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Joseph Pulitzer

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Embaixador de Espanha recebido pelo Ministro da Administração Interna

O Ministro de Administração Interna, Botche Candé, recebeu esta quarta-feira, 6 de Agosto, o embaixador de Espanha na Guiné-Bissau, Alfonso Lopez Perona.


No encontro estiveram também presentes os dois secretários de estados que compõem o Ministério da Administração Interna, nomeadamente Doménico Sanca, Ordem Pública e Abu Camará, Secretário de Estado Administração Territorial e Ordenamento de Território.

A PNN apurou que durante a reunião o responsável da segurança interna da Guiné-Bissau formulou pedidos de apoio ao diplomata espanhol especialmente em materiais para a sua instituição.

De poucas palavras aos jornalistas, Lopez Perona confirmou o pedido feito pelo ministro guineense ao seu Governo, contudo não entrou em detalhes sobre o assunto. “Foi nos feito um pedido que vamos dar resposta bem breve, pois não posso mais adiantar mais nada”, resumiu Perona.

Esta é a primeira audiência de um diplomata europeu com ministro Botche Candé desde que assumiu a pasta da Administração Interna.


ONU promete apoio às autoridades de Bissau para combater tráfico de droga

A garantia de apoio foi transmitida a Doménico Sanca por Pierre Lapaque, representante da instituição para a África Ocidental, que se encontra na Guiné-Bissau numa visita de quatro dias para contactar com as novas autoridades



Um governo e um presidente eleitos tomaram posse em junho e julho passados, permitindo ao Estado guineense voltar à norma constitucional, depois do golpe de Estado militar de abril de 2012, que tinha levado à nomeação de autoridades de transição.

Lapaque, cujo escritório está sedeado no Senegal, reuniu-se com o primeiro-ministro guineense, Domingos Simões Pereira, com os ministros da Administração Interna, Botché Candé, e a da Justiça, Carmelita Pires, e ainda com o secretário de Estado da Ordem Pública, Doménico Sanca.

Este último disse à Lusa ter ficado satisfeito com a disponibilidade de apoios anunciados por Pierre Lapaque, tendo sublinhado que as novas autoridades guineenses "contam com toda a comunidade internacional" para lutar contra o tráfico de droga e todo o tipo de crime organizado.

Doménico Sanca afirmou que, no âmbito da "retoma da ordem constitucional", a Guiné-Bissau vai relançar todo o trabalho que estava em curso no âmbito do combate "às ilicitudes que possam ocorrer" no país.

"A Guiné-Bissau tem sido bastante vitimizada com o rótulo de narco-Estado", disse Doménico Sanca que discorda da classificação.

O governante entende que o país tem "muitas fragilidades" no sistema de vigilância das suas fronteiras, sobretudo marítimas, o que, disse, pode ter facilitado "num momento" o trânsito de drogas para outras partes do mundo.

"Temos problemas na fiscalização das nossas águas territoriais, mas pensamos que a Guiné-Bissau não é um narco-Estado pelo que não merece esse rótulo porque não fabrica nenhuma droga", observou Doménico Sanca.

Para o secretário de Estado da Ordem Pública, com o trabalho a ser desenvolvido pelas novas autoridades, com os apoios anunciados pela comunidade internacional e ainda com a colaboração da população "vai ser possível construir uma nova Guiné", enalteceu.
 

Angola deseja uma maior divulgação e visibilidade das acções do CAE/CPLP

A afirmação é do presidente do conselho consultivo do CAE/CPLP, tenente-general João José Afonso da Silva “Mayunga”, quando discursava na quarta-feira, na abertura do V seminário político – diplomático da referida organização, que vai decorrer até quinta-feira, em Luanda.

João Mayunga destacou que em função da situação política dos Estados-membros, nos contornos geopolíticos e geoestratégicos da actualidade, há necessidade de se destacar as iniciativas do CAE, cujos resultados devem ser activos para os decisores políticos dos países, na definição das suas estratégias governativas.

Neste contexto, o militar referiu que para a concretização deste evento, o Estado angolano criou melhores condições tendo em atenção alguns constrangimentos em países da comunidade para um desempenho positivo dos trabalhos da organização.

A cerimónia de abertura do evento contou com a participação do inspector-geral da Defesa Nacional, general Fernando Torres “Musolo”, membros do corpo diplomático dos países da CPLP acreditados em Angola, directores nacionais de política de defesa dos países da organização, coordenadores dos núcleos nacionais do CAE/CPLP e convidados.

O Centro de Análise Estratégica (CAE/CPLP), com sede em Maputo, foi consagrado como Órgão de Cooperação no domínio da defesa da CPLP e tem por missão a pesquisa, o estudo e difusão de conhecimentos estratégicos, consciencialização colectiva com interesses para os objectivos da Comunidade.
 
 
(V Seminário Internacional Político - Diplomático do CAE/CPLP)
 
 

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Acima da lei, ou fora da lei ??

Presidente da federação rejeita qualquer intervenção da justiça civil


O presidente da Federação de Futebol da Guiné-Bissau (FFGB), José Medina Lobato, rejeitou hoje qualquer intervenção da justiça civil nos assuntos do desporto-rei, realçando que a FIFA não reconhece competência aos tribunais comuns na matéria.

José Medina Lobato reagia desta forma à queixa-crime interposta na Procuradoria quinta-feira pelos clubes da Guiné-Bissau contra a sua gestão na Federação. Os clubes pretendem saber onde param os 250 mil dólares (cerca de 175.000 euros) que a FIFA entrega à FFGB todos os anos.

“Isso mostra um certo desconhecimento dos regulamentos da federação. Os clubes são uma associação e a federação tem os seus estatutos, a Procuradoria é uma instituição do Governo, não tem nada a ver nesse assunto por não ser associativa”, defendeu Lobato.

Os clubes, alegando administração danosa dos fundos da federação doados pela FIFA e outras instituições, pediram a intervenção da Procuradoria e os da primeira divisão recusam-se a tomar parte no campeonato nacional.

“Nós da federação não lhe reconhecemos competência, a FIFA e a CAF [confederação Africana de Futebol] não lhe reconhecem competência para intervir no futebol”, assinalou José Medina Lobato, falando da Procuradoria.

