COM O TEMPO UMA IMPRENSA CÍNICA, MERCENÁRIA, DEMAGÓGICA E CORRUPTA, FORMARÁ UM PÚBLICO TÃO VIL COMO ELA MESMO

Joseph Pulitzer

quinta-feira, 16 de julho de 2015

PM quer inspirar-se no modelo cabo-verdiano

O primeiro-ministro guineense, Domingos Simões Pereira, afirmou hoje que quer se inspirar no modelo cabo-verdiano para promover o desenvolvimento da Guiné-Bissau.


Cabo Verde “é um exemplo, o modelo a seguir”, observou Simões Pereira, em curtas declarações aos jornalistas, a saída de uma primeira reunião de trabalho entre delegações dos dois países, no âmbito da visita oficial de quatro dias à Guiné-Bissau do primeiro-ministro de Cabo Verde, José Maria Neves, hoje iniciada.

Antes da audiência, presenciada pelos membros dos dois governos, Domingos Simões Pereira esteve reunido, a sós, com o seu homólogo cabo-verdiano.O primeiro-ministro guineense aproveitou o encontro com José Maria Neves para felicitar o povo cabo-verdiano pelos 40 anos da independência das ilhas e ainda para enaltecer “as realizações concretas” em curso em Cabo Verde.

”Endereçamos as nossas felicitações pelos 40 anos da independência num momento em que Cabo Verde conhece ganhos e realizações concretas que nos fazem pensar que realmente é possível” concretizar o desenvolvimento, observou Domingos Simões Pereira.

Por sua vez, o primeiro-ministro cabo-verdiano afirmou ser “sempre com orgulho” que visita a Guiné-Bissau para agradecer “o grande contributo” dos guineenses no processo da independência de Cabo Verde.Os dois dirigentes esperam concretizar um conjunto de ideias para a cooperação política, económica e empresarial, em prol dos dois países e povos.





Portugal: SET participa em reunião CPLP em Timor Leste

O secretário de Estado do Turismo, Adolfo Mesquita Nunes, participa esta sexta-feira, 17 de Julho, na VII Reunião de Ministros do Turismo da CPLP, que terá lugar em Díli, Timor-Leste.Durante a reunião será assinado o Memorando de Entendimento entre o Ministério do Turismo da República Democrática de Timor-Leste e o Ministério da Economia representado pelo secretário de Estado do Turismo, que fará também uma intervenção que terá por tema “O Turismo e a Globalização”.





Atestado continuo de "menor-idade" ?

Apesar de 40 anos dolorosos de independência.

Apesar de o último processo eleitoral ter sido exemplar e reconhecido por toda a comunidade internacional.

Apesar de em resultado deste acto eleitoral nascer um governo legitimo de maioria eleitoral.


Coloca-se a seguinte questão:

PORQUE TODAS AS REPRESENTAÇÕES DA COMUNIDADE INTERNACIONAL "ACONSELHAM" DE FORMA RELEVANTE O DIÁLOGO E COEXISTÊNCIA ENTRE OS VÁRIOS PROTAGONISTAS INFLUENTES NO PROCESSO GOVERNATIVO ??

NÃO É ISTO UM ATESTADO DE MENOR-IDADE À CHAMADA CLASSE POLITICA E SEUS PARES, APOIANTES OU NÃO ??


"DOKA INTERNACIONAL":

1) A QUEM CONVÉM A IMPUNIDADE EM LIBERDADE DESTE SUJEITO ??
 
2) QUAL A ENTIDADE E/OU AUTORIDADE DO ESTADO QUE PUBLICAMENTE SE TENHA DISTANCIADO E REPUDIADO A ACTUAÇÃO SEMELHANTE POR PARTE DESTE BLOGER ??
 
3) A NÃO CONSEQUÊNCIA ANTERIOR, PERMITE-NOS PENSAR QUE SÃO VERDADEIRAS AS LIGAÇÕES MENCIONADAS PUBLICAMENTE NESTE BLOGUE COM DIVERSOS RESPONSÁVEIS POLÍTICOS E NÃO SÓ, LOGO COMPROMETEDORAS ??
 
4) ESTE BLOGER, ESTÁ ACIMA DA LEI, OU AS ENTIDADES QUE ELE MENCIONA COMO CONTACTOS "PRIVILEGIADOS" ESTÃO AO SEU NÍVEL DE DELINQUENTE SOCIAL E POTENCIALMENTE PERIGOSO PARA A SANIDADE MENTAL DO POVO GUINEENSE ??
 
