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Joseph Pulitzer

sábado, 2 de abril de 2016

G-Bissau e Venezuela, reforçam laços de cooperação Sul-Sul

O primeiro-ministro da Guiné-Bissau, Carlos Correia, disse sexta-feira que a sua visita visa os acordos de cooperação da Venezuela entre os dois países a serem reforçados.


"Vamos avançar a sistematização da cooperação", disse Correia durante uma entrevista especial com Telesur, na qual explicou que esta colaboração "já começou", e que actualmente se formam no país sul-americano cerca de 29 médicos.

No total, os dois países assinaram 13 acordos. Guiné-Bissau é um dos países sub-saarianos com o qual a Venezuela assinou tantos instrumentos legais.

"Os acordos assinados há um aberto convite à nossa colaboração em áreas-chave e estão dispostos a reforçar a cooperação" disse ele.

Correia instou os sul-americanos para "combater os problemas que se arrastam desde os tempos coloniais" nos países. Ele disse que eles não estão sozinhos nesta luta porque a região é uma terra de fraternidade.

Ele ressaltou que ambas as nações sofrem do mesmo mal: "o colonialismo e e a exploração" e observou que "então sabemos como para lidar com esses problemas."

Além disso, o primeiro-ministro da Guiné-Bissau lembrou o legado do comandante Hugo Chávez e salientou que ser uma honra para ele visitar o local onde estão depositados os restos mortais do líder venezuelano. Ele disse que o trabalho de Chávez vai continuar com o actual presidente Nicolas Maduro.

Chegada de Carlos Correia à Venezuela, recebido pela Chanceler, Delcy Rodriguez


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Primeira entrevista PM da Guiné-Bissau, Carlos Correia à 'Tvsur' .
(obs.  É notório face às gafes documentais do canal de TV, que o PM, não foi acompanhado de qualquer apoio logístico)


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RESUMO DOS ACORDOS EXISTENTES ENTRE A VENEZUELA E A GUINÉ-BISSAU, SEGUNDO A 'TELESUR'


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O primeiro-ministro da Guiné-Bissau, Carlos Correia, faz uma chamada especialmente aos sul-americanos para "combater os problemas que se arrastam desde os tempos coloniais" nestes países. Ele disse que eles não estão sozinhos nesta luta porque a região é uma terra de fraternidade. Ele observou que a Guiné-Bissau e Venezuela sofreram do mesmo mal: "o colonialismo e exploração" e observou que "por isso sabemos como lidar com esses problemas." Além disso, o primeiro-ministro da Guiné-Bissau lembrou o legado do comandante Hugo Chávez e salientou que ser uma honra para visitar o local onde os restos mortais do líder venezuelano. Ele disse que o trabalho de Chávez vai continuar com o actual presidente Nicolas Maduro.


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