“Os nossos problemas devem ser resolvidos no foro próprio. Temos órgãos próprios, conselho disciplina, conselho jurisdicional e ainda quem quiser pode recorrer à CAF ou à FIFA. Agora, não é o tribunal que irá resolver nada”, disse ainda Medina Lobato.

“Nós [Federação] temos os mesmos estatutos de uma embaixada”, frisou o presidente da federação guineense, realçando que qualquer intervenção, mesmo que do governo, obrigará a tomada de medidas da FIFA.

O presidente da FIFA, Blatter, já disse que o assunto do futebol se resolve no seio do futebol, com os mecanismos próprios.
 (in: sapo desporto)

 

Semana Cultural; Amílcar Cabral 90 ANOS.

No dia 12 de Setembro de 2014, comemoraria o seu 90º Aniversário.

De 8 a 12 de Setembro, realiza-se a "Semana Cultural Amílcar Cabral", que vai contar com a participação de associações de estudantes, grupos culturais, instituições académicas.





CPLP deu «passos significativos» na redução da fome

Um novo relatório da ONU a ser lançado em outubro refere que os Estados-membros da CPLP com graves crises alimentares deram «passos significativos» na redução da fome no último ano, disse à Lusa o representante da FAO em Portugal.


De acordo com o representante da agência da ONU para a Alimentação e a Agricultura (FAO) em Lisboa e junto da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), Hélder Muteia, o documento que vai ser brevemente publicado assinala «evolução em quase todos os países da CPLP que tinham grandes crises alimentares».

«O que nós notamos é que há um grande esforço dos países na redução de número de pessoas que passam fome e todos os países da CPLP conseguiram dar passos significativos», assegurou terça-feira o responsável, em declarações à Lusa, à margem de um encontro entre o candidato da Frelimo às eleições e a comunidade moçambicana em Lisboa.

Dados da FAO indicam que cerca de 28 milhões de cidadãos residentes no espaço da CPLP na CPLP passam fome, pelo que, segundo o responsável, a agência da ONU pretende «acelerar mais o passo» no sentido de inverter o cenário.

«O número com que nos devemos comprometer é zero. Nós queremos e temos iniciativas no sentido de acelerar este processo. Naturalmente que há responsabilidade para cada família, comunidade, país e também compromissos internacionais no sentido de melhorar a cooperação e iniciativas de colaboração sul-sul para que possamos dar passos mais largos e mais significativos», afirmou à Lusa Hélder Muteia.

Na recente Cimeira de Díli, os chefes de Estado e de Governo da CPLP aprovaram uma resolução sobre a continuidade, até 2025, do tema segurança alimentar e nutricional na Agenda da CPLP, na qual reafirmam o seu compromisso com o reforço do direito humano à alimentação adequada nas políticas nacionais e comunitária.

Para reverter o quadro da fome no espaço lusófono, a FAO está a levar a cabo várias iniciativas, nomeadamente o incentivo à prática da agricultura urbana, tendo em conta que «o grande ritmo de urbanização de pessoas que não têm outras formas de subsistência», disse Hélder Muteia.

«A agricultura urbana é uma alternativa para estas pessoas que vivem nas cidades e que ao longo da sua vida só fizeram a agricultura, pelo que a poderão praticar no meio urbano sem prejudicar o ambiente e a sustentabilidade social e a convivência entre as pessoas», afirmou.
 
 
 

UE lança novo programa para apoiar a integração continental da África

BRUXELAS, Reino da Bélgica, 6 de Agosto 2014 - A Comissão Europeia lançou a primeira fase de um novo programa que irá promover processo de integração de África a nível continental - o primeiro programa da UE no desenvolvimento e na cooperação que cobre a África como um todo. 

 
O chamado Programa Pan-Africano vai financiar actividades em uma ampla gama de áreas e oferecem novas possibilidades para a UE e África para trabalharem juntos. A decisão de hoje vai lançar projectos para o período 2014-2017, com uma dotação total de 415.000.000 €.

O Presidente da Comissão Europeia, José Manuel Barroso, disse: "Os desafios com que nos deparamos não podem ser resolvidos dentro das fronteiras nacionais. Isto é tão verdadeiro na Europa como em África ou em outro lugar. É por isso que propus a criar um programa Pan-Africano para encontrar soluções em escala regional e continental e apoiar o processo de integração Africano, onde a União Africano desempenha um papel crítico. A aliança entre a África ea Europa é indispensável, hoje mais do que nunca. Este programa irá torná-lo ainda mais forte. "

Comissário Europeu do Desenvolvimento, Andris Piebalgs, comentou: "A grande inovação deste programa é que ele permite que a UE de vincular-se a cooperação que tem com a África do Norte, África do Sul e África sub-saariana. Ele também vai nos ajudar a conseguir uma melhor coerência das políticas para o desenvolvimento com a construção de sinergias entre cooperação para o desenvolvimento e outras políticas da UE. "

O Programa Pan-Africano, que foi anunciada pelo Presidente Durão Barroso na 4 ª Cimeira África-UE, em Bruxelas, em abril de 2014, será de € 845.000.000 2014-2020. Contribuirá, entre outros, para uma maior mobilidade no continente Africano , a melhoria das relações comerciais entre as regiões e também equipar melhor os dois continentes para enfrentar os desafios transnacionais e globais, como a migração e mobilidade, as alterações climáticas ou a segurança. A primeira fase, que foi lançado hoje inclui projectos que vão desde a agricultura sustentável, meio ambiente e ensino superior à governação, infraestrutura, migrações, tecnologias de informação e comunicação, bem como a investigação e inovação.

Os projectos concretos terão, por exemplo, apoiar missões de observação eleitoral operados pela União Africano em seus Estados membros ou melhorar a gestão da migração e da mobilidade dentro da África e entre a África ea UE. Algumas iniciativas irão beneficiar directamente os cidadãos, como o programa de intercâmbio académico de um estudante ou a harmonização dos currículos académicos através de uma variedade de universidades africanas, facilitando a mobilidade de estudantes e académicos africanos.