 
 
 
 

O país perdeu, ou pretende perder sua característica laica?

Na GB, a Constituição do país consagra o princípio do Estado laico, mas o Estado guineense ainda não conseguiu incorporar esse princípio. Um Estado laico deve ser neutro e separado das religiões, vedando qualquer tipo de aliança entre ambos.(*)


O atrelamento de uma certa doutrina religiosa à esfera política, e o apoio financeiro do governo utilizado em suporte da mesma, além de inconstitucional, é um abuso de poder e cria desigualdades entre guineenses que professam religião diferente à preferida pelo poder.

Esse atrelamento leva o Estado a violar sistematicamente os mais elementares princípios e disposições de Tratados e Convenções Internacionais de que é signatário.

Ao usar e abusar do dinheiro dos contribuintes guineenses para custear despesas de deslocação e oferecer mantimentos a uma certa religião, está o Estado a violar o princípio da igualdade, o que é proibido pela Constituição.

A condição de igualdade entre as religiões implica em não favorecer pessoas ou grupos ligados a nenhuma religião, o que não tem acontecido no país. Tem existido muita influência religiosa nas decisões do Estado devido a relações de dependência ou aliança com essa classe religiosa privilegiada.

Pergunta-se, será que certos líderes querem transformar o país num Estado teocrático?

Tendo em conta o número de crentes dessa religião nas esferas prioritárias de
decisão e a entrada em massa deles no país (já com passaporte guineense), tudo parece que sim. O pior é que: possuidores de passaporte guineense, esses emigrantes julgam-se mais guineenses que os próprios naturais e tentam intrometer-se em tudo o que não lhes diz respeito.

Nada está sendo feito à toa!

É do conhecimento de todos que durante anos os políticos guineenses têm sido corrompidos pelos petro-dólares dos profanadores dessa religião, em que estes acabaram por lhes vender facilidades. É também do conhecimento de todos, as oferendas que esses países têm feito aos seus amigos. Essas oferendas são encobertas sob pretexto de serem para o povo, no entanto, os únicos beneficiários têm sido a religião protegida pelo Estado guineense.
A realidade porém, é que o número já existente de crentes no país é suficiente para decidir uma eleição e exigir que a sociedade guineense aceite ou mesmo se adapte ao seu estilo de vida, o que é bastante perigoso.

Num Estado laico, o governo não deve promover nem favorecer uma religião em detrimento de outra e deve o mesmo entender, que os dogmas de fé não podem guiar as decisões do Estado.

O governo deve apenas garantir, igual protecção, reconhecer liberdade religiosa a todos, tendo em conta o papel social das igrejas na sociedade.

 (*) Nota: Gostaria de esclarecer o móbil das minhas observações para evitar possíveis pensamentos tendenciosos. Não procuro ferir susceptibilidades, não condeno nem me pronuncio sobre nenhuma religião até por que a liberdade religiosa está consagrada na constituição. Pretendo apenas chamar a atenção perante factos constatados.

Presidente moçambicano visita sede da CPLP

O presidente moçambicano, Filipe Nyusi, vai visitar esta quinta-feira (dia 16 de Julho) a Sede da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), em Lisboa, onde será recebido pelo Secretário Executivo da organização, o moçambicano Murade Murargy


Após uma reunião com o Secretário Executivo da CPLP e os representantes dos Estados-membros, estão previstas declarações aos jornalistas, segundo uma Nota de Imprensa do Secretariado Executivo da organização recebida pela agência de notícias moçambicana AIM, em Lisboa. Para além de Moçambique, fazem parte da CPLP Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste.

A deslocação de Filipe Nyusi à Sede da CPLP insere-se no âmbito da visita de Estado a Portugal, a convite do seu homólogo Aníbal Cavaco Silva, a decorrer de 15 a 19 de Julho. Portugal está em pré-campanha para as legislativas previstas para o segundo semestre do ano em curso.
 
 
 
 
 

Ministro de São Tomé informado sobre funcionamento do instituto de ciências policiais

O governante, que efectua uma visita oficial ao país, para reforçar a cooperação entre Angola e São Tomé e Príncipe, deslocou-se ao Instituto Superior de Ciências Policiais e Criminais Osvaldo Serra Van-Dúnem, que garantirá a formação dos efectivos de São Tomé e Príncipe, numa primeira fase um número inferior a 10 quadros.


