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Joseph Pulitzer

domingo, 10 de abril de 2016

Campanha para a libertação dos presos do Grupo Gdeim izik

A Amnistia Internacional (AI) lançou esta sexta-feira uma nova campanha internacional para a libertação dos presos políticos saharauis que se encontram nas prisões marroquinos, principalmente os membros do conhecido Grupo de “Gdeim Izik”.


Em comunicado tornado público, Amnistia Internacional diz que, “ainda que os presos saharauis do Grupo Gdeim Izik tenham suspendido a sua greve de fome, os esforços, no entanto, devem continuar até à sua libertação total”.

AI pede no seu comunicado “à Monarquia de Marrocos que liberte imediatamente os activistas saharauis e que se respeitem todos os seus direitos, renovando o seu apelo às autoridades marroquinos para levar a cabo uma investigação transparente e independente sobre os casos de torturas que sofreram os presos políticos saharauis desde a sua detenção em 2010 depois de terem participado nas manifestações pacíficas ocorridas no Sahara Ocidental”.

Por último, a Amnistia Internacional afirma que “o Tribunal Militar que processou os activistas saharauis caracterizou-se por sentenças arbitrárias e confissões sob tortura, enfatizando que o referido tribunal não realizou nenhuma investigação antes da acusação”.
 
 


 
 

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