Integração continental da África tornou-se uma prioridade para a União Africano e da UE. O Programa Pan-Africano irá proporcionar uma importante contribuição para a Parceria UE-África, que os dois continentes criada em 2007 para colocar as suas relações em novas bases e estabelecer uma parceria estratégica, respondendo aos interesses mútuos e com base em uma forte relação política e uma estreita cooperação em áreas-chave. O programa, que é financiado pelo orçamento da UE será um instrumento-chave para a Comissão Europeia para implementar, em estreita cooperação com os parceiros africanos, as prioridades políticas conjuntas do roteiro que foi adoptado pelos Chefes de Estado e de Governo africanos e da UE durante o 4 ª cimeira UE-África, em abril deste ano.


(fonte: Comissão Europeia)

Doutrinação económica ...

"Plano de Jogo: Construindo o Futuro de um Continente Rápido Crescimento"

 
WASHINGTON, 06 de agosto, 2014

John Kerry

Secretário de Estado

Mandarin Oriental Hotel, Washington, DC

05 de agosto de 2014



Boa tarde, pessoal. Eu tive a chance de ser capaz de dizer algumas palavras a uma série de você em alguns eventos diferentes no curso de ontem e ainda hoje, mas eu aprecio esta oportunidade de fazer parte do fórum de negócios.

Quero agradecer, em primeiro lugar, o vice-presidente, que tem sido um amigo meu há 35 ou 40 anos, 29 deles no Senado. E agradeço-lhe por sua contribuição de consciência e de compromisso com a África que ele fez durante o tempo que ele esteve na vida pública. No Senado, trabalhamos lado a lado em Darfur, no Sudão do Sul, PEPFAR, e como o vice-presidente disse, ele tem viajado por toda parte, mas especialmente como Vice-Presidente de Gana, Quénia, África do Sul, para ajudar a construir transparente e instituições responsáveis ​​e para ajudar a tirar milhões de pessoas da pobreza.

Eu também quero agradecer especialmente Michael Bloomberg for - e todo mundo tem, mas é apropriado - a Bloomberg Philanthropies por patrocinar este evento. A contribuição de Michael para a África não vem apenas na forma desta cimeira, mas através de seu último compromisso de US $ 10 milhões, que ele fez apenas em fevereiro deste ano para os países africanos para desenvolver a capacidade de mídia com um foco de negócios e promover a confiabilidade dos relatórios, as oportunidades educacionais e as transparências que o vice-presidente só falou que os mercados precisam para dar confiança de capital e para crescer.

E, finalmente, eu também quero agradecer Penny Pritzker, meu parceiro, um colega de gabinete do presidente, mas um parceiro fantástico em nossos esforços para ter certeza de que as pessoas entendam que, neste mundo globalizado, nas sociedades de transformação que estamos vivendo hoje, que a economia - desculpe-me - não está divorciada da política externa; é política externa. E a política externa é a política económica. Eles absolutamente caminham lado a lado, e estamos trabalhando muito, muito de perto para se casar com os esforços do Departamento de Comércio eo Departamento de Estado, a fim de ajudar as empresas e para trabalhar para empresas americanas, mas também trabalhar para os países que representar em termos de seus interesses e sua visão e as suas aspirações.

Penny, como todos sabem, passou 30 anos construindo um império de negócios, literalmente. Ela entende que os investimentos em África são uma via de mão dupla, e quando ajudamos nações estar em seus próprios dois pés, criamos oportunidade em outras partes do mundo, e que todos se beneficiam, como resultado disso.

Agora, a minha responsabilidade singular e privilégio é para representar os Estados Unidos da América em nossa diplomacia. E eu começo a usar o chapéu do principal diplomata do Departamento de Estado, e é um privilégio. Mas eu quero dizer uma coisa hoje que não é apenas do ponto de vista de negócios, mas que vem do uso desse chapéu, que é um reflexo das pessoas que eu vejo nos países que visito, os líderes que eu encontrar e conversar com, as aspirações que eu ouço todos eles expressam, ea oportunidade em primeira mão eu começar a afundar meus dentes em cultura de outras pessoas, a história de outras pessoas e ver o mundo como o vêem, e até mesmo ver a América como o vêem.

Todo mundo aqui sabe que nós estamos vivendo em um mundo muito diferente de há dois anos, a partir de cinco anos atrás, há dez anos, e, certamente, a partir do mundo que surgiu com a queda do Muro de Berlim eo fim da Guerra Fria. Forças foram liberados em todos os lugares que mudaram tudo por causa de sua própria ideologia, em muitos casos, ou em alguns casos apenas perspectivas sobre o mundo, mas também porque outras coisas mudaram. Um mundo - Sentei-me com um número de jovens diplomatas do Departamento de Estado não há muito tempo, e um deles recentemente cunhada da faculdade e da Escola de Serviço Exterior e este novo mundo da tecnologia fez uma observação muito profunda para mim, o que teve um impacto sobre o meu pensamento sobre o poder e como ele funciona. Ele disse que um mundo onde o poder usado para ser definido exclusivamente em hierarquias é agora um mundo onde o poder é definido em redes.

E em grande parte da África e em todo o mundo conectado, é evidente. Ouvimos as estatísticas anteriores do número de pessoas que têm telefones celulares na África hoje. Todo mundo compartilha tudo com todos o tempo todo, eo fato é que isso muda a política. Ele muda as correntes cruzadas de tomada de decisão. Ele muda a forma como os líderes políticos podem ou não construir um consenso, a fim de tentar fazer com que as decisões e trazer seu povo junto com eles como eles fazem essas decisões. Também, obviamente, muda profundamente negócio, algo que Bloomberg tem entendido muito à frente da curva, que é por isso que tem sido tão bem sucedida. Ele muda esperanças, sonhos e aspirações. E cada líder político e toda empresa precisa para estar sintonizado com essa realidade. Não importa o quão difícil algum poderoso líder de um país pode desejar, ninguém pode colocar esse génio de volta na garrafa e mudar o que está acontecendo.

Então, por causa disso, estamos diante de um desafio muito comum, todos nós juntos. Na África, há cerca de 700 milhões de pessoas com idade inferior a 30, um desconhecido aumento de jovens impressionante em qualquer momento na face deste planeta. E o fato é que todos eles, ou a maioria deles - não todos, mas a maioria deles - com sua crescente consciência deste mundo em que vivemos estão desesperados por oportunidade, sim, mas também pela dignidade e pelo respeito.