“No âmbito da cooperação, há vagas para alunos de São Tomé e Príncipe e, por isso, vim fazer o reconhecimento das condições para os mesmos serem encaminhados na área de especialidade, que é a segurança pública”, disse o governante, que se fez acompanhar, ao instituto, pelo secretário de Estado do Interior, Eugénio Laborinho, e pelo segundo comandante da Polícia Nacional, Paulo de Almeida.

O referido instituto angolano tem como objectivo organizar e ministrar cursos de licenciaturas em ciências policiais, num período de quatro anos.

Por seu turno, o director do Instituto Superior de Ciências Policiais e Criminais Osvaldo Serra Van-Dúnem, comissário Alberto Mendes, informou que estão criadas todas as condições para a recepção dos bolseiros são-tomenses, nos próximos tempos.

“É nossa missão cumprir com as orientações do Governo, em particular do Ministério do Interior, e do Comando Geral da Polícia Nacional, e uma delas consiste na formação de bolseiros de São Tomé e Príncipe, cujas condições estão criadas para o devido cumprimento”, afirmou.

Na sua intervenção, o responsável aventou a possibilidade de recepção de outros bolseiros provenientes do Congo Brazzaville, Guiné Equatorial e Guiné Bissau, sempre no quadro dos acordos existentes com Angola.
 
 
 
 
 

quarta-feira, 15 de julho de 2015

Orgão oficial dos golpistas de 12 Abril 2012

DECLARO ESTE BLOGUE COMO O BLOGUE OFICIAL DOS GOLPISTAS DE 12 ABRIL E SUPORTE POLITICO DO BLOGUE "DOKA INTERNACIONAL", COM UMA PRÁTICA CONDICENTE COM GANSTER POLITICO DA DROGA NA GUINÉ-BISSAU



 

Agentes da Polícia Judiciária de Cabo Verde ameaçam com demissão coletiva

Em causa está a alegada recusa do Governo cabo-verdiano em dialogar com a ASFIC/PJ, que exige a revisão da base salarial dos trabalhadores, apresentada no âmbito da atualização da grelha salarial e do quadro de transição integrado no novo estatuto da Policia Judiciária, do qual discordam.


Os efectivos da PJ reivindicam ainda o pagamento de retroactivos em atraso correspondente a progressões na carreia, que, nalguns casos, remontam a 2008, e a actualização das promoções, havendo situações de agentes há 16 anos sem promoções.

Hoje, numa entrevista publicada no semanário Expresso das Ilhas, o ministro da Justiça cabo-verdiano, José Carlos Correia, mostrou-se "céptico" em relação à concretização efectiva da demissão em bloco dos profissionais da PJ, ressalvando, porém, que, a concretizar-se "caberá ao Estado arranjar novas pessoas".

Também hoje, o Procurador-Geral da República (PGR) de Cabo Verde, Óscar Tavares, manifestou-se "preocupado" com a ameaça, lembrando que a Polícia Judiciária tem um papel fundamental no combate a criminalidade.

A ameaça dos profissionais da PJ cabo-verdiana foi assumida durante a última greve geral de 48 horas, que decorreu a 02 e 03 deste mês, em que ameaçara, também entrar em greve por tempo indeterminado.

A PJ já tinha concretizado uma greve em fevereiro deste ano.






Mediterrâneo: Quase 3 mil migrantes resgatados num só dia

Operação de salvamento aconteceu ao largo da Líbia.

Cerca de 2.700 migrantes foram resgatados esta quarta-feira, no Mar Mediterrâneo, ao largo da Líbia, avança a marinha italiana.


Os ilegais seguiam em 13 embarcações. A operação de salvamento aconteceu a 55 quilómetros da costa líbia.

A guarda costeira italiana adianta que no resgate estiveram envolvidos dois navios militares, um alemão e outro italiano, bem como uma embarcação dos Médicos Sem Fronteiras (MSF).

Ainda não se sabe para onde foram transportados estes 2.700 migrantes, nem qual o seu estado de saúde ou nacionalidades.

Um número estimado de 150 mil migrantes atravessaram o Mediterrâneo desde o início do ano. A maioria foram acolhidos na Grécia e Itália, de acordo com a Organização Internacional das Migrações (OIM).

