A empresa Poto SARL iniciou a exploração de areias pesadas na zona norte da Guiné-Bissau, em Nhiquim, sem alegadamente, ter cumprido os 14 programas recomendados pela Célula de Avaliação de Impacto Ambiental (CAIA)
De acordo com este órgão de comunicação social, dos 14 programas a empresa apenas cumpriu seis, adiantando, ainda, que no plano de acção de reinstalação involuntária, foi disponibilizada uma verba de cerca de 210 mil dólares e não foi indicado para onde vão os deslocados, que terão de abandonar o terreno de exploração.
Os materiais da Poto SARL foram instalados há quase um mês, no entanto os populares continuam a resistir contra a exploração, por não terem recebido respostas satisfatórias em relação aos seus benefícios.
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