosso cargo já 140 mais ou menos. Começamos por 63, vieram mais 40 e assim sucessivamente. Só podemos avançar à medida que houver recursos disponíveis para pagar uma parte e isso é essencial. Porque consideramos que não se pode deitar fora aqueles que ficaram no meio de uma educação universitária, que são essenciais para considerar uma geração futura de líderes do seu país, de ajudar à manutenção da paz e à sua criação para formar pessoas e constituir profissões que são necessárias à reconstrução do país.”

Enviado Especial


O antigo primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, esteve entre as personalidades abordadas por Sampaio. O ex-chefe de Estado português explicou o motivo do diálogo com o actual enviado especial da ONU para a Educação.

“Há um nicho de aplicação de dinheiros completamente objectivo num contexto da necessidade de formar diplomados. Portanto, a questão é de organizar. Como é que entre as várias possibilidades se organiza e coordena . Isso pode-se fazer através do que designei de mecanismo de resposta rápida ou um consórcio de universidades que tenha lugares disponíveis para estes estudantes. Combinando tudo isso e combinando ao financiamento, pode ser uma parte do financiamento que existe e pode ser buscado para a educação em geral e aplicado neste conjunto de coisas. Os contactos foram nesse sentido.”

Capacidade de Liderar

Jorge Sampaio defende que mais recursos podem garantir que após o conflito sírio haja uma “geração de líderes e de formadores de pessoas com a capacidade de liderar”.

O ex-presidente disse que vários jovens beneficiados pela iniciativa já fizeram o mestrado, outros tentam completar o nível e “há 700 ofertas não concretizadas por falta de fundos para o pagamento de bolsas”.


(Jorge Sampaio. Foto: ONU/Rick Bajornas)

“Meu partido é a Guiné-Bissau, a minha cor política é o crioulo”


Porque devem ler este livro? "Desesperança No Chão de Medo e Dor ".

Porque este livro de poesias não trata de mais uns poemas de Tony Tcheka. É um livro de poesias históricas, factuais, eventos ocorridos nos finais do ano 2011, 2012, com o golpe de estado, mais os 2 anos que se seguiram durante o período da transição, até as ultimas eleições.



Se os políticos deixaram as suas marcas, o povo viveu-as, os jornalistas deram conhecimento delas e os poetas sentiram-nas.
Poema Histórico!? Porquê? Porque marca, relata factos temporais. Dias, horas, gentes, lugares, coisas e sentimentos.
Os acontecimentos podem ser expressos de várias formas, este ilustre autor fá-los em poesia. Poesias interventivas na forma e na mensagem. Se os tempos eram turbulentos, confusos, de atropelos e de indefinição, nada como as palavras para ajudar a fixar. Que as palavras fixem as “acções “e “passos” dos homens.

“Jamais haverá ano novo se continuar a copiar os erros dos anos velhos “.

Luís Camões

Que as palavras sirvam de ensinamentos, aos jovens, se possível como forma de se evitar erros sobre erros.
Deve-se ler os “gritos”, a “dor” deste poeta, o poeta da nossa terra, um Guineense que viu, sentiu, ouviu e decidiu “não fechar-se numa concha e deixar que fossem apenas de outros as responsabilidades. Segundo ele, a Guiné merece mais do que tem tido. Merece a solidariedade de todos, a união de todos. Na alegria e na dor.

Deve-se ler porque, se o Chão ressentiu no Medo e Dor, foi das pisadas de revolta do seu povo sob as angústias dos seus corações.

Este é o testemunho de um escritor “desesperado” por ver dias melhores. Esta é a partilha de um poeta que é referência de muitos, esta é informação de um jornalista que será recordado como referencia porque marca o seu tempo com sabedoria, e deixa traços de uma época.

António Soares Lopes Júnior seu nome, Tony Tcheka como é conhecido, é autor de vários trabalhos destacados nacional e internacionalmente.

Se em 2008, em Lisboa, assisti ao lançamento do Livro Guiné Sabura que DóI, não poderia estar agora ausente no lançamento deste trabalho, editado pela Editora Corubal.