Mais de 1.900 pessoas morreram a tentar alcançar a Europa por barco originárias de África ou do Médio Oriente, nomeadamente da Síria.
O número de vítimas mortais duplicou em comparação com o verificado no mesmo período do ano passado, indica a OIM.




Área-chave para busca e salvamento marítimo (SAR)

Marrocos tornou-se uma área-chave para busca e salvamento marítimo (SAR) treinamento e foi designado para acolher o centro regional que abrange as zonas marítimas dos países do Marrocos, Mauritânia, Senegal, Gâmbia, Cabo Verde e Guiné-Bissau.


Na próxima semana vê a última reunião do Norte e Oeste equipe de desenvolvimento regional SAR marítima Africano, onde haverá discussão sobre a Organização Marítima Internacional (IMO) 's plano de SAR global e sua aplicação nesta área.

Para fins de SAR próprio Marrocos abrange uma área de mais de um milhão de quilómetros quadrados, onde as frotas de navios mercantes, de pesca e vela operam.

A densidade do tráfego na área e os múltiplos riscos do transporte levou o governo marroquino para estabelecer uma organização nacional SAR para planejar e coordenar as operações no mar.

Desde então, a importância de a operação de Marrocos cresceu. O Departamento de Pesca para o Oceano foi dada a responsabilidade de estabelecer, desenvolver e manter organizações marítimas SAR em Marrocos.

O Ministério administra política marítima SAR, acordos internacionais, convenções e questões operacionais. Também coordena, articula, treina, equipa, equipes, mantém, prepara finanças, desenvolve procedimentos e planos operacionais e realiza exercícios.

A organização inclui agora um salvamento Centro Marítimo de Coordenação (MRCC) com base em Bouznika (35 km ao sul de Rabat) e uma frota de 42 unidades SAR especializados.

A coordenação da organização SAR nacional de Marrocos é de responsabilidade de Mohammed Drissi, que também é presidente do grupo do Oeste Africano de Desenvolvimento Regional do Norte - criado pela IMO - eo Maritime Federação Internacional de Resgate (IMRF) 's coordenador regional.

Tal era a importância da formação e coordenação que a IMRF e a OMI, juntamente com o Departamento de Pesca para o Oceano, desde o apoio para permitir que um projecto liderado por Mohammed Drissi para trazer delegados junto de dezassete anos do Noroeste e Oeste Africano países marítimos.

"Depois de uma primeira reunião com Mohammed Drissi quase dez anos atrás", diz Hamish McDonald, "Eu, através do meu papel como um Trustee IMRF, ter tido envolvimento na tentativa de contribuir para o desenvolvimento da segurança marítima e de busca e salvamento dentro do NW Africano região marítima.

"Inicialmente foi prestado apoio às autoridades da RAEM marroquino, mas este esforço expandiu rapidamente através da criação do grupo SAR Regional África do Noroeste e, ultimamente, para a inclusão das África Ocidental e África Central Regiões."
"A gestão de crises no mar é parte de um global, bem como uma preocupação nacional. Ele sempre tem dois aspectos, civis e militares, que são complementares, indivisível e interdependente, porque eles têm o mesmo objectivo: que é para trazer de volta os marinheiros e outros em perigo com segurança de volta aos portos ", acrescenta Mohammed Drissi. "Para alcançar este objetivo, a cooperação civil e militar é chave para o sucesso desta operação."

Um curso de coordenação na cena de acção foi realizada em Agadir. O objetivo do curso foi o de fornecer os delegados com uma visão geral das funções relevantes que existem dentro de uma missão SAR. Em particular, foram discutidos responsabilidades e tarefas e interacção com recursos SAR ou instalações, para oferecer aos delegados com uma visão sobre o papel do Coordenador Cena On, tal como definido no Internacional de Aeronáutica da IMO e Busca e Salvamento Marítimo (IAMSAR) manual.

Os delegados também foram informados sobre a implementação do Plano de Acção SAR. Isto incluiu a explicação de avaliação no cenário de factores que podem comprometer a segurança das operações e manutenção de registos precisos de incidentes de busca e salvamento SAR, bem como fornecimento de relatórios de situação eficazes para o Coordenador de Missão SAR.

Além disso, os envolvidos foram treinados em comunicação do Plano de Acção para SAR unidades e monitoramento dos esforços de SAR incluindo o ajuste do Plano de Acção SAR conforme apropriado participantes.