Por outro lado, todos nós sabemos muito bem há extremistas, muitos extremistas religiosos radicais que distorcem teologia, religião, e até mesmo a ideologia. E eles são preparados para seduzir esses jovens de uma forma muito calculada e disciplinada para atraí-los para o que não é nada menos do que um beco sem saída. E nós vimos a instabilidade que isso cria, todos nós, e que é importante é que nenhum deles - nenhum desses extremistas, eles não oferecem uma educação que ajuda um jovem ganhar uma habilidade. Eles não ajudam ninguém para ser capaz de competir. Eles não têm uma idéia sobre um sistema de saúde. Eles não constroem infra-estrutura. Eles não dizem-lhe como construir uma nação. E eles não falam sobre como eles vão proporcionar empregos ou oferecer uma visão para o futuro. Eles estão presos no passado. Seu desafio é a modernidade, e por causa disso, é o nosso desafio também.

Portanto, há algo mais sobre esses extremistas, e reflecte um pouco sobre o que o vice-presidente apenas disse a você. Não é apenas a falta de empregos e oportunidades que lhes dão sua abertura e suas ferramentas de recrutamento. Eles são tão contente em ver a corrupção e a oligarquia e cleptocracia e exploração de recursos preencher o vácuo. Porque ele pode ser parecido com o crescimento económico no papel, mas isso é outra maneira que eles podem aproveitar a frustração e explorar o sentimento de falta de oportunidade e de violação que é a ira de muitas pessoas - a saber, um vendedor de frutas jovem na Tunísia que inflamou tanto do que se seguiu. Há um outro alvo que eles podem recorrer. Eles são os eleitores indecisos, em certo sentido, na luta contra o extremismo.

Então, meus amigos, que é o nosso desafio. Não é só vir aqui e fazer negócios. Isso é importante, obviamente. É a chave, a chave económica para o futuro, e nós temos que fazer o negócio crescer os postos de trabalho, fornecer as competências, fornecer a base tributária para ser capaz de fazer as coisas que queremos fazer. Mas temos que estar juntos, todos nós, com uma visão unificada e um propósito para que possamos apresentar esse número crescente de jovens em África e em todo o mundo, com uma alternativa viável: uma educação de qualidade com habilidades para o mundo moderno e com postos de trabalho que lhes permitam construir uma vida e ter uma família e ter confiança em seus países.

Todos nós juntos, têm a maior capacidade de qualquer povo do planeta para ser capaz de fornecer essa oportunidade. E não é apenas a economia que cria o crescimento sustentável ea prosperidade partilhada; é também esta maior visão do que é a vida e por que há um propósito maior do que apenas viver para trabalhar. Você tem que trabalhar para viver e tem de haver uma vida lá que vale a pena. Então, nós sabemos para além de qualquer dúvida de que os lugares - e este é um resumo educada de uma experiência aqui na América em que não professam a ter todas as respostas, nem sugerimos a você que a nossa é a única pista - mas uma coisa que que aprendemos é que, nos locais onde as pessoas são livres e não apenas para desenvolver uma idéia, mas para debater idéias diferentes, para ter não apenas um emprego, mas a promessa de empreendedorismo e inovação para ser capaz de transformar as melhores idéias em realidade e em um negócio e para um futuro - essas são as sociedades que absolutamente são os mais bem sucedidos e os mais estáveis ​​em nosso planeta.

E este sucesso não é um mistério. Não é algo que é difícil de alcançar, se você fizer as escolhas certas. É possível que toda a África, e é assim que pode-se optar por ter uma África que não é definido por mais tempo, como não foi para estes últimos 10 e 15 anos, uma vez que passa por essa transformação definida pelo conflito - cada vez menos . Mas torna-se uma África que é definida por direitos e pela capacidade de, por dignidade, respeito e oportunidade. E oportunidade é algo que Boko Haram e al-Shabaab e muitos outros grupos nunca, nunca fornecer.

Assim, quando os Estados Unidos é o lar de algumas das empresas mais inovadoras e bem conhecidos e respeitados em todo o mundo, e quando a África já é o lar de algumas das economias que mais crescem no mundo e uma nova liderança que está ansioso para pegar o futuro, temos de fazer mais em conjunto. Temos de parceiro - que é um tema desta conferência - para investir na próxima geração, para criar bons empregos para os jovens africanos, para construir uma classe média mais forte, para dar às famílias com energia limpa e água limpa, para construir sociedades onde um troca aberta de ideias e informações são a marca registada de definição.

Negócio não é apenas um negócio por causa do negócio, e eu acho que todos vocês sabem que, pelo menos não para a maioria dos empresários pensativo aqui e em nosso país. É por fornecer a base para que as pessoas possam viver suas vidas com essa oportunidade, dignidade e respeito. Eu não tenho ninguém para lembrar aqui que Nelson Mandela, um dos maiores líderes do mundo já viu em todos os tempos, não passou 27 anos na prisão para que ele pudesse sair e executar um negócio, sem desrespeito a ninguém aqui . Ele fez isso para que as pessoas de seu país têm a oportunidade de viver de acordo com um ideal. Ele fez isso por direitos - os direitos humanos - que são a base de qualquer sociedade civilizada. E esses direitos em todo o continente são mais vividos, o melhor dado significado em países com fortes economias fortes onde a prosperidade é compartilhada por uma classe média forte.

Então eu fecho por apenas dizendo que não há absolutamente nenhuma dúvida em minha mente, da emoção que sentiu ontem na primeira reunião com a energia que sentimos em toda a sua presença aqui e nas reuniões e discussões até agora - tudo isso não é apenas possível; é o futuro. Mas nós temos que fazer as escolhas certas sobre habilidades e educação e oportunidades, e que irá definir a parceria EUA-África. E se trabalharmos juntos, se todo mundo recebe este direito, este - esta reunião e este momento e os dias adiante de nós pode literalmente se tornar um momento de definição fundamental para nossa história futura e para o mundo.

Obrigado a todos muito, muito, muito. (Aplausos)


(fonte: EUA Departamento de Estado)

As questões climáticas convertidas em económicas...

