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quarta-feira, 26 de novembro de 2014

CPLP em Angola debate cibersegurança

Sob o tema “Cibersegurança, Uma Premissa para a Confiança dos Cidadãos nos Serviços Online“, decorre esta semana em Luanda a 2ª Conferência da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) sobre governo electrónico, organizada pelo Centro Nacional de Tecnologias de Informação (CNTI) de Angola.


A conferência, que decorre da 3ª Reunião dos Pontos Focais do Governo Electrónico, conta com a participação do presidente da Agência para a Modernização Administrativa de Portugal, Paulo Neves.

Decorrerá em Luanda a II Conferência e a IV Reunião dos Pontos Focais da CPLP sobre Governo Eletrónico – Angola.

Será um momento importante de encontro da comunidade das TICS na CPLP, aonde vai-se debater as questões pertinentes sobre Governo Eletrónico.

A IV Reunião dos Pontos Focais do Governo Eletrónico decorrerá nos dias 25, 26 e 27 de Novembro, um espaço de discussão e de partilha de experiências, entre os representantes de alto nível dos diversos países lusófonos.
A II Conferência sobre Governo Eletrónico na CPLP, será no dia 28 de Novembro no Centro de Convenções de Talatona em Luanda, aberto a entidades públicas e privadas com uma audiência estimada de 400 a 500 participantes.

As actividades do governo eletrônico partem da automatização de processos pré-existentes no papel e em escritórios, assim, surgem novas maneiras de debater e decidir estratégias, fazer transações, escutar as demandas das comunidades, organizar e divulgar informações de interesse público.

O objetivo dessa inovação, é fortalecer as relações dos governos e torná-los mais efetivos, aumentando a transparência, a responsabilidade e a administração de recursos e no uso de ferramentas eletrônicas de tecnologias da informação aproximando governo ao cidadãos para superar obstáculos da comunicação entre as duas esferas..

As diferentes ferramentas usadas podem ser portais de internet com fóruns, exposição de bancos de dados, aplicativos para telefonia móvel e telefones de serviço, também podem ser usadas entre governos e organizações privadas, públicas ou de terceiro setor. Muitas das tecnologias envolvidas e suas implementações são as mesmas ou similares àquelas correspondentes ao setor privado do comércio electronico (ou e-business), enquanto outras são específicas ou únicas em relação às necessidades do governo, visando construir uma arquitetura interoperável a fim de munir os cidadãos com acesso a informações e serviços.

De modo geral, aceita-se a noção de governo eletrônico como ligada à prestação de serviços públicos por meio eletrônico, ou seja, utilizando-se recursos de tecnologia da informação, em caráter remoto e disponível no sistema 24/7 sendo, vinte e quatro horas por dia, sete dias por semana, com a intenção de diminuir as distâncias entre quem governa e os governados, permitindo criar uma esfera de diálogo e inovação na administração pública.
 
 
 
 

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