Já peguei no livro, senti-o, cheirei-o e folheei. Em linhas gerais, só pela apresentação honrosa do Ilustre poeta Mário Máximo percebi, que a orientação do autor não se altera: há inovação. Há maior comprometimento com a sua terra e seu povo. O contexto também em que é escrito dá-lhe maior responsabilidade e o livro parece-me mais sublime e requintado em termos de conteúdo, comparativamente.


Mala Posta, 17 horas do dia 25/09/2015. A sala estava agradável, havia cumplicidade entre os presentes e o autor, muitos são amigos, outros admiradores do trabalho e do seu percurso.

Para apresentar o livro, o escritor e poeta Mário Máximo e, em representação da Editora Corubal , Carlos Alante.

Abre a sessão e apresenta a mesa, Carlos Alante. Agradece a presença de todos, e realça a presença de alguns ilustres que se encontravam na plateia, entre os quais em representação da nossa embaixada, o Encarregado de Negócios da Embaixada da Rep. Guiné- Bissau em Lisboa, Dr. Mbala Fernandes.
Explica e bem a importância da existência da Editora Guineense, os trabalhos realizados os objetivos e ambições para o futuro.

A Editora Corubal está de parabéns. Através da sua existência tem contribuído para a promoção do nome da Guiné- Bissau e através da escrita, dá-se a conhecer a cultura, a história, a língua. E também a importância de deixar registos escritos da sociedade.

Incentiva a escrita, e dá visibilidade também a muitos trabalhos de jovens escritores que, de outra forma, teriam dificuldades em publicar. Mostra que é através do saber que se desenvolvem as mentes, e se cria liberdade de agir e pensar.

Por sua vez, o Poeta Mário Máximo apresenta o livro de forma agradável e orgulhosa. Fala da importância do momento, do autor e da língua portuguesa. A língua de Camões, a tal que é falada por 250 milhões de pessoas, é exaltada de forma ímpar. “Quis que sentissem este amor que tenho pela língua Portuguesa”. Justifica

Agradece o convite para apresentar o livro e a honra que representa para ele estar no meio lusófono. E parabeniza a militância pela adesão dos participantes, vista como sinal de amizade.

E como a lusofonia é singular pela união que gera, através da língua, coração, realça o papel da editora Corubal na divulgação e promoção da cultura.

Define o livro como complexo e completo.


Complexo porque espelha a experiência de vida do autor, a densidade que impõe, a abordagem intensa face ao contexto em que é escrito, o dramatismo que transpira.

Completo porque para além de bem escrito, há intervenções e comentários de bons e também reconhecidos escritores e poetas, destacando assim o livro e dando maior visibilidade ao autor. Personalidades como Odete Semedo, Robson Unigranrio, Maria Estrela Guedes, Arlinda Mártires Nunes, Moema Augel, J. Alberto Campato, entre outros.

Poemas escritos em Português e Crioulo, línguas que interagem naturalmente, e conferem de forma até especial, a mesma naturalidade da vivência do autor do livro.

O autor do livro Tony Tcheka toma a palavra, explica as motivações de ter escrito o livro e de o lançar ainda também neste momento. Momento conturbado em que vive a Guiné Bissau.

Das suas palavras emotivas apreende-se preocupação, interrogações na busca das razões, do porque desta incapacidade em nos entendermos. Mais, da natureza maligna de alguns homens, na destruição de uma pátria com história de Honra.

Este livro, segundo o autor é escrito sob o olhar presente das “ madrugadas de terror” vividas nesse período. Dias, noites de muitas incertezas que permanecem ate aos dias de hoje. Sem grande convicção se está para breve o fim deste ciclo que nos interpela. O Autor respira fundo, e questiona como pode alguém ficar indiferente a estes cenários: “ não posso fechar-me na minha Concha”.

Fechar-me perante a grandeza do País do seu povo e Cultura.

O autor não podia ficar passivo a ver o país “embrulhado” em mais uma crise. É contra natura, Se já se leram os seus anteriores escritos, pela forma apaixonada, intensa, nostálgica com que brinca com as palavras, percebem a natureza interventiva, patriótica, nacionalista na forma da sua escrita. De um eterno incomodado com as desigualdades sociais.

Este era o tempo de “lançar a Dor” e de nós, os leitores nos juntarmos a essa “dor”.


Este era o tempo, o mês. Setembro.