Observações na Cerimónia de Assinatura Initiative Clean Energy Finance EUA-África

WASHINGTON, 06 de agosto, 2014

John Kerry

Secretário de Estado

Mandarin Oriental Hotel

Washington, DC

05 de agosto de 2014



Obrigado por estarem connosco. Todos nós nesta sala entender que os desafios que enfrentamos hoje apresentar cada vez mais uma espécie de linha ténue entre política económica e política externa. Eu disse que a política externa é frequentemente política económica e política económica é a política externa. E a nossa prosperidade compartilhada depende globalmente de como nós trabalhamos juntos para ser capaz de promover o comércio, atrair investimentos, facilitar a actividade comercial e, principalmente, inovação.

Portanto, não é apenas um privilégio para mim poder estar aqui com o Presidente OPIC Elizabeth Littlefield e Diretor USTDA Lee Zak, é uma responsabilidade. E eu sou extremamente grato por sua parceria, e você vai entender por que nós descrevemos o que vamos fazer.

Todos nós sabemos que a mudança climática é uma crise que não espera por ninguém e não respeita fronteiras. Não é um desafio para o futuro; ele está aqui agora. Estamos a assistir-lo em país após país de várias maneiras se é o abastecimento de água, a seca, a agricultura de alimentos, segurança alimentar, as pescas, o nome dela. Não há uma parte do mundo onde eles não estão a ter alguma consequência, como resultado do que está acontecendo. E está também a acontecer a um ritmo que é particularmente alarmante para as pessoas. Sabemos também que se concentrar apenas em uma espécie de realidade que, sem fornecer algumas alternativas não é adequado. E nós não vamos fazer isso, especialmente quando existem oportunidades notáveis ​​que estão nos olhando no rosto.

O fato é que boas soluções de energia são soluções climáticas. A solução para a mudança climática é a política energética - as escolhas que fazemos com relação às nossas políticas de energia do futuro. E em nenhum lugar isso é mais verdadeiro do que na África. África pode ser um farol de energia limpa para o mundo, e da prosperidade de energia pode realmente substituir a pobreza energética. Esta manhã, eu me encontrei com o presidente da União Africano, e ela estava falando comigo como eu fiz - na verdade, com vários presidentes de países, os quais conversou comigo sobre seu desejo de ultrapassar os erros, para ir rapidamente para limpar e alternativa e renovável ao invés da exploração de combustíveis fósseis e de carbono e todos os problemas que vêm com ele.

Os Estados Unidos querem apoiar os países em toda a África que fazem a transição para o futuro de energia limpa mais rapidamente. E é por isso que lançou a Iniciativa EUA-África Clean Energy Finance. E é por isso que eu tenho orgulho de anunciar hoje que estamos planeando cometer um adicional de US $ 10 milhões para este esforço.

Mais de 600 milhões de africanos, quase duas vezes a população dos Estados Unidos da América, vivem sem acesso à electricidade hoje. E o nosso desafio é claro: Precisamos mudar esses números e substituí-los por uma parceria que beneficia todos os lados, certificando-se que as empresas africanas, cidades africanas, cidades africanas, as famílias africanas têm acesso a energia limpa e renovável. Através de iniciativa Energia da África do presidente Barack Obama e os acordos que OPIC e TDA estão assinando hoje, estamos fazendo exactamente isso.

E eu estou muito orgulhoso de que US-ACEF está elevando os nossos esforços em formas muito tangíveis. Nossos parceiros estão usando o financiamento norte-ACEF para desenvolver o primeiro projecto de energia eólica em escala no Senegal. Eles estão desenvolvendo primeiro em larga escala, o projecto de energia solar fotovoltaica conectada à rede de Ruanda. E eles estão desenvolvendo planos para a Hydro-plantas em Ruanda, que fornecem energia para Shyira Hospital e aldeias no norte do país, trazendo electricidade para milhares de famílias pela primeira vez.

Agora eu quero enfatizar o trabalho que estamos fazendo aqui não é hipotético, não é futuro, não é uma teoria; é real e é agora. E é vida real que estamos a melhorar como consequência.

Eu nunca vou esquecer a poucos meses atrás eu entrei no Memorial Hospital Gandhi em Adis Abeba. E, como eu entrei no portão da frente, na parte de trás eu vi esta grande placa na parede dizendo "A Etiópia e os Estados Unidos da América investindo em um futuro saudável juntos." Esse sinal diz tudo, meus amigos. Juntos, nós não estamos apenas investindo em um futuro mais saudável hoje em dia; estamos investindo em um futuro mais limpo, mais sustentável para todos os africanos. E esse é o desafio que enfrentamos, e é um que acreditamos será mais fácil como as pessoas em todos os lugares começam a perceber que o século 21, o desafio de desenvolver fontes limpas e renováveis ​​de energia neste século não é uma pausa na economia crescimento. Não é algo que o impede. É, de facto, a definição de possibilidades. É o motor do crescimento económico. E temos a intenção de provar que, com esta iniciativa e com esses projectos e com muito mais do que vai acontecer em relação às escolhas energéticas de África.

Obrigado. (Aplausos)


(fonte: EUA Departamento de Estado)
 

Plim... Plim !

Observações com o presidente de Gana, John Mahama eo Millennium Challenge Corporation CEO Dana Hyde na assinatura do Gana Poder Compact


WASHINGTON, 06 de agosto, 2014

John Kerry

Secretário de Estado

Tratado quarto

Washington, DC

05 de agosto de 2014


MS. HYDE: Boa tarde. Sr. Presidente e Secretário Kerry, o Sr. Ministro, e os amigos de Gana: Estou muito contente em recebê-lo aqui para a assinatura de 498.000 mil dólares compacto de Gana com o Millennium Challenge Corporation do Governo dos EUA. Este acordo representa um marco importante na parceria EUA-Gana, e eu quero agradecer a ambas as equipes, de Gana e do MCC, que trabalharam incansavelmente para desenvolver este investimento destinada a superar um dos principais constrangimentos do Gana para o crescimento.

O compacto que assinamos hoje tem uma abordagem de todo o sistema de transformar o sector de energia do Gana. Investe em projectos com foco em distribuição para tornar o sector energético Gana financeiramente viável e capaz de atrair investimento privado, e que financia iniciativas de apoio maior eficiência energética e mais limpa de energia renovável. Estes investimentos vão proporcionar casas de Gana, escolas e hospitais com acesso à electricidade confiável de que precisam para prosperar. E, incentivando o empreendedorismo e apoiar a produtividade das empresas do Gana, esses investimentos vão ajudar a gerar crescimento.

