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Joseph Pulitzer

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Perdidos este ano cerca de 60 milhões de dólares nas exportações clandestinas

A revelação foi feita pelo ministro da Economia e Finanças, Geraldo Martins quando presidia no Sábado, o acto de enceramento de atelier sobre a “Problemática da Comercialização e Exportação da Castanha de Caju: Reflexão e Perspectivas para 2015” que decorreu entre os dias 12 e 13 do corrente mês, organizado pelo Ministério de Comércio e Artesanato (MCA).

 
Na ocasião, o governante prometeu que o governo vai tomar medidas para estancar esta prática.

Geraldo Martins disse que, para a campanha de comercialização de caju de 2015, o governo se compromete a reforçar os dispositivos de acompanhamento e de controlo das operações de exportação a partir do Porto de Bissau.

O ministro da Economia e Finanças comprometeu-se em dar uma atenção particular a fiscalização da campanha de caju, de modo a garantir e salvaguardar e satisfação dos legítimos interesses de todos os intervenientes do sector, nomeadamente, produtores, intermediários, exportadores e o Estado.

“O governo se compromete também a criar condições necessárias para garantir a implementação das recomendações saídas deste atelier,” disse Geraldo Martins.

Apôs os debates dos temas abordados durante os dois dias do Atelier, os seminaristas recomendaram ao governo a redução das taxas e impostos.

Ainda recomendaram a promoção de boas práticas da produção do caju assim como a identificação e redução dos postos de controlos, a aplicação efectiva dos diplomas que regulamentam as actividades do sector e a melhoria das pistas rurais.

A castanha de caju é o principal produto de exportação da Guiné-Bissau, e este ano foram exportadas 136.584,066 toneladas de castanha in natura, que renderam a economia nacional uma receita fiscal na ordem de 137 milhões de dólares americanos.
 
 
 

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