Setembro de Amílcar Cabral. Se o nascimento significa Vida, crescimento, Esperança. (12/09). A independência significa liberdade, donos do seu próprio destino (24/09). Todas as premissas lançadas para que a Guiné - Bissau fosse um caso de sucesso.

Derramou-se sangue à nascença, um líder e uma esperança. Derramou-se sangue, mortes dos combatentes da pátria, para que houvesse esperanças de Vidas melhores.
A escolha está em nós, dessa escolha fez com que o autor não desistisse de sonhar, mesmo que na dor. A dor de estar a escrever injustiças, desigualdades, impunidades, ambições exacerbadas dos homens, o antipatriotismo. A escolha se da nascença ergueremos a vida, a esperança e crescemos enquanto seres e país, e se da liberdade que conquistamos sem medo e dor, então que o chão se fixe e todas as canoas desencalhem e tragam progresso e o desenvolvimento.

Esta obra literária vem levantar a Esperanças na Desesperança. Vem mostrar que no chão há marcas de medo e de dor. Vem mostrar que, dos passos dados, há marcas de “ sucessivos adiamentos da construção de Paz e do Desenvolvimento”. Marcas que devem ser registadas, para que gerações vindouras saibam o caminho percorrido pelos homens da sua terra. Caminhos que o pós Cabral tem sido tortuoso. E as causas, essas, mesmo identificadas, prefere que cada um tire as devidas ilações. Deixa a liberdade de pensar, sob a responsabilidade de cada um. Assim entende o escritor desta obra.

E se o português é língua oficial, o crioulo é língua nacional. O poeta como sempre navega entre estas duas belas realidades nos seus poemas. Há palavras que só fazem sentido no crioulo, na tradução perde a magia, a paixão que só o crioulo consegue transmitir.

Tony Tcheka, homem apaixonado pela vida, pela terra, um poeta assim nunca deixa para trás as grandes particularidades da vida. Essas que engrandecem um ser.

Por isso a obra “ Desesperança No Chão de Medo e Dor”,- interventiva, factual, não deixa de abordar os aspetos que justificam também a nossa vivência, a nossa passagem pela terra, temas, como as crianças os afetos , o amor, a paixão, a mulher estão refletidos nesta obra que convido a todos em ler.

Tentei aqui escrever o que me vai na alma, mas escrever sobre um homem que da escrita fez o seu amor. Que escreve de forma simples, natural, doce. Não é fácil. Por mais que tente não conseguirei. Espero contudo ter dignificado alguém que nos consegue envolver no seu mundo: como é a escrita.

Segundo mesmo o autor desta obra diz: “ Na escrita nós não podemos deixar de contar, de deixar transparecer o que nos vai na alma é o que eu fiz. É o que aparece neste livro”. E dessa alma poética, de Tony Tcheka, temos o nosso orgulhoso país fixado na DESESPERANÇA NO CHÃO DE MEDO E DE DOR. Com a sublime ilustração do Ismael H. Djata, e que agora é partilhada entre os guineenses e amigos da Guiné-Bissau.

Desta obra vejo um convite para todos em contrariar a Desesperança da Esperanças!



30/09/2015

Amélia Costa Injai (ACI)

Guineense

Gestora Bancária

Licenciada em Ciências da Comunicação e Cultura

Formação Gestão e liderança


Timor-Leste é "modelo sustentável de construção da paz"



Timor-Leste é hoje apresentado como um "modelo sustentável de construção da paz", afirmou hoje o primeiro-ministro timorense, Rui Maria de Araújo, no Fórum de Líderes Mundiais, na Universidade de Columbia, em Nova Iorque.

"Após quase 500 anos de colonização portuguesa seguida da ocupação da Indonésia, a nossa nação começou do nada, começámos do zero, sem dinheiro e sem instituições públicas. Tivemos que tomar controlo do nosso próprio destino", declarou.

Numa conferência realizada língua inglesa, o chefe do governo timorense afirmou ainda que as pequenas economias não serão capazes de resolver sozinhas os seus problemas de desigualdade e pobreza.

"Sabemos mais que muitos que a ONU não é a instituição perfeita e que precisa de reforma. Mas Timor-Leste tem muito a agradecer às Nações Unidas. Após a invasão indonésia, a ONU foi o nosso principal defensor da justiça e autodeterminação. Em 2012, a última missão da ONU saiu do nosso país".