O formato teórico e prático e apresentação do curso incluiu uma visão geral do quadro de IAMSAR e um esboço das implicações operacionais básicos. Houve também uma visão geral dos princípios básicos da prestação de serviços SAR e uma revisão e discussão de um cenário missão SAR, com o objectivo de permitir que os delegados para definir os papéis e as responsabilidades dos recursos SAR disponíveis.

Outras áreas abrangidas incluído metodologia, tecnologia, capacidade e limitações relacionadas com a probabilidade de detecção em pesquisas e metodologia, a capacidade e as limitações relativas ao cálculo dos efeitos das várias forças naturais que actuam sobre um objecto na água. Houve também um exercício de tampo da mesa sobre padrões de pesquisa e na cena de comando, controle e comunicação.

Exercícios teóricos envolvidos os delegados fazem uma revisão de um cenário de missão SAR, em seguida, definir um Plano SAR e papéis activos SAR individuais e cumulativos e responsabilidades.

Um exercício prático no mar destaque a implementação do Plano SAR pré-definido de delegados do ponto de vista dos recursos SAR designados designados On Coordenador Cena e relevantes.

"Da minha perspectiva como o curso libertador, o nível de participação genuína de todos os delegados foi alta", disse Hamish.

"Devido às naturalmente diferentes perspectivas de delegados que se desenvolveram através do trabalho nos fundos operacionais e de recursos muito variadas dentro de uma área tão extensa, que gostaria de fazer as seguintes sugestões.

"Deve-se considerar a provisão de programas de follow-on localizadas. Estes programas de aconselhamento / formação localizadas deve incluir exercícios específicos e práticos SAR operacionais destinados a desenvolver o indivíduo relevante, grupo e conjuntos de habilidades multi-agência. Comandando a partir desses programas, individual, de grupo e treinamento cenário transfronteiriço multi-agência deve ser iniciado. "

No geral, Hamish disse acreditar que o programa de Agadir foi muito bem sucedida e foi um passo ao longo do caminho de desenvolvimento contínuo de SAR marítima na região. Além do foco principal a formação imediata do curso, o programa facilita tanto a rede social e profissional dos delegados.

Este desenvolvimento networking e relacionamento, ele acrescentou, não deve ser subestimada em importância e benefício e deve ser incentivada em todas as oportunidades.

"A colaboração necessária para fornecer este tipo de treinamento é mais uma demonstração do compromisso dentro da região, e internacionalmente, para melhorar marítima SAR e ajudar a reduzir as mortes marítimas. Isso se alinha com o objectivo humanitário da IMRF e suas organizações membros - reduzir a perda de vida em águas do mundo, que também é a intenção declarada do Secretário-Geral da OMI, "Hamish concluiu.
(Fonte: Salvamento Marítimo Internacional)
 

Comissão parlamentar aprovou hoje acordo que permite a pesca da UE na Guiné-Bissau 3 anos

Bruxelas, 15 jul - A Comissão das Pescas do Parlamento Europeu (PE) aprovou hoje o protocolo de pesca entre a União Europeia (UE) e a Guiné-Bissau permitirá que os navios da UE, especialmente em Espanha, Portugal, Itália, Grécia e França, voltando a pescar nas águas desse país por três anos.


Em troca das licenças de pesca, da UE à Guiné-Bissau pagará uma contribuição de 9,2 milhões de euros anuais, dos quais 6,2 milhões, abrangendo o acesso aos recursos haliêuticos do país e 3 milhões serão alocados o desenvolvimento do sector das pescas na Guiné-Bissau.

Suporte para o sector visa reforçar a vigilância e controlo e promover a cooperação científica, melhorando a exames de saúde e fornecer suporte para a pesca de pequena escala, o EP disse em um comunicado.

As possibilidades de pesca concedidas a frotas da UE são 3.700 arqueação bruta (TAB) para arrastões congeladores de camarão e 3500 TAB para a pesca de peixes e cefalópodes, bem como 28 atuneiros cercadores congeladores e 12 cana-de-atum .

Nesta ocasião, além da aprovação do protocolo em si, foi votado e aprovado por maioria uma resolução não legislativa, que contém uma série de recomendações e sugestões que complementam e reforçam o mesmo bom desenvolvimento.

Para isso, a resolução afirma que os resultados em termos de cooperação têm sido muito limitados até agora com protocolos anteriores e solicita à Comissão Europeia a tomar medidas para corrigi-los.

