Terminou esta quinta-feira, na Praia, Cabo Verde, a 1ª Conferência Internacional sobre as Políticas de Drogas nos PALOP, centrada no apoio aos tóxico-dependentes e no combate ao narcotráfico. Mas a ausência da bandeira da Guiné-Bissau no logotipo da conferência criou um certo mal-estar.
Os Guineenses não gostaram mesmo nada de constatar a ausência
da sua bandeira no logotipo da 1ª Conferência Internacional sobre as
Políticas de Drogas nos PALOP, que hoje terminou, na Praia. Mesmo se as
autoridades de Bissau não marcaram presença, estimam que isso não
invalida o facto de que a Guiné-Bissau é um PALOP, pertencente à CPLP, e
sentiram-se descriminados.
(in: rfi)
(in: rfi)
É claro e legítimo que Cabo Verde descrimine Guiné-Bissau. Porque é o único país dos PALOP que tem demonstrado incapaz de ser democrático, de resto, todos os outros têm feito esforços significativos para o serem. Na minha opinião, Cabo Verde agiu muito bem. Quem não sabe se comportar não deve ser chamado ou convidado.
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