Na sua opinião, a organização desempenha um importante papel na proteção dos Estados frágeis e na manutenção do diálogo a nível mundial.

A consequência das tomadas de decisões dos grandes países afeta os pequenos. "São as nações menores as que são sempre as mais afetadas tanto em relação à pobreza como a conflitos", considerou.

"Em Timor-Leste, sabemos bem o efeito destrutivo do conflito no desenvolvimento humano. E sabemos também que não haverá desenvolvimento sem paz".

Araújo relembrou que em dezembro de 1975, quando ainda era adolescente, com 11 anos de idade, a Indonésia invadiu o seu país. "O meu pai foi preso e condenado sem ter recebido nenhuma acusação ou passar por julgamento. Vivemos o desespero do medo e da fome. Esta foi a experiência do meu povo".

Ao longo de 24 anos de ocupação indonésia, um terço de timorenses foi executado. "Nos encontrávamos sob a Guerra Fria. As potências mundiais apoiavam a ditadura na Indonésia que assombrava a sua população e nós, timorenses".

Rui Araújo defendeu que os países pequenos e frágeis precisam de ajuda internacional para que possam construir um "Estado resiliente e consolidado".

O primeiro-ministro timorense destacou ainda que um dos grandes desafios mundiais é construir a agenda de desenvolvimento para 2030, com as 17 metas sustentáveis lançadas pela ONU na passada semana.

"Muitas das pessoas em Timor continuam a sofrer de extrema pobreza. A globalização ajudou a retirar muitos da pobreza. Contudo, outros tantos foram deixados para trás. O mundo reconhece hoje a necessidade de superar as desigualdades", defendeu.

O vagaroso ritmo de recuperação económica mundial está a impedir o desenvolvimento de muitos países, disse.

"Apenas se trabalharmos juntos poderemos alcançar a paz e a justiça no mundo, além do respeito à dignidade humana", concluiu.
 
 
 
 

Timor Leste: Novo diretor da polícia científica timorense promete criar instituição forte

O novo director nacional da polícia científica timorense, que hoje tomou posse, comprometeu-se a trabalhar para ultrapassar os desafios que a instituição enfrenta, para criar uma corporação forte, capaz e efectiva, com uma cultura de serviço.


Temos que actuar com critérios claros, com rigor científico, dentro das nossas competências. A Polícia Científica de Investigação Criminal (PCIC) não pode distanciar-se dos princípios e valores da justiça sob pena de perder a sua credibilidade, confiança e reconhecimento público", disse Vicente Fernandes e Brites.

"Se queremos uma PCIC que consiga procurar a verdade, tem que se pautar a sua actuação pelo respeito absoluto pela legalidade. Cumprirei e farei cumprir a lei", vincou.

Vicente Fernandes e Brites, procurador do Ministério Público timorense, falava em Díli depois de tomar posse como novo director nacional da Polícia Científica de Investigação Criminal, substituindo o anterior responsável, que foi exonerado em setembro.

"Sou privilegiado por ser o primeiro magistrado do Ministério Público a assumir este cargo, o que também demonstra a avaliação positiva que o Estado faz da actuação do Ministério Público e da capacidade técnicas dos seus magistrados. Tudo farei para corresponder ás expectativas e poder estar á altura dos desafios a enfrentar", disse, sublinhando que ao longo dos 15 anos de carreira que acumulou na justiça timorense sempre actuou "com base no diálogo para a busca de melhores soluções".

Agio Pereira, ministro de Estado e da Presidência do Conselho de Ministros e chefe do Governo interino, deu posse ao magistrado, comprometendo o Estado a fortalecer, dentro das capacidades existentes, os recursos disponíveis para a actuação da PCIC.

Em nome do ministro da Justiça, Jaime Lopes, secretário de Estado de Terras e Propriedades, lamentou "os acontecimentos" que levaram à destituição, em setembro passado, do primeiro director nacional da PCIC.

Tratou-se de uma "situação natural" no processo de criação e consolidação de uma nova instituição que entra hoje "num novo ciclo que se espera profícuo", salientou.

Jaime Lopes acrescentou que, para o futuro,é essencial que a PCIC trabalhe "para defender a legalidade" em Timor-Leste e que os seus membros actuem de acordo com o seu mandato, para responder da melhor forma ao que são crimes cada vez mais complexos.