No 498.000.000 $, o compacto que assinamos hoje representa a maior transacção Governo dos EUA até hoje sob a iniciativa do governo Obama África Poder. Além disso, estima-se esta 498000000 dólares irá catalisar pelo menos US $ 4 bilhões em investimentos e actividades de EUA privado e outros negócios no sector energético do Gana nos próximos anos. Também acho que este compacto pode servir como uma âncora poderosa e uma plataforma para a assistência dos EUA em geral e engajamento que visa impulsionar o crescimento em Gana e em toda a África Ocidental.

Em Gana, o Millennium Challenge Corporation escolheu um parceiro que está totalmente comprometida com a boa governação. Aplaudo a Administração Mahama por sua coragem e convicção firme para assumir reformas corajosas que levarão ao crescimento e oportunidade para milhões de pessoas.

Como parte deste compacto, Gana fez e continuará a fazer política crítica e reformas regulatórias no setor de energia. Estas reformas vão sustentar os nossos esforços e que dará às empresas globais, americanos e ganeses maior confiança para investir. Como um reformador, Gana é verdadeiramente um exemplo brilhante e um modelo de um parceiro eficaz para MCC e para o Governo dos EUA.

Então, hoje é uma vitória para o povo de Gana e do povo dos Estados Unidos. Quero parabenizar todos que fizeram essa parceria possível e que vai trabalhar muito agora para realizar sua promessa. Com isso, eu gostaria de apresentar ao Secretário de Estado, Secretário Kerry. (Aplausos)

SECRETÁRIO KERRY: Muito obrigado. Bem, Dana, obrigado. Bem-vindo, todo mundo. Estamos realmente satisfeitos por ver todo mundo aqui e encantado ao ver esta cascata contínua de anúncios de ofertas que foram feitas, as pessoas se unindo, as oportunidades de negócios que estão sendo aproveitadas. E eu realmente estou pessoalmente extremamente energizada pelo que vem acontecendo nas últimas 36 horas e que vai continuar hoje à noite na Casa Branca, e amanhã aqui no Departamento de Estado.

Estou particularmente grato a Dana por sua liderança no MCC. Ela sabe que o poder de desenvolvimento transformacional, que é o que é isso tudo, e ela trabalhou com PEPFAR, ela trabalhou na Comissão do 11/9, e ela sabe que o desenvolvimento não é apenas sobre a prosperidade; é sobre a construção de oportunidades e de estabilidade, segurança. E ela agora lidera os programas do MCC que estão combatendo a pobreza em todo o mundo, e estamos muito orgulhosos desses esforços, e eu tenho orgulho de ter o prazer de ser o presidente do conselho. E quando nos encontramos, é sempre uma discussão interessante sobre o desenvolvimento.

Estou particularmente felizes em recebê-meu antigo colega, o senador Johnny Isakson, aqui. Johnny, muito obrigado por estar aqui com a gente. Nós apreciamos isso. (Aplausos) Representantes Karen Bass e Chris Smith, estes são três líderes que, sem qualquer exagero têm sido extremamente importante para a nossa capacidade de ser capaz de fazer o que estamos fazendo. Eles têm sido fundamentais para as subcomissões da África em ambas as casas do Congresso, e eu estou dizendo a você não apenas como um ex-membro, mas agora como secretário, sem a sua atenção focada e o compromisso do Congresso sobre isso, estamos apenas não é capaz de fazer o tipo de coisa que estamos tentando fazer. E eles não se distrair com as manchetes do dia-a-dia e do tipo de cabo de guerra que às vezes deprime a todos.

É um grande prazer para mim estar de volta com o presidente Mahama. Este é o eixo Mahama-Obama aqui, gente. (Risos) E eu também estou feliz por estar aqui com o ministro das Relações Exteriores Hanna Tetteh e Ministro das Finanças Seth Terkper está aqui. Eu durar - Eu vi - eu estava com o presidente ontem, porque ele muito gentilmente participou como painelista na prefeitura a sociedade civil, por assim dizer, reunião. Mas eu o vi antes disso, em Nova York, na Assembleia Geral da ONU, onde discutimos a segurança no Sahel e também planos de Gana para a independência energética. E desde então, a nossa parceria tem, literalmente, só cresceu, excepto por 90 minutos durante a Copa do Mundo, gente - (risos) - quando não era tão amigável. (Risos) Enfim.

Mas estamos dando a nossa parceria para um próximo nível aqui assinando uma segunda Corporação Desafio do Milênio compacto com Gana. Quase 60 anos atrás, Gana se tornou o primeiro país da África subsariana a ganhar pacificamente a sua independência quando Kwame Nkrumah declarou Gana livre para sempre. E os Estados Unidos têm sido, ao lado de Gana, desde então, eu tenho orgulho de dizer. Quando a Organização de Unidade Africano encontraram pela primeira vez em Gana, a embaixada americana emprestou o papel da conferência e as máquinas de escrever. E quando o seu primeiro presidente chegou a Washington, DC, o presidente John F. Kennedy estava na pista para cumprimentá-lo enquanto descia os degraus. Imagine que hoje.

Vivemos em um momento diferente, uma imprensa diferente de negócio, mas há cinco anos, o presidente Barack Obama foi para Accra e ele fez isso para declarar que o século 21 não será moldado apenas por Washington; ele vai ser moldado em Accra também. E é isso que nos traz aqui hoje, que a realidade. Segundo compacto de Gana é mais um elo na longa cadeia de amizade entre nossos países. E o primeiro compacto ajudou a pavimentar rodovias e os agricultores apoiados no mercado de exportação. Este segundo compacto vai transformar o setor de energia e ajudam a fornecer energia confiável, com 10 por cento provenientes de recursos renováveis.

Eu digo isso o tempo todo, mas uma política responsável de energia não é um freio na economia. É, de facto, o motor de uma economia. E eu acho que as pessoas estão agora a acordar para esse fato. É um enorme 6000000000000 dólar no mercado, pessoas, eo mercado que fez a América tão rico na década de 1990, onde cada nível de renda viram os seus rendimentos subir era um mercado de US $ 1 trilhão. Acho que todo mundo entende o diferencial eo valor do nosso ir atrás dele.