A persistência da pesca ilegal também é recordado e problemas de saúde não regulamentados e deficits em direitos humanos ou a igualdade de género, ou a falta de certas informações científicas.

Da mesma forma, as reivindicações que têm de melhorar aspectos como a utilização dos fundos, controlo e vigilância da pesca ou da quantidade e fiabilidade das informações relativas às capturas e do estado dos recursos haliêuticos.

O protocolo foi negociado e rubricado em fevereiro de 2012, mas sua aprovação foi suspensa pelo Conselho da UE após o golpe militar que teve lugar na Guiné-Bissau em 12 de Abril de 2012.

Após a restauração da ordem constitucional em outubro do ano passado, o Conselho adoptou uma decisão relativa à assinatura e aplicação provisória do protocolo.




Mais intercâmbio entre universidades lusófonas, deseja Cabo Verde

"Há que prestar particular atenção ao desafio da cooperação eficaz com as instituições associadas em prol da transparência e da troca de conhecimento", sustentou José Maria Neves na abertura do XXV Encontro da Associação das Universidades de Língua Portuguesa (AULP), que arrancou hoje e decorre até sexta-feira na Cidade da Praia.


"As universidades devem configurar-se em espaços e ambientes onde se engendra um futuro melhor e um ambiente generoso de partilha, bem como de mobilidade de estudantes e professores, de cientistas e investigadores, e toda a cadeia de valores das comunidades académicas", prosseguiu o chefe do Governo cabo-verdiano.

Considerando que a troca de informações e de conhecimentos no mundo universitário "é a alma do sucesso", José Maria Neves referiu que já não basta uma educação básica de qualidade para todos, mas sim um ensino superior de qualidade para todos.

José Maria Neves considerou "determinante" o alargamento do acesso ao ensino superior nos países cujas universidades fazem parte da AULP e disse que há que colocar a promoção da inclusão dos jovens no centro da atividade académica.

O XXV Encontro da AULP, onde serão debatidos os desafios do ensino superior após os Objetivos do Desenvolvimento do Milénio, conta com a presença de mais de 250 participantes, desde estudantes, docentes a reitores das diversas universidades de Angola, Cabo Verde, Brasil, Guiné-Bissau, Portugal, Macau, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste.

Para o presidente da AULP, Rui Martins, a associação tem vindo a se desenvolver normalmente e tem aumentado a sua importância do ponto de vista científico e académico nos países de língua portuguesa, tendo a cooperação entre as universidades merecido especial atenção.

Rui Martins considerou, porém, que a cooperação depende da autonomia das instituições em se cooperarem entre elas, mas deu como exemplo um acordo que foi assinado durante o encontro entre a Direção Geral do Ensino Superior de Cabo Verde e a Universidade de Macau, para apoio a cinco alunos cabo-verdianos, três em licenciaturas e dois no mestrado.

"Há sempre espaços para melhorar, mas creio que já há muito boa cooperação entre os diversos espaços da língua portuguesa nos diversos países", afirmou o presidente da AULP à Lusa, indicando que o reitor da universidade pública da Guiné Equatorial está a participar como observador no encontro, mas ainda não há qualquer pedido de adesão à associação.

"Quando houver iremos analisar esse assunto. A nossa ideia de associação é alargar ao maior número de membros possíveis que sigam os objetivos da associação e iremos analisar positivamente qualquer candidatura (da Guiné Equatorial) ", garantiu.

Quanto aos desafios do ensino superior após os ODM, o presidente da AULP considerou que passam pela sustentabilidade e autonomia financeira das instituições, dizendo que isso poderá será conseguido com parcerias e com as políticas dos governos para o setor.

Fundada em 1986, a AULP reúne cerca de 150 universidades públicas e privadas e institutos politécnicos nos países da CPLP e em Macau.
 
 
 
 

BE (Bloco de Esquerda) recusa-se a participar em recepção no Parlamento a líder da Guiné Equatorial

Os representantes do BE rejeitam encontrar-se com líder da Guiné Equatorial.

A Presidente do Senado da Guiné Equatorial vai ser recebida esta quarta-feira no Parlamento, mas os bloquistas já garantiram que não vão marcar presença no encontro. Não é um país democrático, dizem.

 




Lembra-se desta personagem ??
























VER PUBLICAÇÃO ANTERIOR:

http://bissauresiste.blogspot.pt/2015/07/para-um-imbecil-que-se-intitula-acessor.html