Em meados de setembro passado, o então director Nacional da PCIC foi exonerado do cargo por "eventuais irregularidades graves", segundo um despacho assinado esta semana pelo chefe do Governo, Rui Maria de Araújo.

Rui Araújo explicou à Lusa que uma postura de "insubordinação" esteve na origem da decisão de destituir Hermenegildo Gonçalves da Cruz, menos de oito meses depois de ter tomado posse.

Criada formalmente em maio do ano passado, com o apoio da cooperação portuguesa, a PCIC nasceu como um corpo superior de polícia criminal com regime de carreira especial, na dependência orgânica do Ministério da Justiça.

A tomada de posse dos primeiros agentes marcou o fim de um processo que começou em 2009, no

âmbito do acordo de cooperação bilateral entre os ministérios de Justiça dos dois países.

O programa, financiado pela União Europeia no âmbito do Programa de Apoio à Governação, foi implementado com o apoio do Camões - Instituto da Cooperação e da Língua, tendo como parceiros a Polícia Judiciária de Portugal e o Ministério da Justiça de Timor-Leste.




Envio de uma delegação após constituição do novo governo

"A CPLP entrará em contacto com as autoridades guineenses para ajudar, sobretudo na parte relativa à contribuição da comunidade internacional. O que se discutiu é que vamos a esperar que se constitua o governo", disse à Lusa o ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal, Rui Machete.


"A CPLP está disposta como sempre esteve a ajudar a Guiné-Bissau e isso se resultou claramente aqui", acrescentou.

O ministro das Relações Exteriores do Brasil, Mauro Vieira, disse à Lusa que ainda não foi determinado um prazo para o envio da missão.

"Não determinámos um prazo, vamos esperar que a formação do governo seja em breve e, depois, mandaremos a missão como um gesto e sinal de apoio ao país", afirmou.

Espera-se que até ao final do ano um grupo de representantes dos países que integram a CPLP desembarque em Bissau.

A missão da CPLP, ressaltou Mauro Vieira, levará o apoio político e será uma "demonstração de que todos os países da organização estão empenhados na estabilização política de GB".

O objectivo é que se estabeleça um período de estabilidade, paz e tranquilidade para que o governo possa continuar a executar os seus projetos sociais e políticos, afirmou o ministro brasileiro.

"Não há dúvida que existe um apoio total ao país", disse ao referir-se à solidariedade que existe por parte da comunidade internacional.

Ainda está por decidir-se a que nível será a representação dos países da CPLP na missão. Durante a reunião na sede das Nações Unidas no âmbito da 70.ª Assembleia-Geral, os ministros da CPLP examinaram a crise institucional na Guiné-Bissau.

O brasileiro António Patriota, que preside à Comissão para a Consolidação da Paz da ONU na sua Configuração Específica para a Guiné-Bissau, fez um relato minucioso sobre as acções tomadas nos últimos dois anos e o 'briefing' que houve no Conselho de Segurança sobre a situação naquele país, no passado dia 21 de setembro.

"Ouvimos todos os lados, as declarações de todos os Estados-membros e do representante da Guiné-Bissau, que nos elucidaram em muitos aspetos a respeito da situação e o que cada um poderia oferecer como apoio ao governo para solucionar essa crise institucional", destacou Mauro Vieira.

A missão da CPLP apenas irá ao país quando o primeiro-ministro estiver "em condições de formar um gabinete e tomar as rédeas do governo".

O Presidente guineense, José Mário Vaz, demitiu no passado dia 12 de agosto o primeiro-ministro Domingos Simões Pereira, ambos eleitos pelo Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), em 2014.

A missão deverá ocorrer preferentemente logo após a posse das novas autoridades.

A próxima reunião dos chefes da diplomacia dos países de língua portuguesa será realizada em Lisboa no próximo ano.

O Brasil acolherá a próxima Cimeira de chefes de Estado e de Governo da organização em 2016, ocasião em que assumirá a Presidência da CPLP.

Os nove países que integram a CPLP são Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste.




CPLP reconhece acção tardia na G-Bissau

A Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) reconheceu ontem, em Nova Iorque, não ter respondido no devido momento à situação de política que a Guiné-Bissau enfrenta.