Muitos anos atrás, Gana provocou um movimento de independência que varreu todo o continente como um incêndio. E hoje, este compacto é uma prova positiva de que Gana é mais uma vez líder, com seu compromisso com a boa governação e para a prosperidade económica. Por isso, é com grande prazer que bem-vindo aqui ao pódio um homem que agora não precisa de introdução, o Presidente da República do Gana, John Mahama. (Aplausos)

PRESIDENTE Mahama: Obrigado. O senador Kerry, a secretária de Estado, Senhores Deputados do Senado e do Congresso, ministros e secretários, senhoras e senhores: Estou muito honrado de estar presente aqui hoje nesta ocasião da assinatura de um novo Millennium Challenge Compact entre os governos de Gana e dos Estados Unidos da América. Na verdade, parece que foi ontem, quando os nossos dois governos executado e implementado o nosso primeiro compacto com sucesso. O primeiro compacto, com todas as medidas, trouxe uma mudança transformacional na paisagem agrícola de Gana. Ele também representou um refrescante nova estratégia para a transformação da agricultura em Gana. Ele também direccionados crescimento económico sustentável e a redução da pobreza entre a maioria dos habitantes das zonas rurais que dependem da agricultura para a sua subsistência, concentrando-se em infraestrutura de transportes e desenvolvimento rural. As realizações e sucesso do primeiro compacto incluem 66.930 agricultores receberam treinamento em práticas agrícolas comerciais, aumentando a sua produtividade e habilidades. Quatro sistemas de irrigação foram reabilitados, proporcionando a irrigação de 2.435 hectares de terras agrícolas. Vinte instalações pós-colheita foram construídos, oferecendo armazenamento para culturas não ficar estragado no campo. Milhares de agricultores foram fornecidos com o crédito agrícola no valor de 23.100 mil dólares. Muitas estradas, incluindo a agora famosa estrada George Bush, foram construídas, e 44 blocos da escola foram totalmente reabilitado, enquanto 206 novos blocos escolares foram construídos, no total de 250. Todos os bancos rurais de Gana e suas agências foram interligados e informatizado e automatizado, equipado com geradores , computadores e redes de área ampla.

É extremamente gratificante observar que na esteira do primeiro compacto, que veio para o encerramento no dia 30 de junho de 2012, Gana foi seleccionado para se beneficiar de um segundo compacto que visa especificamente o setor de energia. Ninguém pode negar o fato de que a energia é o motor do crescimento que tem impulsionado muitas das principais economias do mundo em riqueza e prosperidade. Gana está experimentando actualmente os desafios com a disponibilidade de energia, suficiência e confiabilidade, e por isso era lógico que este novo compacto iria incidir sobre o sector de energia.

Os objectivos deste novo pacto é reduzir a pobreza através do crescimento económico em Gana, com intervenções directas no sector da energia. Isto não só irá aumentar nossos esforços para a melhoria do sector, mas espero que acelerá-lo. Não tem sido um caminho fácil, porque ao longo dos últimos dois anos, nossas agências e os seus homólogos dos EUA chamaram a atenção para abordar esta restrição fundamental para o crescimento económico em Gana por uma série de protocolos, intercâmbios e reuniões. Na verdade, iniciativas como a parceria para o crescimento, o primeiro compacto, e de Energia da África também têm proporcionado maior acesso e oportunidade de aprofundar a colaboração com 12 agências especializadas do governo dos EUA. E estes são a USAID, a USTDA, o MCC, EUA Exim, OPIC, Fundação norte-Africano de Desenvolvimento, o Corpo de Engenheiros do Exército dos EUA, Departamento de Energia, Comércio, Fazenda, Agricultura, e do Departamento de Estado - muitos deles. (Risos.)

Este novo compacto vai trazer tecnologia de ponta e soluções dos EUA para expandir o acesso a preços acessíveis, de energia eléctrica sustentável. Graças aos esforços dos órgãos superiores e os seus homólogos do Gana, que trabalharam em conjunto e assiduamente duro para preparar este compacto, nós estamos aqui para assinar o compacto hoje.

Hoje, portanto, marca mais um momento histórico na relação bilateral entre os Estados Unidos da América e do Gana, porque vemos Gana subindo um pouco mais alto para atingir os seus objectivos políticos gerais para o sector de energia. Oferta total de energia de Gana tem de crescer de forma significativa, a fim de alcançar as metas de desenvolvimento que nós nos propusemos. O principal desafio é como aumentar o fornecimento de energia e também expandir a infraestrutura de energia no país de uma forma que seja sustentável. O sub-setor de energia deve aumentar a capacidade de geração de energia instalada rapidamente da actual cerca de 2.800 megawatts hoje para 5.000 megawatts, enquanto, ao mesmo tempo, aumentar o acesso à energia eléctrica a partir da corrente de 76 por cento para o acesso universal, e tudo isso espero que até o final de a implementação do compacto.

Também tem vindo a considerar a forma de atrair investimentos para a construção da infraestrutura necessária para a geração, transmissão e distribuição de energia eléctrica em todo o nosso país. Este investimento é fundamental para garantir o desenvolvimento sustentável, eficiente do sector de energia do Gana. Nossa política de energia se concentra na capacitação institucional e de recursos humanos, bem como reformas regulatórias necessárias para criar um mercado de energia eléctrica competitivo. Criar o ambiente certo para parcerias público-privadas para o desenvolvimento de novas usinas de energia é essencial para o crescimento do sector de energia.

O maior obstáculo para alcançar esse objectivo é a questão do custo de recuperação, um desafio que a nossa política de tentar resolver directamente. Governo está empenhado em e já iniciou ações para reformas para atrair mais a participação do sector privado nos sectores de energia e de potência. Estes incluem um quadro transparente para o desenvolvimento e gestão dos recursos de gás natural, os movimentos em direcção a um processo transparente de menor custo de licitação para geração de energia, bem como a alocação e precificação de legado hidroeléctrica.

Também devemos alcançar um recurso integrado e planeamento de resiliência entre, transmissão e distribuição de sectores os de geração; transição para um mercado grossista de electricidade; distribuição e redução de perdas comerciais; promoção da eficiência energética e da gestão da procura; e suporte para a expansão de projectos de energia renovável. Outros pressionando acção de curto prazo é o de melhorar a qualidade de crédito da Companhia de Electricidade do Gana e da Empresa de Distribuição de Energia Eléctrica do Norte, NEDCo, off-compradores e distribuidores de energia eléctrica do país.