Face a essa realidade, a organização decidiu realizar “um estudo sobre mecanismos apropriados para puder facilitar a resposta dos Estados membros em caso de situações semelhantes no futuro,” disse Hernani da Silva, Ministro dos Negócios Estrangeiros do Timor-Leste, país que assume a presidência rotativa desta organização.

Hernani da Silva, que falou à imprensa após um encontro de ministros da CPLP, realizada à margem da Assembleia Geral das Nações Unidas, acrescentou que logo a constituição do novo governo, uma missão da organização será enviada àquele país estudar com o elenco formas de contribuir a estabilização, paz e desenvolvimento.

Murade Murargy, Secretário Executivo da Cplp, elogiou o trabalho da Comunidade Económica dos Países da África Ocidental, “que tomou posições construtivas em relação ao processo”, e ajudaram a ultrapassar uma parte da crise, que "é nomeação de um Primeiro-ministro que foi aceite pelo Presidente da República”.

Para acompanhar a situação, a organização decidiu manter o seu Representante Especial em Bissau até Março de 2016, altura que será realizado um Conselho de Ministros extraordinário em Lisboa.

(Murade Murargy, Secretário-executivo da CPLP)
 

Portugal: Quotidiano da G-Bissau em exposição na Biblioteca Municipal de Albergaria

Durante o mês de outubro, a Biblioteca Municipal de Albergaria-a-Velha apresenta “SUL”, de Catarina Almeida, exposição de fotografia que revela as gentes e o viver da Guiné Bissau. A inauguração é no sábado, dia 3, pelas 16h30, e contará com a presença da autora.


A mostra, composta por 26 fotografias, surgiu da vivência da Albergariense Catarina Almeida em Guiné Bissau, onde residiu durante oito meses no âmbito de um projecto de voluntariado na área da educação. Entre 2010 e 2011 registou o dia a dia nas aldeias, conhecidas por tabancas, da região de Tombali, onde “a partilha de momentos da vida diária ficam para sempre no coração”.

O gosto pelas viagens e os projectos humanitários já levaram a autora a Marrocos, Mauritânia, Mongólia e China, onde aproveita para recolher imagens e histórias pessoais.

Catarina Almeida nasceu em Albergaria-a-Velha, em 1965, e licenciou-se em Manualidade Artística na Escola Superior Artística do Porto. Foi professora de Educação Visual, gestora de projectos e assistente editorial. Na área da fotografia, desenho e aguarela, colaborou nas edições “Rios de Portugal” e “Litoral de Portugal”, editados pelo jornal Público, e “Roteiros de Portugal”, no Expresso. Colaborou, ainda, na produção executiva do documentário “África Abençoada”, realizado pelo guineense Aminata Embaló.

Actualmente, dedica-se às artes plásticas, ao restauro e à fotografia na Casamarela, em Amarante, espaço de produção artística da qual é cofundadora.
 
 
 
 

Direitos da mulher e da infância na G-Bissau

A maior parte dos entraves aos direitos das mulheres e das crianças na Guiné-Bissau não se situa ao nível das leis mas sim na sua aplicação.


Trata-se de uma das conclusões dos estudos sobre a violência contra mulheres, direitos económicos das mulheres, formas de trafico de crianças e quadro legal dos Direitos Humanos na Guiné-Bissau, apresentados recentemente em Bissau.

Segundo um comunicado da União Europeia enviado à ANG, a aplicação das leis relacionadas a proteccao das mulheres e crianças se esbarram com grandes dificuldades de meios, mas também nas mentalidades que prevalecem em muitos sectores.

O comunicado refere ainda que as contribuições recolhidas através desses estudos serão integradas nos relatórios finais de diagnostico, que tem como objectivo apoiar os trabalhos de elaboração de propostas de politicas e de legislação sobre mulheres e crianças.

Os referidos estudos foram financiados pela União Europeia e pela Cooperação Portuguesa, no quadro de um projecto denominado “ Ora de Diritu”(a hora do Direito), e visa contribuir para a melhoria da situação dos Direitos Humanos no pais, através da corresponsabilização dos actores públicos e privados pelo respeito efectivo, promovendo mudanças ao nível politico e formas de governação.
 
(foto da net)
(via: ang)