Noto com satisfação as inúmeras iniciativas em curso entre o Governo do Gana e as agências do governo dos Estados Unidos, e eu espero que o compacto executamos logo irá pavimentar o caminho para um maior engajamento em ainda mais áreas com outras agências estatais norte-americanas.

Gostaria de aproveitar esta oportunidade para reiterar o total apoio e compromisso do Governo de Gana à Parceria para o Crescimento, o Plano de Acção Conjunta País, as iniciativas de Energia da África e, especialmente, este novo compacto.

E assim, em nome do povo de Gana, quero expressar a nossa imensa gratidão ao Governo dos Estados Unidos da América e os povos da América para a parceria com Gana, através destas iniciativas louváveis​​. Agradeço-lhe, e que Deus abençoe Gana e que Deus abençoe os Estados Unidos da América. (Aplausos)

(Foi assinado o compacto.)

(Aplausos)

SECRETÁRIO KERRY: Bem feito.


(fonte: EUA Departamento de Estado)
 
 

Uma frustrada tentativa

UMA BOA TENTATIVA PUBLICADA NA 'REDE' PARA ENGANAR OS INOCENTES POLÍTICOS OU OS IGNORANTES. E ASSIM SE VAI MANIPULANDO AS CONSCIÊNCIAS.




Desenvolvimento & cooperação UE



LINK: https://webgate.ec.europa.eu/europeaid/online-services/index.cfm?ADSSChck=1407313005703&do=publi.welcome&ORDERBYAD=Desc&ORDERBY=upd&NBPUBLILIST=15&SEARCHTYPE=RS&AOFR=135776&userlanguage=en


A partilha de África

EUA saúdam o investimento chinês em África


O representante comercial dos EUA, Michael Froman, apresentou numa conferência de imprensa realizada ontem (5), em Washington, o avanço da Cúpula EUA-África. Na ocasião, questionado sobre "a concorrência entre EUA e China em África", Froman apontou que os EUA saúdam o investimento em África de países como a China, Índia e Turquia, que contam já com actividades comerciais de importante dimensão no Continente.

Segundo Froman, os EUA prestam cada vez mais atenção a África e querem fortalecer as colaborações entre os dois laços, através do reforçar das cooperações nas áreas da alimentação, energia eléctrica e segurança, adiar a Lei do Desenvolvimento e Oportunidade de África e avançar com a Bolsa de Liderança Jovem Africana. Através da Cúpula entre os EUA e África, os EUA vão continuar integrando os recursos das empresas governamentais e privadas, no sentido de promover o investimento americano no Continente.

O ministro do comércio dos EUA, Penny Pritzker, apontou no mesmo dia que, juntamente com a expansão da classe média africana, o país espera o crescimento da exportação externa para África. Os EUA estão construindo representações comerciais em alguns países africanos, incluindo Angola, Etiópia, Moçambique e Tanzânia, para que apoiem as empresas americanas a entrarem no continente.

Actualmente, entre as dez economias que mais crescem no mundo no mundo, seis estão em África. A União Europeia, Japão, China, Índia já realizaram cúpulas com África, visando promover a cooperação comercial.



MAI esclarece proibição de uso vidros escuros nos carros

O Ministério da Administração Interna (MAI) da Guiné-Bissau explicou as razões que motivaram a decisão de proibir em todo o território nacional a circulação de veículos a motor com vidros escuros e sem chapas de matriculas.


Numa carta dirigida ao Presidente da República, Primeiro-ministro, Presidente da Assembleia Nacional Popular, Presidente do Supremo Tribunal de Justiça, Procurador-geral da República, Ministro dos Negócios Estrangeiros e ao Ministra da Defesa Nacional, datada de 1 de Agosto, que a PNN teve acesso, Botche Candé, titular da pasta da Administração Interna, refere a necessidade de dar maior garantia de segurança, protecção e tranquilidade aos cidadãos guineenses e estrangeiros face a crescente hábito do uso de viaturas com vidros escuros e veículos sem matrículas.

A mesma missiva esclarece que esta prática pode facilitar o encobrimento de suspeitos em práticas de crime ou permitir a criminosos conduzir com toda a impunidade suscitando um clima de insegurança no país. Todavia, a lei que proíbe esta prática na Guiné-Bissau já tem 14 anos e foi publicada no Boletim Oficial No 21 de 22 de Maio de 2000.

O Presidente da República, José Mário Vaz, Primeiro-ministro Domingos Simões Pereira, o Ministro da Administração Interna, Botche Candé, assim como o Secretário de Estado da Ordem Pública, Doménico Sanca, já retiraram das suas viaturas os vidros escuros que as caracterizavam.
 
 
 

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Representante Regional do ONUDC visita a G-Bissau

O representante do Gabinete das Nações Unidas contra a Droga e o Crime (UNODC, sigla em inglês) para África Ocidental e Central está em missão de trabalho de 4 dias para em contactos com as novas autoridades da Guiné-Bissau.


Após a audiência que a delegação da UNOD manteve esta terça-feira, 5 de Agosto, com o Secretário de Estado da Ordem Pública, Pierre Lapaque disse  que a sua missão tem como objectivo reforçar os contactos com o Governo da Guiné-Bissau e abordarem questões relacionadas com o crime organizado, tráfico de drogas e corrupção.

Interrogado sobre apoios que a ONUDC pode dar ao Ministério da Administração Interna, Lapaque disse que está em curso a identificação das necessidades reais do país de modo a poder intervir neste sentido. “Estamos agora a identificar as necessidades e depois vamos ver como podemos trabalhar”, disse.

Relativamente ao actual combate contra o tráfico de drogas no país, o mesmo responsável reconheceu ser difícil falar do assunto, contudo garantiu que as Nações Unidas estão a trabalhar na melhoria da situação.

No quadro da mesma missão, Pierre Lapaque tem previsto encontros com outras entidades tais como chefe do Estado guineense, José Mário Vaz, com o Presidente da Assembleia Nacional Popular, Cipriano Cassamá, e com o Primeiro-ministro, Domingos Simões Pereira.